Como pegar eles no bar

Como pegar minas no Tinder. Como pegar minas no Bumble. Como pegar minas no Happn. Como pegar minas no OkCupid. Como pegar minas no POF. Existem diversos aplicativos, você pode escolher um ou todos. Depois, todos os aplicativos funcionam praticamente como o Tinder, mas com algumas variações. Tente ficar confiante e quebrar o gelo com alguma conversa sedutora para pegar um cara em um bar na próxima vez que você estiver fora de casa. Passos Método 1 de 3: delimitando a multidão . Peça uma bebida com confiança no bar. Quando chegar ao bar, peça algo que goste de saborear durante a noite. Ajude Romani a matar os fantasmas e evitar que eles roubem as vacas no dia 1, e depois no próximo dia, fale com a irmã mais velha e vá com ela de carroça na hora em q ela marcar, e após fujir dos bandidos, ela lhe dará a máscara. Esta máscara pode ser usada para entrar no Milk bar. Infelizmente, para eles, eu sou um cliente fiel das bermudas da Savage Ultimate (sério, elas são leves como ar), mas tenho certeza de que eu era uma boa opção para o algoritmo do Facebook. Aqui está outro exemplo do meu feed de notícias, me direcionando para baixar um estudo de caso. Como Pegar uma Garota. Muitos homens sabem conquistar mulheres, mas nem todos sabem explicar como conseguem essa façanha. Se você tem problemas do tipo, não se preocupe: leia as dicas deste artigo para entender os princípios básicos desse... O “bonitão” da novela ofusca o “coitadinho” porque eles estão sempre atrás da mesma mulher, e aí, é claro, ele se dá mal. No entanto, essa é a realidade boba da ficção, que quase nunca acontece no mundo real. Estamos no século 21, senhoras! Não pense que apenas eles detêm o poder, aprenda a pegar um homem também. Quando as mulheres saem, seja para um bar ou boate, esperamos que os homens nos ataquem. Eu não estou tentando nos fazer soar como princesas, mas nós certamente nos acostumamos com a ideia de que os homens fazem o trabalho para nos pegar. Como Pegar Mulheres. As mulheres atraentes estão em todo lugar, e nunca se sabe onde você acabará encontrando uma. Pode ser em uma festa, em um bar ou apenas andando pela rua, portanto, é importante estar sempre preparado quando sair.... LEMBRE-SE: Essas dicas são realmente poderoso. Eles podem fazê-la viciado em você! Não abuse deles! Estas estratégias ajudou mais de 8.000 leitores! Dica número 2 é MAU! Pegar as meninas em bares parece simples para algumas pessoas, mas para a maioria dos caras, ele se transforma em um desastre! Nunca peça permissão para “conhecer” e confie no seu taco para começar a conversa. 2. Saiba escutar. Se você estiver em um ambiente onde a conversa é mais tranquila, como bar, restaurante ou festa na casa de amigos, saiba escutá-la. Faça perguntas que deixe a mulher dissertar na resposta e ouça, atentamente, ao que ela diz.

Como eu morri (conto) [gatilho]

2020.10.16 18:00 olhoqnadave Como eu morri (conto) [gatilho]

[PODE CONTER GATILHOS de suicídio/depressão]
Fim de tarde de um sábado quente, me forcei a sair de casa para tomar uma cerveja com os amigos que vez ou outra ainda insistiam em me chamar, não sei se era por sentirem culpa de me excluírem dos roles ou se era porque eles me queriam bem e por perto mesmo. Esse é um dos mistérios que vou carregar para sempre comigo: gostam de mim ou sentem pena de mim? Não era segredo que eu estava enfrentando um longo período de depressão, de pouco cuidado pessoal e já que eu não cuidava nem de mim mesmo, não era dos meus relacionamentos que eu conseguiria cuidar... Não é de propósito, é como estar numa gaiola. Saber como tudo deve ser feito, ter a visão de tudo mas não ter o alcance de nada. Não era de propósito que eu estava comendo mal, não foi de propósito que eu não respondi às suas mensagens, não atendi às suas ligações porque eu não conseguia responder um "e aí, beleza?". Eu não conseguia mentir e também não conseguia falar que não, nada beleza por aqui, você poderia me ajudar? Ninguém poderia me ajudar, médico, remédio, terapeuta, família, amigos... Eu estava inalcançável, até mesmo para mim. Às vezes surgia uma energia dentro de mim que eu conseguia sair da cama, me cuidar um pouco e fingir pro mundo que tava tudo bem, o problema é que nem sempre isso coincidia quando eu precisava ou me convidavam para sair. Felizmente neste sábado tudo se alinhou e eu não perdi tempo. Me vesti bem e me encontrei com meus amigos no centro da cidade, no apartamento de um deles. Começamos a beber e conversar por ali ainda sem destino definido, as nossas reuniões costumavam ser mesmo assim, tinha local pra começar mas por onde passaríamos e onde a noite acabaria era sempre uma surpresa ou não... Na maioria das vezes acabávamos tomando a saideira no único bar que ficava aberto até mais tarde na cidade. Bebemos até decidirmos ir pra outro bar, lá bebemos ainda mais enconttamos com outros conhecidos, conhecemos gente nova., todo mundo de pé, rindo, falando alto e todas essas coisas que bêbados fazem quando encontram conhecidos que também estão bêbados por aí. O que me incomodou foi que a minha energia começou a diminuir e eu percebia que o monstro dentro de mim estava acordando de sua esporádica soneca, mas a bebida fez com que eu fechasse os olhos para isso e a minha ânsia por ser aceito socialmente me impedia de me despedir ali, tão cedo... Era quase meia noite e já pipocavam as opiniões para onde deveríamos ir... E foi assim que a gente foi na balada mais underground da cidade (não tão hipster, na cidade pequena só tem 4 baladas). Passei a maior parte da noite divagando no fumódromo com desconhecidos alternando curtos períodos no bar para pegar cerveja, eu já estava muito bêbado mas era insuportável a sensação de não estar segurando alguma coisa e me sentir parte de onde eu estava. Dancei sim as minhas músicas preferidas, mas eu preferia não estar lá. É incompreensível como que alguém depressivo, que nega a si mesmo até cuidados básicos de vez em quando, não consegue falar não para os outros. Minha necessidade de ser aceito custou caro. Me chamaram para terminar a noite no bar do Cazaé, o único bar da cidade que ficava aberto recebendo quem ainda se negava a voltar para casa, era lá que todo mundo da cidade que passou por qualquer uma das 4 baladas se reencontrava. Éramos quatro indo pro Cazaé, eu pisava fofo a minha fala era claramente enrolada. Como de costume iríamos tomar alguns litrões antes de ir pra casa mantendo o efeito do álcool e esquecendo a ressaca que estaria por vir. A partir de agora as coisas podem ficar um pouco confusas porque eu estava bêbado e tudo aconteceu muito rápido. Estavamos a pé e ao dobrarmos a esquina para a rua do Cazaé, eu nunca vou saber de onde esse cara apareceu empunhando uma arma gritando para não olhar para ele, que ele queria só os celulares e carteiras e todo mundo saia ileso. Um arrepio subiu do meu calcanhar até a nuca, senti um gelado e depois disso eu tremia um pouco. Parece que o efeito da bebida tinha passado mas eu não conseguia parar de olhar para aquela arma, preta e prateada, me questionando se era de verdade ou de brinquedo. Eu alternava o olhar entre a arma e a cara dele meio encoberta pelo capuz, olhei tanto para a cara dele e ainda não consigo descrever a sua fisionomia.... Isso deve ter demorado segundos, mas eu senti o tempo parar. Meu coração também parou e eu fui para cima dele sem pensar em muita coisa, mas percebi que ele não podia acreditar que eu estava fazendo isso! Eu acertei um soco na cara dele enquanto ele gritava alguma coisa. Nós dois caímos no chão e eu não consigo descrever o que aconteceu nisso e nem quanto tempo durou. Eu volto a me lembrar quando ele está em cima de mim e me da uma coronhada no meio dos olhos. Sinto minha cabeça bater na calçada, meu sangue quente escorrer para o lado esquerdo do meu rosto, dificultando até a minha visão do olho esquerdo ficou meio turva por causa do sangue, mas eu pude ver que agora ele apontava a arma para o meio da minha testa e perguntava muito puto se eu queria morrer. Você não é homem caralho? Aperta essa porra filha da puta! Não tem coragem? - eu gritei de volta exatamente com essas palavras. Um estampido, minha cabeça esquentou e tudo escureceu. Acabou. Nunca tinha planejado nada assim apesar de ter flertado com a ideia de morrer várias vezes, mas desse jeito que eu me suicidei sem me suicidar, até essa responsabilidade eu terceirizei, dei um jeito de burlar as leis religiosas. Foi o botão de desligar que eu tanto torci para que aparecesse na minha frente. Daqui encaro o que aconteceu sob o que eu achava ser a minha vontade e vejo que deixei de fazer muita coisa que eu queria, dos últimos abraços até tentar fazer com que o último adeus seja decente e não num caixão lacrado.
Esse conto não é uma apologia ao suicídio, foi uma forma de colocar pra fora todas as noites que vou dormir pedindo para que eu não mais acorde. Como é foda falar para os profissionais que cuidam de mim que apesar de todos nossos esforços ainda penso em morrer. Que é muito triste ter família e amigos para poder contar e não conseguir abrir a boca. Eu me esvai escrevendo, que é o melhor jeito que consigo desabafar. Decidi postar aqui para de alguma forma não me sentir sozinho nessa luta.
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2020.10.01 23:53 AdsonLeo [Encontro Miojo] Dia de Pesca (3º Level, D&D 5e)

Olá pessoal do Reddit! Deixarei aqui mais um dos meus encontros rápido. A ideia é um encontro ou aventura curta que você possa ler e estrar pronto para correr em pouco tempo, por isso "Encontro Miojo". Espero que gostem! A postagem original está no meu blog Sopa de Dado.

O calor está demais e ninguém aguenta fica de frente o fogão nessas condições. Então é dia de miojo! No encontro de hoje os bons e velhos kuo-toa aterrorizam mais uma vila desavisada. Este ficou mais parecido com uma curta aventura que apenas um encontro em si, mas ainda está no tema.
Como sempre com aventuras prontas use como bem entender, mas tendo em mente que ao corrê-la para grupos maiores ou menores e em níveis diferentes o desafio pode ficar significativamente mais fácil ou difícil. Se decidir utilizar este encontro ou elementos dele peço apenas para que dê crédito ao blog e ao autor, no caso eu.
A aventura a seguir é equilibrada para 4 personagens de level 3 e busca oferecer um desafio considerável. Tenha em mente que qualquer configuração diferente desta pode aumentar ou diminuir drasticamente a dificuldade do encontro.
Nomes em negrito se referem a criaturas encontradas em material de D&D 5ª edição e serão seguidos por uma notação entre parênteses com o nome do livro e página em que se encontram.

Localização

Novidade! Qualquer vila ou bairro de cidade no seu cenário preferido. Desta vez não escolhi nomes para deixar mais genérico. Os preencha como quiser, o que importa é a aventura em si. Alguns locais podem ser mais específicos, como a taverna. Se necessário for faça alterações neste local, mas boa parte dos cenários devem a acomodar em algum canto sem muito problema.

Resumo

Moradores locais estão assustados com as lendas de infância tomando forma. Homens peixe caminham pelas ruas e invadem as casas para assustar as crianças, roubar as relíquias de família e envenenar a água. O CHEFE DA VILA busca os aventureiros para que eles encontrem essas criaturas e lidem com elas.
Logo o grupo descobre que kuo-toas fizeram morada no poço local e, de lá, escutam atentamente sobre artefatos capturados pelas redes dos pescadores. Tais artefatos são chave para seus rituais macabros. Assim, ao ouvirem sobre mais uma estranheza retirada da lama do rio, os homens peixe se despacham para a vila em busca das peças de seu sinistro quebra-cabeças.

Recebendo a Missão

Não demora muito para o grupo ser abordado por uma figura de respeito da VILA. Esse CHEFE pede para que eles os ajudem com o problema dos homens peixe. Segundo ele, moradores tem visto homens peixe caminhar pelas ruas e invadir algumas das casas. Ninguém foi morto, ainda, mas as criaturas roubam itens e, em algumas, envenenam a água para adoecer as pessoas. Ele oferece a recompensa de 100 Pesos de Ouro para o grupo.
Caminhando pela VILA, um lugar de fantasia medieval padrão, exceto pela Taverna Boca de Poço. Este bar, onde pescadores e população geral se reúnem para beber, comer e conversar, fica a céu aberto, com o vento constantemente trazendo o cheiro de peixe e carregando as fofocas do dia. O nome vêm do fato de ter sido estabelecido próximo ao poço onde a maioria das pessoas pega água e uma barraca que o dono monta e desmonta todos os dias serve de balcão para as mesas e bancos desgastados pelos elementos. Não é raro um forasteiro levar um belo tombo por não verificar antes qual banco está ou não sólido o suficiente.
Neste lugar os aventureiros podem ouvir os seguintes boatos:

  1. Homens peixe assombram as ruas e muitos dizem vê-los dentro de suas casas roubando suas coisas. A maioria dos roubados são pescadores. É a vingança por matarem os peixes do rio!
  2. Algumas pessoas têm ficado doentes desde que começaram as aparições de homens peixe. A culpa, obviamente, é deles que envenenam a água nas casas!
  3. Pescadores locais trazem de volta do rio itens curiosos, como pedaços de louça. Alguns os vendem, outros os exibem nas tavernas e a maioria os emolduram na sala de casa. Isso ocorre há uns bons meses já, bem antes da aparição dos homens-peixe.
  4. PESSOA 1 e PESSOA 2 trouxeram a rede esticada hoje. Muito peixe e com certeza outras preciosidades do fundo do rio.
  5. Os homens peixe roubaram o pedaço de louça que o pai de PESSOA 3 encontrou. Era o primeiro da vila!
  6. A Taverna abre todos os dias, exceto no terceiro dia da semana. O que é uma pena, é o dia em que não dá para se saber de nada na cidade.
Estes boatos podem ser dados como achar necessário por qualquer NPC, importante ou não. E não necessariamente precisa ser feito no bar. A cena na taverna, porém, serve para mostrar que alí é um local onde as fofocas vêm e vão.
O grupo então pode decidir por variadas linhas de ação. Responda como for necessário, mas o mais básico e provável de ser necessário é coberto aqui.
Caso decidam investigar uma ou mais das casas invadidas a maioria dos anfitriões são receptivos e transmitem a informação necessária. Infelizmente não é muito, nada mais que "Eu vi os homens peixe entrando mas fiquei com medo e não intervi", "Eles saíram com minhas coisas, até a dentadura da falecida tia-avó", "Reviraram toda a minha casa, e ainda deixaram o chão todo sujo".
Uma coisa em comum entre a maioria dos locais é que ou eram casas de pescadores que recuperaram pedaços de louça do rio ou de quem os comprou. Isso passou despercebido pelos moradores, tanto pelo fato de as invasões terem começado muito depois dos artefatos aparecerem e também por nem sempre o ataque ser certeiro. Muitas vezes invadiram uma casa depois da peça ser vendida ou uma que nada tinha a ver com isso. "Não teria como eles errarem, teria? São criaturas mágicas! Magia pode falhar!?" diz um dos moradores se questionado sobre esse fato.
Nenhuma das casas apresenta pegadas, uma vez que muitos dias se passaram desde o último ataque. Mas, como ouviram das pessoas, uma pesca foi bem sucedida hoje. Logo, é possível que essa noite hajam ataques.
Assim, o grupo pode montar rondas na casa de PESSOA 1 e 2 e aguardar pelos homens peixe. Como ouviram, estes indivíduos fizeram uma grande pesca e, aparentemente, junto vieram pedaços de louça. Os dois não se opõem à segurança particular de um grupo de mercenários. E, de fato, nesta noite uma dupla de kuo-toa (MM, 199) tenta invadir uma das casa. Caso o grupo tenha se separado apenas um deles presencia o ataque. Caso tenham escolhido por uma das casas esta é justamente a certa. Que sorte... dos aventureiros, do morador nem tanto.
Se os dois kuo-toa forem impedidos de invadir o local eles tentam se esconder nos personagens e fugir para o poço; se impossível o for eles lutam até a morte. Caso consigam invadir e pegar qualquer coisa que se pareça com um dos pedaços de louça, eles fogem para o poço; se forem impedidos neste momento, mais uma vez, tentam dar perdido ou lutam até a morte. É possível seguir os rastros sem muito esforço, um sucesso em um teste de Sabedoria (Sobrevivência) ou Sabedoria (Percepção) de CD 10 é o suficiente.
Na ocasião de um (ou mesmo ambos) ser capturado, ele incialmente resiste a qualquer tentativa de interrogatório, o fanatismo visível nos olhos cristalinos e arregalados. Porém nada que a ameaça certa e um sucesso em um teste de Carisma (Intimidação) de CD 15 não resolva. O capturado revela, entre ameaças de danação eterna e morte afogada para todos ali, sobre a base no poço; os pedaços de louça serem dedicados à sua deusa, a Mãe do Mar, Blibdoolpoolp; e que os sacerdotes os querem para construir um altar à ela. Ele se recusa a revelar números ou guiar o grupo e morrerá antes disso.
Caso os jogadores se esqueçam, não pensem numa estratégia ou qualquer outra coisa ocorra que pareça travar a aventura um bêbado local pode falar, entre soluços de embriaguez, de como deuses antigos se vingam dos que mechem nas suas coisas e que PESSOA 1 e 2 estão condenados por terem pescado mais "daquelas coisas". Caso prefira, enquanto descansam ou discutem as pistas eles ouvem os gritos de socorro de moradores que tiveram sua casa invadida, o que colocará em movimento a busca pela dupla de kuo-toas. Se, depois da invasão ocorrer eles não tiverem nenhuma pista, o dia seguinte é um que a taverna não abre e é possível ver os rastro de pés estranhos e membranosos saindo e entrando dele. Conveniente.

Dentro do Poço

Os kuo-toa que fizeram morada no poço ouvem as fofocas através dos ecos que descem pelas paredes de pedra. Ao ouvir sobre os "pedaços de louça" eles tentam identificar quem o recuperou e vão roubá-lo durante a noite. Nem sempre têm sucesso, às vezes chegam depois de já terem vendido o artefato ou invadem a casa errada.
O poço possui 1,5 metros de lado a lado e um personagem médio pode descer se apoiando nos tijolos. A umidade os deixa escorregadio e um teste de Força (atlética) de CD 10 é necessário. Caso falhe, o personagem cai 9 metros em água rasa, levando 12 (4d6) de dano de contusão. Caso usem corda, ferramentas de escalada ou qualquer outra engenhosidade para descer o teste não é necessário e o sucesso é automático. Uma abertura leva à uma caverna.
A seguir há a descrição do que está presente em cada parte da "base" dos kuo-toa. Dimensões ou um mapa detalhado não fazem diferença. Faça como achar necessário ou use um mapa de sua preferência. Nenhuma das caverna possui iluminação e, graças a água presente, o lugar é considerado terreno difícil.

Primeira Caverna

A primeira sala é uma caverna pequena, onde um kuo-toa whip (MM, 200) fica sentado, de olhos fechados, ouvindo atentamente tudo o que ecoa pelo poço. Ele possui em sua cabeça uma tiara feita de espinhas de peixe e algas marinhas com uma cabeça de peixe, olhos esbugalhados e boca aberta, se projetando da parte frontal da tiara. Este é um item mágico que permite a este kuo-toa conjurar a magia Tongues 3 vezes ao dia, recarregando ao amanhecer. Ele os faz geralmente nos horários de maior movimento ou quando parecer conveniente. Ele exige attunement e pode ser obtido pelos personagens.
O kuo-toa whip fica ciente da presença dos jogadores a menos que estes tenham descido sem fazer barulho algum próximo ao poço. Ele grita para seus companheiros na próxima caverna e estes chegam no segundo turno de combate. No primeiro, o whip presente conjura Shield of Faith em si e tenta atrasar os personagens se agir antes na inciativa que a maioria. Caso contrário apenas começa a atacar os mais próximos.
Se os jogadores bolarem um plano que não alerte de jeito nenhum o kuo-toa whip ele estará sentado na água, de olhos fechado e prestando atenção atentamente ao sons vindo do poço. Caso queira pode pedir testes de Destreza (furtividade) com CD 16 (ou 21 se os personagens estiverem se movendo na água). Neste momento é possível despachar o kuo-toa-whip ou passar por ele até a próxima caverna. Ao ser alertado o descrito no parágrafo anterior acontece.

Segunda Caverna

Esta é maior que a anterior. Se não foram alertados e convocados para a primeira caverna, aqui estão presentes 6 kuo-toa e 1 kuo-toa whip, todos de joelhos rezando para um altar com a louça que foi partida em dezenas de pedaços e, pouco a pouco, é remontada. Substitua a cantrip Thaumaturgy do kuo-toa whip presente por Mending, que ele usa para restaurar a peça. Um ou dois destes 6 kuo-toa presentes são parte da dupla do ataque da sessão anterior caso tenham conseguido escapar.
A louça é feita de cerâmica e apresenta a imagem de um torso feminino com cabeça e pinças de lagosta, uma das representações de Blibdoolpoolp. Detect Magic ou similar não revela nada na louça. Ela está quebrada, ainda faltando alguns pedaços, e o valor estimado é de 75 Pesos de Ouro.
Em um dos cantos uma pilha meio submersa contém alguns itens roubados que se revelaram não ser parte da louça antiga. Pratos, xícaras, retratos pequenos e outro itens sortidos. Os moradores ficam contentes em receber de voltar as suas coisas perdidas.
Tenham sido convocados pelo kuo-toa whip à primeira caverna, percebido a aproximação dos jogadores ou alertados de qualquer outra forma, esse grupo luta até a morte. O kuo-toa whip desta sala foca em conjurar Bane nos jogadores ao invés de Shield of Faith em si ou algum companheiro. Os demais atacam sem piedade os jogadores, mirando nos mais frágeis ou fáceis de acertar. As redes são usadas sempre que possível e, ao capturar algum personagem, os ataques tendem a ser focados neste.
O grupo pode dar cabo de todos os inimigos presentes ou tomar uma linha de ação menos tradicional. Os kuo-toa estão dispostos a não lutarem se o trato for pelo menos um deles escaparem com a louça. Qualquer outra trégua não é aceita.

Concluindo a Missão

Se conseguirem lidar com os homens peixe e tenham provas, como os corpos ou a louça recuperada, o CHEFE DA VILA paga com prazer os 100 Pesos de Ouro e está disposto a oferecer até 50 adicionais pela louça da deusa Blibdoolpoolp. Todos ficam contentes, uma farra é dada na Taverna Boca de Poço e os ataques param.
Moradores que ainda possuem pedaços da louça em casa podem estar dispostos e se desfazer pela oferta certa.
Os envenenamentos não param. Nunca começaram na verdade, as pessoas apenas ficam doentes mesmo de vez em quando.

O Que Vem Depois?

Depende de você, DM!

Gostou da aventura? Tem alguma crítica, elogio ou sugestão? Deixe um comentário! Se tiver usado alguma ideia apresentada no texto comente aí como foi, adorarei ler como tudo se deu na sua mesa. Até a próxima.
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2020.09.22 06:06 britojp QUANDO EU ACHO QUE ELE VAI PARAR, ELE CONTINUA

É isso, meu pai tá cada vez mais insuportável, ninguém aguenta, chega uma da manhã do bar mandando eu dormir, sendo que dormindo 2 da manhã, eu acordo cedo, e ele ainda acorda falando que eu não faço nada e já mandando eu encher as garrafas d'água, ainda xinga a gente todo dia, dps que eu olhei no app da carteira de trânsito e falei pra minha mãe que tinham duas multas na mesma avenida, ela falou pra ele e ele ficou bravo e falou que é porque ela sai pra bater perna e pra ficar namorando, sendo que é pra usar o banco 24 horas da padaria, e aquela avenida também tem lugar pra comer e outras agências, ela vai lá todo dia, sendo que quem traiu ela com mulher do bar foi ele, Jean, amigo da minha mãe da academia, chamou ela no portão pra eles irem. A noite ele já reclamou, sendo que o coitado é gay e ainda tá na faculdade, minha mãe tem 48 anos. Hoje mesmo, vou falar em frases pra resumir rápido, tava com o telefone da minha mãe e fui olhar a fatura do cartão no celular pq ela pediu, e tava lá a fatura vencida há 10 dias, e como ela não me escutou e investiu de forma errada o dinheiro que ela tinha, pediu dinheiro emprestado pra pagar a fatura amanhã, sendo que era só ele sacar e dar pra ela ou ir fazer uma transferência, SÓ. Aí dps ele começou a gritar feito um animal, empurrou minha mãe, e bateu a porta da marcenaria, o Loro, meu irmão, até voou do ombro da minha mãe (é um papagaio), isso gritando que ia fuder ele, que ia sujar o nome dele, sendo que sacar dinheiro ou transferir não suja nome, qualquer pessoa com senso sabe disso. Dps minha mãe fez eu ir com ele transferir pra conta dela, o banco do posto perto de casa não tá funcionando, o do outro posto tá dando "limite de saque excedido", dps a gente foi no shopping tentar lá, e pouca gente sabe mas a tela dos bancos 24 horas já é protegida contra isso, eu fiquei do lado dele, meio atrás, e a tela tava toda embaçada, e mesmo assim ele: "DÁ LICENÇA", aquela hora me deu vontade de ir no restaurante do shopping, pegar uma faca, e matar ele na frente de todo mundo, e semana passada eu fui com a minha vizinha no banco do posto pra sacar o auxílio dela, e um cara que tava atrás da gente, perguntou se eu ajudava ele a sacar pq ele não sabia, parecia ter menos de 25 anos, e eu ajudei normalmente, ele não ligou de eu estar na frente dele o ajudando, e ainda ele mesmo, me deu a senha pra colocar no caixa, um cara que nunca me viu na vida confiou mais em mim do que o desgraçado que diz ser meu pai, e ele já fez isso no mercado, deu uma olhada pra trás normalmente e minha cabeça voltou, dps no carro indo embora ele falou que eu tava olhando a senha do cartão dele, isso faz 2 anos, eu nem sabia passar cartão, só ajudava minha mãe a entrar no app do banco, nem isso eu sabia fazer direito ainda, e tudo é assim, briga sempre por causa de dinheiro ou quando minha mãe sai. Eles separaram faz de 6 a 8 meses, e aquele corno fala que vai sair de casa e não sai, ninguém mais aguenta ele, não vou mentir não, minha mãe não é 100% perfeita mas eu amo ela.
Se alguém quiser saber (oq eu duvido), eu sou homem, 13, minha mãe tem 48, e meu pai 55 anos. (Escrevi "pau" sem querer e o corretor corrigiu pra "pai", Graças a Deus). E desculpa pela história longa.
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2020.09.14 13:44 JustCallMeLyraM8 GT DA BROTHERAGEM

GT DA BROTHERAGEM
/cc/
>eu tenho um amigo bem próximo
>amigo não
>ele é tipo um irmão
>amo aquele filho da puta
>vamos chamar ele de Maicão
>nos conhecemos no jardim da infância
>dividíamos o todynho e o biscoito passatempo no recreio
>bolachaéocaraio.mp3
>estudamos na mesma turma até a quinta série quando os pais dele se mudaram pra longe da escola
>ele continuava morando na mesma cidade, mas tava numa escola diferente
>ainda assim nos víamos todos os fins de semana
>nossas famílias se tornaram amigas também
>tudo era um mar de rosas até o final de 2004
>ano 2005
>entra uma aluna nova na minha turma
>o nome dela era Thais
>lembro como se fosse ontem do momento em que ela entrou na sala
>tudo parecia ter ficado em câmera lenta
>o sol batia nela
>o ventilador soprou seus cabelos
>ela marchava como uma égua manga larga do trote formoso
>paudureci naquele exato momento
>o foda é que eu tava em pé naquela hora e a primeira aula era de educação física
>short.gif
>todo mundo da sala começa a rir de mim e a gritar
>me chamaram de pau retrátil porque foi só a menina aparecer que ele subiu
>morri de vergonha naquela hora
>sentei na cadeira e pus a mochila no meu colo
>eu só queria sumir
>até a professora riu
>mas a Thais não
>ela sentou atrás de mim e disse pra eu não ligar pra eles e que eu ficava lindo com vergonha
>caraio vei não pude acreditar
>eu era tão tímido que pedi pra ir no banheiro na mesma hora e fiquei trancado lá até a hora do recreio
>quando o recreio chegou eu pus o dedo na goela na frente da sala dos professores
>acho que vomitei até meu intestino naquela hora
>comecei a dizer que tava passando mal
>os professores me liberaram da escola e fui pra casa mais cedo
>chego em casa e passo a tarde toda tendo fantasias masturbatórias com a Thais
>eu era tão beta quanto aqueles peixes de briga
>quando a noite chega eu corro pra casa do Maicão
>conto tudo pra ele feliz da vida
>Maicão fica feliz por mim
>brodagem.rar
>segue o jogo
>durante o resto do ano eu iria me aproximar cada vez mais da Thais e me afastar cada vez do Maicão
>ele dizia que ela tava me afastando dele mas eu discordava
>dizia que era coisa da cabeça dele
>o tempo passa
>a Thais é promovida à pitanguinha e a distância entre mim e meu brother ia aumentando cada vez mais
>um dia briguei feio com o Maicão quando ele disse que ela tava cmg só por conta do meu dinheiro
>eu não era rico, mas da escola eu era o mais bem de vida
>meu pai era o único que não tava preso e não trabalhava com drogas
>minha mãe não trabalhava na zona
>zoas ela trabalhava sim
>ela agenciava a tua mãe, aquela puta boqueteira
>zoas de novo, minha mãe era artista plástica
>um dia eu acabo falando pra Thais que o Maicão tava se sentindo escanteado
>ela começa a me dizer que era inveja do nosso relacionamento e que ele só queria nos separar
>acabo dando ouvidos a ela e brigando feio com ele
>putaquepariuqueburrice
>nunca devia ter dado ouvidos à ela
>foco no gt
>paro de falar com o Maicão e cada vez mais me entrego pra a Thais
>toda semana era cinema
>lanche na Mc Donald’s
>roupa na Marisa
>minha mesada começou a ser exclusivamente dela
>um belo dia recebo uma mensagem do Maicão dizendo que a Thais tava me traindo
>respondi mandando ele tomar no cu
>ja faziam uns 5 meses que eu não falava com ele e do nothing ele vinha com um papo desses
>ele disse que eu devia ficar atento aos sinais
>não dou a foda pro que ele diz e continuo o namoro
>na semana seguinte vejo ela com uma marca roxa no pescoço
>ela diz que tinha caído da escada
>eu disse que acreditei mas fiquei desconfiado
>nada me tirava da cabeça oq o Maicão tinha me dito
>procuro ele e conto oq aconteceu
>diferente de mim ele não era um filho da puta
>Maicão me ove e depois me conta tudo que sabia
>a Thais tinha vindo da escola em que ele estudava
>ela era conhecida como viúva negra na escola
>ela se prendia à um macho e sugava tudo dele até ele não ter mais nada
>sim, ela tmb sugava o pau
>não, ela não tinha sugado o meu ainda
>Maicão continua a história dizendo que tinha visto ela saindo da casa de um carinha que morava no mesmo bairro dele
>até aí não vi nada demais
>mas ele me disse que ela tinha dado um beijo na boca do cara na saída e quando virou de costas o cara deu um tapa na bunda dela
>ÉOQ?!
>aquela vadia não tinha nem sequer me deixado pegar na bunda dela ainda
>dizia que era só depois do casamento
>eu era beta betoso full +15
>ela me levava pra igreja todo domingo
>acreditava nela sem questionar
>caio no choro e o Maicão me consolou
>disse que eu não tava sendo um bom amigo mas que ele nunca deixou de me ter como irmão
>bolamos desmascarar ela juntos
>ela ia pra casa dele toda sexta de noite
>realizo que era a hora que a mãe dela saía de casa pra ir pro culto de oração da igreja
>caraio_como_sou_burro.jpeg
>chifre.rar
>no dia seguinte falo com a Thais como se nada tivesse acontecido
>ela diz que me ama
>digo que amo ela tmb
>caraio, eu queria matar ela ali naquela hora
>mas amava aquela desgraçada
>feelsbad.png
>sexta feira
>19h
>tava com o Maicão escondido na rua da casa dela
>avistamos a mãe dela saindo de casa
>corremos pra mãe e contamos a história
>mãe não acredita, mas topa ir com agnt até a casa do talarico
>19:30h
>Thais sai de casa com um short enfiado no cu
>pqp pra quê enfiar tanto ssaporra?
>tava tão fundo que ela devia ta sentindo do gosto dele
>seguimos ela de longe
>a vadia entra na casa do moleque
>nessa hora a mãe dela já queria matar ela, mas eu fiz ela esperar
>entrei dando um chutão na porta da frente
>queria pegar ela com a boca na botija
>e consegui
>infelizmente a botija em questão era a rola do cara
>ela tava engolindo o pau daquele moleque com uma facilidade absurda
>nem sua mãe consegue engolir minha piroca tão fácil
>foco no gt
>Thais leva um susto tão grande na hora que morde o pau do cara
>num ato reflexo por conta da dor o cara da um murro na cara de Thais
>ela cai no chão
>a mãe dela comeca a bater nela com uma havaianas e depois começa a arrastar ela pelos cabelos pra fora de casa
>a Thais é arrastada pela rua até chegar em casa
>racho o bico com a cena como mil hienas comemorando a morte do Mufasa
>peço perdão pro Maicão pela cagada que fiz
>Maicão diz que fui um idiota, mas que era o irmão dele e que nada iria nos separar
>dois dias depois Thais chega na escola toda roxa
>tinha apanhado tanto que o conselho tutelar tirou a guarda dela da mãe
>ela chega perto e diz que quer falar CMG
>ignoro
>ela me puxa pelo braço, olha no meu olho e diz:
>como vc descobriu?
>digo que o Maicão me contou tudo
>ela diz que vai pra um orfanato hoje. Só foi na escola buscar sua transferência.
>Kkkkkjkkjjjk
>ela diz que eu posso rir agora, mas quem ri por último ri melhor. Disse também que nunca iria esquecer aquilo e que o Maicão iria pagar por ser x9
>puxo meu braço, dou as costas e vou embora
>ano 2016
>terminei a escola e faço faculdade
>Maicão faz o mesmo curso que eu e estudamos na mesma turma novamente
>full brothers +15
>desde o episódio com a Thais nunca mais tínhamos brigado
>trabalhávamos, tínhamos nossa independência
>tudo ia bem até recebermos o convite para uma festa que rolaria naquela noite
>eu e o Maicão dividiamos o apartamento agora
>o convite veio por baixo da porta dentro de um envelope
>open_bar.jpeg
>o envelope vinha com 2 pulseiras
>as pulseiras davam acesso à área vip da festa onde rolaria os alcoolismo
>ficamos relutante por um momento até abrirmos a carta
>a carta tava endereçada à mim e ao Maicão
>era uma letra de mulher
>não tinha muita informação só dizia que não deviamos perder a festa por nada e que lá tudo seria explicado
>não tinhamos nada à fazer então topamos
>22h
>party.time.jpeg
>logo de cara fomos recebidos por duas loiras peitudas que estavam de camisa branca
>ambas estavam dançando na entrada da festa enquanto se molhavam com uma mangueira
>séélococuzão.rar
>a festa tinha uma proporção de 4 depósitos para cada homem
>a cada dois homens, um era gay
>era tipo o plenário da câmara dos deputados só que ao contrário
>quando entramos no salão principal todo mundo virou pra a gente
>tipo aquela cena do universidade monstro
>as depósitos cochichavam entre elas
>pensamos que tinha algo errado conosco mas a vdd é que éramos os caras mais lindos dali
>na vdd nem éramos isso tudo, mas tínhamos rola e éramos heterossexuais
>feelsalpha.png
>fomos andando até a área vip
>a decoração da festa era cheia de fotos de uma depósito
>era uma ruiva 10/10
>a festa devia ser dela
>tive a impressão que ja tinha visto ela em algum lugar
>áreavip.gif
>a área vip era lotada de bebidas
>não tinha uma depósito abaixo de 8/10
>no buffet tinha camarão e lagosta
>mano do céu era a festa mais foda que eu ja tinha ido
>quando olho pro lado ta o Maicão atracado com uma mina
>dois minutos depois a mina larga ele e agarra outra mina
>ÉOQ?!
>aquilo tava parecendo um bacanal grego
>uma coisa no entanto me incomodava
>quem teria nos convidado?
>avisto a anfitriã da festa, aquela ruiva 10/10
>ela se aproxima de mim lentamente
>mano do céu, paudureci na hora
>só conseguia imaginar eu enfiando o pau tão fundo nela que quando eu terminasse ia ta na camada do pré-sal
>a calça aperta e ela percebe que estou preparado para o abate
>fico sem graça e tento disfarçar
>ela vem por trás de mim, ri e diz que eu fico lindo com vergonha
>gelei na hora
>caraio, era a Thais - pensei
>pergunto se ela era a Thais
>ela ri e me chama de idiota.
>diz que seu nome é Raquel
>caraio, ela nao tinha nada a ver com a Thais
>errei feio, errei rude
>pensei que tivesse estragado minha chance
>raciocinando com a destreza de um crackudo na fissura e digo:
>é porque thaislinda com essa roupa
>ela ri, eu rio, segue o jogo
>nessas horas eu nem sabia mais que existia um Maicão
>só pensava em mergulhar naquelas tetas magníficas
>na boa, se ela fosse minha mãe eu mamaria até hj
>quando olho pro lado o Maicão tava agarrado com duas ao mesmo tempo
>bodyshot.gif
>caraio o Maicão tava levando uma surra de peito na cara enquanto bebia e eu no 0x0
>me aproximo da ruiva já na maldade
>ela chega do meu lado
>põe a mão no meu ombro e fala na minha orelha direita:
>quem é esse teu amigo?
>poooooooooooorra.mp3
>o moleque ja tinha catado duas e agora ia catar a ruiva
>tive vontade de mandar ela se fuder, mas ele era meu brother, não podia prejudicar ele
>nenhuma depósito ficaria entre nós
>não deu nem 10 minutos do momento que disse o nome dele pra ela e ela ja tava agarrada nele
>a ruiva chupava a língua dele como se fosse o último picolé do verão
>avisto uma depósito 9/10 dançando sozinha
>penso em me aproximar, mas antes que eu chegue a ruiva puxa ela e põe na roda com o Maicão
>ja não entendia mais nada
>eu sempre pegava as depósitos +/10 do que ele e agora ele tava numa orgia de bocas e eu sem nada
>começo a beber
>realizo que ta na hora de baixar as expectativas
>avisto uma ananzinha 5/5 escorada no balcão
>me aproximo dela e pergunto se o pai dela era padeiro
>ela pergunta se era pq ela era um sonho
>eu digo que era pq eu queria comer a rosca dela
>sério que anã rabuda do carai
>a anã me dá um tapão e sai de perto
>vsf que festa merda do carai
>comecei a beber descontroladamente pra compensar a frustração
>dou em cima da garçonete
>a garçonete era uma trans
>ela me esnoba e vai embora
>vômito.rar
>caraio nem a mulher com rola me quis
>decido que hoje não é meu dia e que ta na hora de voltar pra casa
>procuro o Maicão pra ir embora cmg
>vejo ele entrando no carro com duas 1,5 depósitos
>pensei que ele tivesse indo pra um motel ou algo do tipo
>ele tava de mãos dadas com a ruiva e com a anã 5/5
>a ruiva olha pra mim, da uma risada e depois um xauzinho
>caraio que raiva daquela ruiva
>me esnobou e agora vai dar pro meu brother
>faço sinal pro Maicão que vou embora
>ele grita “Oklahoma”
>era nosso sinal secreto
>significava que ele ia realizar o ato de socação intra uterina e que eu não deveria incomoda-lo
>entendo o recado, dou meia volta e volto pra casa
>chegando em casa
>tudo girava por conta do álcool
>brinco um pouco com o o Visconde de Sabugosa até ele cuspir
>durmo
>no dia seguinte acordo com dor de cabeça, deitado no sofá
>percebo que tinham 537272717 chamadas não atendidas no meu celular
>todas do Maicão
>imagino todas as desgraças do mundo
>comeco a ligar de volta mas ele nao atende
>recebo uma ligação de um número desconhecido no meu celular
>é uma mulher
>ela ria descontroladamente
>disse que estava na festa o tempo todo me observando
>pergunta se a noite foi boa e se eu peguei alguém
>mando ela tomar no cu e digo que peguei a mãe dela
>ela racha o bico e diz que é impossível pq a mãe dela foi a primeira a pagar oq devia
>gelei na hora
>reconheci a voz
>era a Thais
>ela começa a contar seu plano do mal
>diz que foi parar num orfanato depois daquele episódio
>que apanhou muito da família onde foi parar mas a família era podre de rica
>a família produzia festas tipo o tomorrowland
>viajaram pra fora do país e levaram ela junto
>disse que por muito tempo quis se vingar mas a família não dava a foda
>dois meses atrás a família tinha morrido num acidente de carro e ela ficou como única herdeira
>ela pôs como meta de vida concluir a vingança que passou anos arquitetando
>disse que a festa foi planejada por ela
>que todas as depósitos da área vip foram contratadas por ela baseadas no meu tipo de mulher
>pergunta como me senti não pegando ngm e vendo o meu “amiguinho” catando todas
>respondo que a vingança dela era uma merda e que tava feliz pelo meu brother
>ela racha o bico e diz que a vingança dela não era me deixar sem pegar ngm
>ela queria se vingar dele por ele ter dedurado ela
>pergunto qual vingança há em encher a rola dele de depósito
>você verá - ela me disse
>desligo o espertofone e percebo que chegou uma mensagem do Maicão no oqueapp
>faz uma semana que o Maicão toma mais coquetel que o Amaury Jr.
pica relatada da mensagem
https://preview.redd.it/9o5g9y8ep3n51.jpg?width=1080&format=pjpg&auto=webp&s=3dbefd7c59d10e7b40b9168ddac79176762f8591
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2020.09.10 16:09 henrylore Najiyu Ep 7 - Nós vamos em busca de pistas! Ao trem! Yahoô

H: *olho volta pra cor normal
P: seu olho voltou ao normal
H: ... oq vc acha q ta acontecendo
P: eu nao tenho a mínima ideia
L: ...
Ne: a gente vai ter que ir pra naji
Ar: v-voce tá doida??? não lembra das missões que mandaram você pra lá? ou qualquer pessoa? ninguém voltou!
v-voce tem certeza???
Ne: não, mas é a única coisa q a gnt tem pra fazer
Ar: ... ferrou.
Ne: então, ponce ne?
P: sim
Ne: a gente precisa pegar uma arma pra você então venha escolher
P: ok!
H: Arthurzao? tá tudo bem?
Ar: *olhando fixamente pro corpo da Winry
... é
H: ta claramente vc n tá bem..
Ar: ...
H: quer conversar?
Ar: *fala sem parar de olhar pra cena
só se você jurar guardar segredo.
H: ...
**tempo depois
H: onde é aqui?
Ar: aqui é o bar do Christian, é um velho muito maneiro aqui da ordem
H: hmmmm
L: bem que eu tava com fome mesmo.
Ar: *abre a porta
Christian...
*surge um cara de dentro de uma cozinha, um cara velho, com um cabelo branco curto, e uma barba longa, sem o braço esquerdo, se apoia no balcão apenas com o único braço
Ch: (uma voz meio de um cara velho)
alô? ah, Arthur! oq houve? você sempre me grita meu caro.
Ar: rolou uma coisa meio ruim agora mesmo, a ordem inteira tá em alarme.
Ch: heh morreu alguém?
Ar: ...
Ch: ah.. Winry..
H: como você sabia?
Ch: ah, deixa que o Arthur te conta, eu tenho que fazer as bebidas
L: ce viu isso mano o cara não tem um braço
H: conta aí Arthurzao
Ar: hmmmmm
H: *bebe refri
Ar: mano... eu gostava de Winry e eu ia me declarar assim que as coisas se acalmassem e tal
mas eu acho que isso nao vai acontecer
H: *cospe um pouco de refri e olha pro Arthur
-'
**ali do lado na loja do ferreiro
Ne: *encostada na porta esperando a ponce
escolhe o que você mais acha que vai ser legal pra você
P: hmmmmmm
*olhando pra todas as armas 5 vezes
Ne: ...?
P: hmmmmm...
Ne: quer ajuda?
P: sério, eu não sei
Ne: tá, olha só
*olhando
espadas são pra pessoas que gostam de ir corpo a corpo, mas você tem que estar atenta a todos os lados pra se defender
lanças são pra pessoas que atacam de longe e de perto, são bem equilibradas
e arcos...
P: ARCO é isso eu quero um arco
Ne: horizontal ou vertical?
P: ... vertical
Ne: *tenta alcançar na última prateleira da oficina mas não alcança
...
P: fofinha
*segura a Nevaska e levanta um pouquinho
Ne: *pega o arco *entrega pra ponce
P: hmmmm
Ne: só não temos flechas, a gente vai ter que pedir pro ferreiro faze-
P: nao precisa!
eu dou meu jeito
Ne: mas é so-
P: a gente não tem tempo, vamos amiga
*segura a mão da nevaska e puxa ela pra fora da ferraria
Ne: que
**de novo no bar
H: ... MANO
Ar: ...
H: é mais pesado do q eu pensava...
Ch: *volta e coloca as coisas na mesa
ah que trabalho, heh
L: *colocando o braço pra dentro da camisa pra ficar sem um braço tbm
Ch: ... tá tudo bem aí menino? heh
L: hmmm, tudo bem
Ch: tá querendo ficar sem braço também? heheheh isso é engraçado
L: cara você não tem um braço como assim
Ch: ah querido eu perdi a muito tempo atrás né? tava numa batalha e o cara resolveu cortar ele fora, aí eu fiquei assim né
L: e aí você ficou sem?
Ch: e o que eu poderia fazer? não tem como eu colocar meu braço de volta, infelizmente eu ainda não sou um lego
hehehehehehehe
L: que maneiro!! e o que você fez com o braço
H: -'
Ch: ...heh o... que você quer que eu faça cara? heh
eu queria botar na porta do bar dando oi ali mas acho que seria muito macabro não? heheheh
L: ahuehee
mas isso atrapalha você?
Ch: nah depois eu acostumei! heh
so me atrapalha pra pegar as bebidas mas é tranquilo
L: quer ajuda aí?
Ch: claramente! heh vem ver minhas bebidas premiadas aqui
L: hmmmmm
*vai pra cozinha
H: cara... mas- você não acha que vai superar isso?
Ar: meh talvez
H: escuta aqui talvez a gente consiga achar algo para conversar com ela! tenho certeza de que ela tá feliz com você aqui
e ela ficaria ainda mais feliz se você fosse descobrir e prender o shibaru
Ar: ... você tem razão cara.
eu irei socar a cara desse shibaru
H: tu vem com a gente ?
Ar: não sei...
eu vou pro festival da música, então ajudo vocês lá na investigação
H: ai sim, eu curti
Ne: *abre a porta gente?
**no anoitecer
Ne, H, L, P e Ar: *olhando pra um túmulozinho escrito "Winry"
Ar: ...
H: *da dois tapinhas nas costas do Arthur
Ar: eu vou arrumar as coisas por aqui e logo sigo missão ok?
Ne: acha que consegue cuidar das coisas lá por mim?
Ar: claro, mestre.
Ne: hehe vai lá fica bem tá?
Ar: pode deixar
H, P e L: *com mochilas prontos pra partir
Ne: tão prontos
L: nunca nasci mais pronto
H: pera você nasceu quantas vezes?
P: tambem, quase morreu ali na pirâmide
L: aaaah qualé
Ne: ele não quase morreu gente
**começam a andar
H: como assim
Ne: quando a pessoa está hipnotizada, 80% do dano causado a ela vai pra versão dark dela
então o dano que o lusk tomou era reduzido
por isso que o bicho morreu antes dele
entenderam?
L: entao por isso tu deu um tempão ao invés de me ajudar?
Ne: sim eu sabia q você não ia morrer
H: oloco vc
**chegam numa estaçãozinha de trem
H: "MayGabi"
que isso
Ne: é pra onde a gente vai
*senta no banquinho
L: Esperemos.
Ne: olha só, tomem cuidado tem altos níveis de pessoas aqui que esquecem as coisas no trem
H: ué pq as pessoas esqueceriam as coisas aqui?
Ne: não sei mas tomem cuidado, não esqueçam nada
L: pode deixar
H: *ve o anoitecer
vocês também sentem algo familiar quando olham pras estrelas?
Ne: *olha pro henry
hm?
H: eu não sei eu sempre senti algo quando olhava pras estrelas
é bem... familiar
Ne: *dá um sorriso e olha pra ele
talvez sua infância tenha sido algo tão curioso quanto a vastidão do universo
amnésia infantil é algo comum da gente ter
e resquícios de memória causam...
sentimentos e tal
P: *olha pra Nevaska e olha pra baixo
H: ta tudo bem?
P: nah so lembrei da minha família, nada demais
H: ... quer conversar sobre
P: hmmmmm talvez mais tarde...
L: o trem tá vindo
**trem chegando e freiando la de longe
Ne: ... vamos?
*olha pra todos com um sorriso
H: ... vamos
**trem para
*Lusk entra primeiro
*Nevaska em segundo
*Ponce em terceiro
*Henry por último
Ne: hmmm é por ali
(o trem tem cabinezinhas tipo o trem de Hogwarts)
Ne: vamos dormir separados né?
L: claramente eu não iria querer dormir aqui com nenhum de vocês.
H: *senta na cabine e mexe nos bolsos
hmmm..
*puxa um dos papeizinhos daquelas páginas do diário de raposas
...
*olha fixamente pra página
L: *bate na parede que dá na cabine do Henry
aí, da pra ver a cachoeira q você caiu daqui
H: *olha e vê, atravessando um lago, em contraste com as nuvens escuras e estrelas, a cachoeira lá longe, e uma pequena silhueta de uma casinha, onde só se vê a luz da janela
H: ... eu prometo voltar... é sério
isso é só-
*olha pro lago e vê o reflexo do rostinho da ponce, do lusk e da nevaska nas janelas
...
por um bem maior
*pega a página e guarda no bolso
*deita na mesa e dorme
...
*tempo depois
**acorda com um barulho muito alto
H: ????
*levanta
*olha pra fora e vê o trem parado e um pouco de neblina
alô? gente o trem parou
...
*sem resposta, abre a porta
*olha aos arredores e não vê nada
*abre a cabine da ponce e da nevaska
*vê as 2 dormindo, a Nevaska babando de tanto dormir
vish ninguém acordou
*fecha a porta e vai até o maquinista
*abre a porta do maquinista e vê ele dormindo
ué...
*ouve um barulho lá atrás e olha
??(pessoa com capuz marrom escuro): *sai correndo da cabine da nevaska com uma mochila
H: EI *corre atrás da pessoa
*tenta alcançar a pessoa
??²(um cara com orelhas cinzas e olhos azuis escuro): *aparece na frente do Henry derrubando ele
H: que?? quem são vocês?
*levanta
??²: ah... só... ladrões de trem
H: essa mochila não é de voces, vocês sabem disso né?
??²: agora é, então vê se não enche o saco
H: *abre a porta da cabine do lusk
Lusk, lusk, lusk LUSKKK
??²: ele não vai acordar, a minha amiga aqui botou todo mundo pra dormir
*aponta pra ??¹
inclusive... eu ainda não sei por que você tá acordado
H: eu sou imune a ilusões
*puxa a espada
??²: filosófico
mas não é imune a mim
H: *cai no chão do nada
??²: *faz uma força de gravidade em cima dele empurrando ele pra baixo
você não consegue nem se levantar depois disso?
H: assim não né fi
*olha pra ??¹
*troca de lugar com ela
??²: °°
H: *tenta segurar o ??²
*aponta a espada pra ele
devolve o que tu roubou.
??²: *segura a mão do henry e lança uma rajada de choque nele
H: *leva o choque e perde a chance de atacar
??²: *empurra ele na parede e segura pelo pescoço
... hm gostei de você
*da um socão na cara dele
H: *apaga
**no dia seguinte
H: *acorda
hmmm.... *vê a mesa, tudo onde ele tava antes
foi só um sonho?
*olha pro lado e vê a mochila da Nevaska
....?
que
Ne: *abre a porta
finalmente tu acordou hein-
EI
Q Q A MINHA MOCHILA TA FAZENDO AQUI
EU TAVA DESESPERADA PROCURANDO ELA SEU SAFADO E VOCE PEGOU
H: eu não peguei nada aqui
Ne: o que você queria na minha mochila?
H: de noite, uns caras vieram aqui e roubaram umas coisas
Ne: conta outra, eu teria acordado
H: hmph...
L: VAMO ACORDAAAAA
NINGUEM GANHA DINHEURO NA CAMA JA QUE ESTAMOS EM TEMPOS MEDIEVAAAIS
P: bom dia
Ne: o trem já vai parar
**trem para
**todos descem e olham nos arredores, uma vila muito linda, cheia de estátuas, uma torre do relógio enorme, uma esfinge, e muitas casas extremamente bonitas (não é na areia)
H: onde estamos?
Ne: na vila da MayGabi
**entram na vila
H: ninguém desceu com a gente?
Ne: não são muitos dias que as pessoas vem aqui
experiência própria
H: mas aqui é tão lindo...
??³: oi?
*aparece na frente deles
bom dia sr (uma menina com duas mechas amarelas, e uma roupa vermelha)
??⁴: fala aí (um cara com moletom preto, e um cabelo preto, e olhos azuis[tô me orientando pela skin])
Li: meu nome é Lily sejam bem vindos a vila
Hb: e o meu nome é hbiujkbn
Li: marrapais já manda o nome inteiro?
L: MANO que maneiro
H: WOOOW
P: *olha pra Lily
hmmmmm...
No próximo episódio de Najiyu:
Najiyu Ep 8 A rainha dos gatinhos
🐈
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2020.09.10 15:57 henrylore Najiyu Ep 4 - Bem vindos! A resistência...

Ne: hm?
a-ah! oi, eu-eu não sabia que você tava acordado....
*coloca o violão pro lado
eu te acordei..?
H: não, eu na verdade acordei por acaso, a luz da lua tá muito forte e tals... o que você tá fazendo
Ne: lendas dizem que se chama relaxar
é uma das coisas mais preciosas que os deuses já inventaram para nós, seres vivos hauheheuee
H: hehe... ta tocando violão?
Ne: eu? n-não você deve ter ouvido coisas e tal...
(๑•﹏•)
H: *sobe a escada por completo e vai em direção a ela
o que é isso aí então?
Ne: tá.. eu tava tocando violão...
H: *senta do lado dela
você que fez?
Ne: na verdade não, eu ganhei em uma vila muito fofa, onde tava tendo festival da música... tiveram diversas confraternizações... e me deram esse aqui
H: conte mais
Ne: tinha um garotinho se apresentando, ele era muito legal
e então ele resolveu tentar arrecadar dinheiro com isso, as músicas dele eram muito fofas
e eu não consegui, e dei um dinheirinho pra ele...
daí ele me deu esse violão
H: e ele perdeu o violão então?
Ne: que nada, ele tem uma coleção deles, assim como outras pessoas tem diversos instrumentos lá
...ou tinham
H: tinham?
Ne: a vila foi fechada devido a invasões, se refugiaram aí pra um lugar que eu não sei
H: se refugiaram?
Ne: alguém chamado may e tals
apareceu lá e ajudou eles
H: isso foi fofo da parte dela.... ou dele
né?
Ne: foi sim mas eu queria agradecer aquele garotinho pelo violão... foi muito fofo da parte dele sendo que eu nem sabia tocar isso naquela época
H: mas foi do nada assim?
Ne: eu ia lá todo dia e ele tava lá, e eu sempre dava uma quantia específica pra ele, até que ele me disse que queria retribuir
eu fiquei mal pq ele disse que tava meio sem rumo graças a umas pessoas aí
talvez a gente se encontre de novo, eu não sei
dês de que tudo aconteceu não tem mais sentido ficar vagando por aí
H: o que?
Ne: meh, nao to afim de ficar falando bobagem pra você sentir pena de mim
eu quero que você me veja como a fodona
H: ta mais pra a fofona não?
Ne: *dá um peteleco na cabeça do Henry
H: você lembra do nome do menino?
Ne: hmmmm, não
H: •-•
a bom
Ne: esperava que eu fosse lembrar? hahahahah
você é engraçado
H: eu sou eu ué
Ne: hehehe
*olha pro bolso do Henry e vê um pedaço da foto
ei *puxa foto do bolso
onde conseguiu isso?
H: ah- eu- tava olhando ali e achei e quando- eu achei- eu peguei-
pq eu ouvi o violão e não consegui pensar...
Ne: tudo bem, mas não roube coisas dos outros, não é legal.
H: ...
quem é ela?
Ne: quem é quem
H: ela *puxa foto e aponta pra menina raposa do lado da nevaska
Ne: ...
*fica encarando a foto
a resistência... funciona em grupos e nós duas tínhamos um grupo a gente era líder dele
só que o nosso grupo era declarado um dos mais poderosos de toda a resistência, então as missões mais difíceis eram entregues a nós, então grande parte do grupo morreu depois de um tempo
H: ai...
Ne: mas nós duas éramos tudo, a gente lutava junta a gente era premiada junta
eu amava ela demais
até que....
H: que...?
Ne: a gente descobriu atividades com o selo que tá prendendo as entidades malignas que afrontaram Naji a 14 anos atrás
e então a gente foi abrir
*começa a chorar um pouquinho
e ela foi levada por algo que até hoje eu não sei o que é
H: ...
poxa...
Ne: a sua cor me lembra muito ela
e o seu jeito é o mesmo dela...
eu achei isso curioso
*olha pro Henry com um sorriso e lágrimas nos olhos
H: ...
Ne: é por isso que eu ainda vago talvez pra encontrar ela
mas sozinha...
H: *bota a mão no ombro dela
você não tá sozinha
a gente tá aqui por você né?
;)
Ne: ... :(
:
:)
brigada heri
H: nao é nada heehe
Nevaska, toca uma música aí
Ne: ei *coloca a foto do lado
pode me chamar de neva
*pega o violão
{detalhe: ela tá sem as luvas}
começa a tocar: *beabadobee - coffee
L: *ouve isso
*olha pro lado
hmph o cara foi cortar...
*volta a dormir
**no dia seguinte
Ne: MINUTOS! SAO MINUTOS QUE PERDEMOS MAS QUE NAO PODEMOS PERDER ENTAO VAMOS!
bom dia gente como vcs tão
H: a
bodia
L: Olá.
eu estou bem.
Ne: levantem, eu vou tá esperando lá fora, a gente vai pra um lugar especial
L: iiih, aí. ferrou...
H: Vish
**um tempo depois
**eles caminhando
Ne: então, a gente tem que ir pra um lugar chamado Nira, e lá a gente vai encontrar o qye a gente quer
L: Nira nao é uma vila em Naji?
Ne: sim
H: e lá vai ter?
Ne: uma mini base secreta de você sabe quem, lá a gente pode ter mais informações sobre oq fazer
**chegando lá eles conseguem até ouvir aquela melodia medieval de violinos legais
H: woooow
é uma baita duma vila
Ne: éé meu amigo, as vilas que vieram do reino não são moleza não eles são beeem burgueses, sabe?
H: hmmmm
Ne: *entra num bar
H: boa tarde famiiilia
Ne: *chega no barman e fala
eai, eu vou querer aquela bebida lá, schnitzel, sabe?
L: schnitzel nao é uma comida?
H: shhhh
Barman: ah sim claro, mas eu acho que você vai ter que me ajudar a procurar..
Ne: meninos, venham comigo
Ne, H e L: *entram no lugar lá do Batman
H: caraaaaca quanta bebida
Barman: Nevaska, quanto tempo!
quem são esses?
Ne: são integrantes novos da ordem
pode deixar a gente entrar
BM: sempre né
*puxa uma bebida que na verdade era uma alavanca e abre uma porta
tenham um bom dia
H: valeu
L: boa noite
BM: olha estranho pro Lusk
...
mas tá de dia né?
**eles descem e passam por uma porta aberta que sai de dentro de uma parede e que dá em uma vila meio vale escondida no meio de várias rochas
L: woooooow isso sim é delicioso
H: caraaaaca
Ne: *barulho de canudo
H: ?? Neva onde q vc conseguiu isso aí
Ne: *bebendo suquinho naqueles copos com canudo
ah, eu roubei do barman
tô mó com sede
??¹: EAI NEVASKA!!! QUANTO TEMPO
*da um tapão no ombro dela
QUE BOM QUR VOCE VOLTOU
Ne: aaaaa oiiiiii
H: quem é esse cara lusk
L: eu nao sei
??¹: *quase esmagando a Nevaska de abraço
AAAA
Ne: ah, gente!
*solta do abraço
esse aqui é o Arthur(não é o Art), ele é um dos membros da equipe de vigilância da resistência
a gente é amigo dês de que ele chegou aqui
Ar: Olá. *faz um paz e amor
L: bonito bonito, como vai a sua mãe?
Ar: ah ela vai bem cara, encontrei com ela ontem e tals
*olha pro Henry quieto
E VOCE VOCE É UMA RAPOSA???
H: hmmm... sim?
Ar: CARAAAACA QUE INCRIVEL
NEM SEMPRE TEMOS RAPOSAS AQUI SABIA?
VOCE CHEGAR AQUI É TAK LEGAL
*abraça o Henry
H: *sente o calor do corpo do cara como se ele tivesse ha 6 horas no sol
Ne: *bota mão no braço do arthur

Ar: *solta abraço
hm?
Ne: sabe onde tá o shi?
Ar: lá dentro, xingando todo mundo como de costume
Ne: meeeh que bosta hein
fica bem Arthur, a gente tá indo
*bebe mais um pouquinho do suco
Ar: falow falow, até logo
H: cara simpatico
Ne: ele é, as pessoas daqui normalmente são legais
L: normalmente?
Ne: tem gente aqui que age como se tivesse morrido ontem, e infelizmente é quem a gente tem que encontrar
??²: OOOOO NEVASKA!!!
*da um soquinho na cabeça dela
Ne: Winry?
Wi: muito tempo né?
Ne: eu não venho aqui faz um tempo...
gente, essa é a Winry, ela é da equipe de exploração e ela controla a água
ela é super rápida e super incrível
*bebe mais um pouco do suco
Wi: *dá um tapão nas costas da nevaska
AH QHE ISSO
Ne: *cospe o suco todo
o shi ta dentro do quartel?
Wi: sim.
{percebe-se que elas falam MT sério qnd se trata desse cara ai}
H: ....
**eles sobem numa escadinha que da pra uma árvore e lá eles encontram um escritório cheio de armas e uma cadeira virada
Ne: shibaru?
**vem uma faca voando
Ne: *segura
de novo?
Sh: *vira a cadeira
não vem a três anos, o que você quer agora?
Ne: temos novos membros, pode registrar eles?
Sh: nem se os porcos voarem
Ne: que? como assim não
Sh: você não pode voltar depois de tanto tempo com duas pessoas aleatórias querendo enfiar ela na nossa associação
Ne: como assim, quando eu tava aqui não era assim
Sh: porque você era líder talvez?
Ne: e quando eu saio você muda tudo?
Sh: olha só, respeito e calma são a chave para o universo
então trate de aderir *levanta
{Shibaru tem o cabelo azul escuro usa uma jaqueta preta com uma blusa branca e uma calça jeans e ele é BEM ALTO MESMO deve ter uns 1,80}
Sh: *vai em direção da nevaska
pra sua sorte nos temos missões para vocês e se conseguirem resolver
talvez eu reabra o seu grupinho
Ne: que missão então
Sh: suspeito e tenho quase certeza de que o pessoal do templo da areia tá envolvido com a morte de alguns dragões por la, talvez eles estejam usando algo pra matar eles tendo em vista que um dragão não ia morrer pro elemento areia ou parecido
Ne: °-°
você acha que é um?
Sh: anel...
H: anel?
L: anel?
Ne: ...
Sh: não falou pra eles, Nevaska?
hmmm bem
anéis que carregam ambars com poderes dos antigos guardiões de cada elemento
os guardiões eram aqueles que ensinavam os elementos pros guerreiros qud passaram de geração em geração
Ne: mas aí a ambição subiu a cabeça e mataram os guardiões pra roubarem a sabedoria e o poder
Sh: exato.
recuperar esse poder e talvez restaurar os guardiões seria um dos objetivos da resistência
então, estamos aí pra tudo
Ne: ultimamente esses casos de dragões mortos têm acontecido pra cacete e a gente não sabe o porquê
Sh: poder.
Ne: hm?
Sh: poder.
H: poder?
L: ~FODER?~
Sh: poder é algo que muitas pessoas querem hoje em dia
já que tudo leva a isso
H: como assim
Ne: é oq eu já te disse, o reino manda na gente com poder, e pra revidar a gente precisa de mais poder
então todo mundo aqui procura poder
Sh: menos nos, a gente procura justiça
H: ....
Sh: mas é, se vocês fizerem a missão e recuperarem o anel eu dou o distintivo
Ne: vem com a gente?
Sh: nao, EU tenho coisa mais úteis pra fazer.
eu vou ao palácio do mar
Ne: fazer o que lá
Sh: essa missão em específico vocês não precisam saber.
H: °°
L: ue...
Ne: 😪 complicado
Sh: se me dão licença *abre a porta e sai
H: ... e agora?
Ne: *procurando umas coisas
é, não tá aqui
vamos pro ferreiro
*abre a porta e sai
H e L: ferreiro?
**chegando lá
Ne: *abre a porta que toca um sininho
??³: *olha pra trás {é um cara de cabelo e barba preta, super gigante com uma roupa de couro e uma calça}
OOOOO NEVASKA
Ne: eai ferreiro
??³: Oooo quanto tempo
H: ola... ferreiro né?
Sa: meu nome é Sakiro mas pode me chamar de saki
H: saki... legal
L: SAMUEL?
Sa: nao, saki.
Ne: a gente pode entrar aí e escolher algumas armas?
no caso eles né
a gente vai numa missão agora e-
Sa: OOOOO MAS POR QUE NAO PEDIU ANTES?
entra aí
H: woooooow
L: quanta coisa
Ne: escolham qualquer uma
H: *vê uma espada 3 vezes maior q ele
essa não
*vê uma adaga
essa também não
**enquanto ele tá mexendo cai uma espada na cabeça dele
AI u-ue
*olha pra espada e vê o reflexo do próprio rosto nela e no cabo de ouro
{pensa numa espada de pirata, é isso aí}
H: BELEZA EU VOU PEGAR ESSA AQHI
L: *pensando
Ne: eai, não vai escolher não?
L: EU TO PENSANDO Ô TIA
*vê uma espada que chega perto de ser uma ninjato mas não é (é tipo a espada do kazuma)
eu acho que... não. espada é coisa de político.
tem um arco não?
Ne: tem esse aqui *pega um arco bolado horizontal digno de um legolas
L: OOOO ISSO É MELHOR QUE A LEGISLAÇÃO DA INDONÉSIA
Ne: então tá decidido! aqui, ferreiro, são essas
Sa: *pega as espada do Henry e remenda ela e tal
*troca a corda do arco
prontinho, tá aqui suas armas
H: OOO GG
L: MULEEEQUE
Ne: hehehe agora vamos!
**saem da loja
Ne: antes da gente ir, tem algo que eu tenho que mostrar a vocês...
*vai em frente a uma parede
*tira uma das luvas e lambe o próprio dedo
*põe o dedo na parede e a parede começa a abrir
**se revela um grande estádio dentro de uma caverna
H: OOOOO
L: OOoo
Ne: a gente tem que treinar, vocês são meio toscos ainda
SEJAM BEM VINDOS!!! A Teikō
a arena de treinamento da resistência!
H: !!!
L: woooooow
Ne: vocês nunca lutaram de verdade né
**se posicionam a Nevaska de um lado e o Henry e o lusk de outro
Ne: AGORA EU VOU TREINAR VOCÊS DE VERDADE CARAMBA
*a voz dela ecoa
H: AI SIM
L: finalmente serei treinado..
Ne: PRIMEIRO, HENRY
H: oi
Ne: toma cuidado com a sua cauda, raposas são extremamente sensíveis aí, e isso é a nossa fraqueza
ENTÃO NAO DEIXA ACERTAREM AÍ
L: é, realmente, acertar lá atrás seria desinteressante.
Ne: E LUSK VOCE LUTA MUITO BEM
MAS PROCURA FOCAR NO SEU ELEMENTO
L: BELEZA
H: então o que faremos?
Ne: a gente vai descobrir o seu elemento
H: MEU?
Ne: E EU VOU ACABAR COM A RAÇA DE VOCÊS QUERO NEM SABER
*estende as duas mãos e forma a lança de gelo de novo
*começa a girar ela
*para de girar e bate com ela no chão criando um pouco de gelo em volta de si mesmo
*cria um casulo de gelo em volta de si mesma
PRIMEIRA COISA, VCS VAO TER Q ME ACERTAR AQUI
H: ...
L: ...moleza
*faz uma bola de ar
ESFERA DO REDEMOINHO
*joga bola no casulo de gelo que bate mas não causa efeito
H: puts queridão acho q sua bala de ar comprimido não deu muito certo
L: CALA A BOCA TA LEGAL? EU TENTEI PELO MENOS
H: *corre pra cima do casulo e acerta com a espada
*tenta fincar ela
Ne: *faz espinhos de gelo em volta do casulo e joga o Henry pra longe
H: hmmmm *olha o casulo se quebrando quando ela faz isso
°°
LUSK
o casulo fica fraco quando ataca
L: hmmmm...
H: se liga
*finca espada no chão
*sai correndo pra dar um soco no casulo
Ne: *faz os espinhos de novo
H: *troca de lugar com a espada que acerta e racha o casulo
L: gg mas agora você perdeu sua espada né mané
H: VOCE TEM UM FUCKING ARCO ACERTA AQUILO ALI
L: acertar é comigo mesmo
*mira certinho e lança a flecha mas ele erra
H: CACETE VOCE QUER UM OCULOS
to vendo que não vai dar certo fazer isso
faz outro redemoinho de não sei o que lá aí
L: se chama... ESFERA DO REDEMOINHO
*joga a esfera na rachadura que estoura o casulo e da uma grande ventania
Ne: hmmmm beleza
H: hm?
L: •~•
Ne: nada mal, foi mais rápido do que eu pensava...
mas vocês não tão num talk show então não é bom ficar conversando alto
*estende a mão e prende os pés do lusk com gelo
H: *vai pra cima da nevaska e ataca com a espada
Ne: *defende com a lança e chuta o Henry pra longe
*coloca a mão do lado da boca e cria uma bola de neve
BOLA DE NEVE
*lança no Henry
H: *desvia da bola de neve q bate na parede ali
eu nunca pensei que lutar seria tão maneiro
Ne: *olha diretamente pro Henry
hehe..
agora se prepara pro
L: AAAA SUA MALDITA
*atira uma flecha nela
Ne: *cria uma parede de gelo que para a flecha
L: oh
Ne: *vai pra cima do lusk que já tá solto
sabe qual a desvantagem de ter uma arma de longo alcance?
É QUE VOCE NAO ATACA DE PERTO
*acerta uma lançada na cara dele que joga ele pra longe
L: maldita cabeçuda
*junta as mãos
TORNADO BOLADO
H: é cada nome
L: *joga a Nevaska longe
Ne: Henry, tem uma coisa que eu quero te ensinar
*faz uma bola de neve
H: o que?
Ne: REBATE ISSO AQUI
*joga no Henry
H: O QUE
*leva uma bolada muito forte de neve no estômago e cai no chão
ai
Ne: peguei pesado?
H: *levanta VICE NEM ME FALA COMO QUE REFLETE COMO É QUE EU VOU SABER
L: O SEU COLCHONETE
Ne: aiaiai
HENRY
H: oi
Ne: direciona a sua mana pra espada
*estende a lança e faz o mesmo
*fecha os olhos
assim que você faz isso, a mana é como um espelho que reflete mínimas partículas de luz fazendo você ver a sua própria cara
é mais ou menos isso
mas concentrando com velocidade
você reflete o ataque e ele se torna seu
pensa num espelho
*olha pra lança e o reflexo dela mesma na ponta feita de gelo
H: como um espelho?
Ne: *lança outra bola de neve nele
H: espelho...
*consegue sentir a mana fluindo na lâmina
*e então quando chega o ataque ele sente a velocidade e vai com tudo direcionando o ataque de volta como se fosse ele concentrando a mana na espada
REFLEXO DE LUZ
Ne: *desvia
**bola de neve explode atrás dela
é isso, uma habilidade exclusiva das raposas
H: wooooah
L: E EU?
Ne: ei lusk, foca mais em um só ataque, depois você pensa nos outros
eu gostei muito dessa sua bolinha
H: a bola de gude arejada?
L: É ESFERA DO REDEMOINHO SEU HERBÍVORO
mas então...
*faz a esfera na mão
DEPENDENDO ELA FICA MUITO MAIS FORTE
*concsntra todas as energias nela e faz uma super bola maciça na mão
pesado
*lança ela bem rápido na direção da nevaska
Ne: *DESVIA MUITO POR POUCO
QUALÉ MANÉ TA TENTANDO ME MATAR
L: nao era esse o objetivo
Ne: CLARO QUE NÃO
a enfim, eu acho que tá tudo bem por agora
*bate a lança no chão e quebra ela
VAMOS NESSA PESSOAL
**chegam na porta de um caminho de árvores
{la tem um monte de cavalo preso, e olhando tem vários mapas e plaquinhas mostrando onde tão as vilas}
Ar: *segura ombro da nevaska
nevaska, você acha que vai ficar tudo bem com eles?
Ne: sim, eu confio neles
você não?
Ar: eu nunca disse nada
[obs: quando o Art aparecer a sigla dele ou vai ser AT ou ART mesmo]
Ne: eu tenho que ir
*puxa um cavalo
H: um cavalo só?
L: ele aguenta?
Ne: eu e henry valemos por 0,5 pessoa e o lusk por 0,8
L: como você calculou isso?
Ne: eu não calculei
L: porra.
**sobe Nevaska na frente, Henry no meio, e lusk atrás
(o cavalo nem sequer se mexe, parece a coisa mais fácil do mundo levar esses 3)
Ne: viu?
L: meu deus quantos quilos vocês tem?
Ne: vamos!
*faz um movimento lá e o cavalo começa a andar pra longe
Ar: *olhando
Wi: *encosta no Arthur
Arthur eu encontrei algo estranho...
Ar: o que houve
Wi: no quarto do shibaru... ele deixou umas anotações...
*mostra pro Arthur
Ar: *lê
*vê desenhos de um cristal da água e um guardião
guardioes de agua?
Wi: *vira página pra ele
Ar: ... *lê
Hoje eu ------(folha arrancada)
e me inflitrar na ordem ---------
roubar um certo alguém
Ar: você acha que?
Wi: sim.
Ar: vamos investigar isso
*saem correndo em direção a casa principal
...
No próximo episódio
NAJIYU EP 5
Escrituras de uma antiga pirâmide de espelhos...
🖤
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2020.09.07 04:46 CraftedBot Oi pessoal, preciso desabafar

Oi pessoal, sei que o grupo não é muito ativo e que ninguém aqui deve se importar comigo. Mas aconteceu algo muito pesado comigo essa semana e esse grupo é o único lugar em que eu sinto que posso desabafar e ser ouvido sem que me julguem. Eu e minha namorada namoramos há quase dois anos e em todo esse tempo quando ficamos juntos é na minha casa ou em qualquer outro lugar, exceto a casa dela. O pai dela me despreza. A primeira vez que nos conhecemos ele foi legal e simpático, até que perguntou o que eu fazia da vida. Estudo ciências sociais na USP, quando eu disse isso ele fechou a cara na hora e mudou de assunto. A família deles é bem humilde, o pai dela tem um barzinho/restaurante onde toda a família trabalha, exceto minha namorada, que é a filha mais nova e foi a “escolhida” pra ser “alguém na vida”, então o pai dela é bastante protetor. Depois da revelação de minha carreira acadêmica a janta mudou, a conversa continuou em outros assuntos, mas eu fui completamente excluído dela, a única pessoa que tentava me trazer pro assunto era minha namorada, mas a mãe o pai e os irmãos dela me ignoravam completamente. Quando cheguei em casa ela me mandou uma mensagem dizendo que o pai dela tinha mandado ela terminar comigo, falando que eu era vagabundo, não prestava e ia só atrapalhar na vida dela. Ela cursa direito e pra família dela eu sou um peso que ela vai ter que sustentar. Isso foi no primeiro mês de namoro, eu estava completamente apaixonado por ela (e ainda estou) e disposto a enfrentar qualquer adversidade para que o nosso namoro seguisse. O único dia que o restaurante deles não abre é domingo, então fui lá logo na outra semana pra resolver qualquer desentendido. Quando cheguei a família toda estava vendo Faustão, inclusive as namoradas dos irmãos e ninguém quis conversa comigo, sequer levantaram do sofá para me cumprimentar. Não quis atrapalhar o programa então eu e minha namorada fomos para o quarto esperar uma situação mais propícia para o diálogo. Mal havíamos fechado a porta e vem o pai dela batendo com tudo na porta e escancarando ela (ele não é alto, mas é daqueles carecas gordinhos com cara de brabo que quando vestem regata, bermuda e havaianas ficam parecem um botijão gigante.) ele começa a gritar que não queria porta fechada nem vadiagem na casa dele e deu um discurso cheio de indiretas me chamando de vagabundo e praticamente me expulsando da casa deles. Não fui embora. Ficamos estudando e de quando em quando o pai ou um dos irmãos ia ver o que estávamos fazendo. Diversas situações similares foram acontecendo até que decidimos que era melhor desistir e evitar a família dela. Fomos assim por mais de um ano. Nesse tempo eu fui estudando mais sobre o agronegócio e a indústria da carne e decidi virar vegetariano em junho do ano passado. Conversamos bastante sobre isso e ela sempre foi muito interessada, até que semana retrasada ela decidiu virar vegetariana também. Ela, é claro, não contou pra família dela porque medo de que iriam surtar, mas convenci ela que se abrir pra eles seria a melhor coisa, que eles iriam entender e que eu poderia ir com ela. Esse foi meu erro. Ela achou legal de fazer a revelação no restaurante da família, servindo um prato vegetariano pra mostrar que é fácil e possível. Como eu já disse, o restaurante é bem simples, o buffet é basicamente arroz, feijão, batata frita, bife e umas saladinhas (por saladinhas entenda alface, tomate e de quando em quando salada de batata). Quando saímos da faculdade fiz questão de pedir um Uber pra gente chegar no restaurante mais rápido enquanto o pai dela não tá no horário de descanso (ele dorme numa rede nos fundos do bar). Chegamos lá perto da uma da tarde. Era quarta feira e o lugar estava bastante movimentado. O irmão dela, que fica no caixa, deu um sorriso quando entramos, mas desfez logo que viu que a irmã trouxe o namorado. Minha namorada vai pro caixa falar com o irmão dela e diz pra eu já ir me servindo e procurar um lugar. Eu to bastante nervoso e me arrependendo desde que vi a cara que o irmão fez ao me ver, mas me sirvo mesmo assim. Já estou com o prato servido e vou até ela, agora atrás do caixa falando com o pai e com a mãe, paro, os pais dela me olham, meu sogro com a cara fechada sequer acena com a cabeça pra mim. Minha namorada faz um sinal com a mão me chamando. Vou até ela, ficando desconfortavelmente próximo do pai dela. Ela pega a minha mão, eu fico segurando o prato com uma só e diz: “Eu decidi virar vegetariana”. Ela sequer havia terminado a frase, bastou o pai dela ouvir “virar vegetariana” que ele virou a cabeça com uma velocidade descomunal em minha direção, mas ele não olhou pra mim, como eu pensei que faria, estava olhando pro meu prato. Arroz, feijão, alface, batata frita e nada de carne. Eu olho pro prato também percebendo agora meu erro e quando ergo a vista ele me encara com aqueles olhos furiosos. Não fui capaz de absorver inteiramente o quanto de ódio existiam naqueles olhos, porque ele deu um tapa no meu prato de baixo pra cima, sujando minha camiseta azul celeste do Carl Sagan de feijão e interrompendo qualquer raciocínio que corria pela minha mente. O prato estraçalhou no chão e antes que o quebrar do vidro pudesse irromper pelo restaurante e o burburinho dos clientes fizesse perceber-se silenciado meu sogro já estava gritando. “TU FEZ ISSO COM ELA!” “ESTRAGOU MINHA FILHA!” ele me dá um empurrão contra o balcão, minha namorada recua assustada, eu tento sair pelo lado, mas ele bloqueia o caminho, minha namorada chorando tenta segurar ele, mas minha sogra a segura mais forte. “VAI JOGAR NO LIXO O ESFORÇO DA MINHA VIDA TODA! SEU MARGINAL!” Eu tava bem passivo até que ele falou isso, ele não sabe quem eu sou, só tem preconceitos contra mim. Não sabe o quanto eu amo a filha dele e o quanto só quero o melhor pra ela. Eu já tinha tentado expressar isso no diálogo, agora ia ser na porrada, sem palavras, só sangue. Dou um empurrão com toda minha força e na fresta de tempo que abre eu pulo o balcão pra ter mais espaço para brigar, já enquanto pulava vejo uns tiozinhos numa mesa, sob ela uma litrão de Skol que eu penso em usar como arma. Pulo o balcão, pego a garrafa, enquanto isso ele veio dando a volta no balcão que nem um touro pra me pegar. Segurando a garrafa pela boca eu bato ela na mesa, o vidro se quebra e eu ergo a ponta estraçalhada e afiada diante de mim, pronto para defender minha honra e a de minha amada daquele botijão colossal. Com a garrafa diante de mim e a criatura se aproximando eu olho por um instante para o vidro amarelado que seguro em minhas mãos. Vejo, no reflexo, a entrada do restaurante atrás de mim, e passando rápido pela rua o que parecia ser uma aeronave pequena não tripulada, logo atrás uma espécie de exoesqueleto metálico armado com uma metralhadora, de repente, um estrondo ensurdecedor seguido de um clarão. Era o início da era das máquinas.
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2020.08.17 23:19 sisters0fmercy Quais são suas experiências mais engraçadas ou horríveis em encontros amorosos?

Olá, pessoal! Hoje, como efeito da quarentena, andei pensando muito sobre experiências anteriores de encontros amorosos meus que foram bem ruins. Por isso decidi perguntar aqui se alguém teria mais histórias engraçadas ou de completo terror pra compartilhar por que já vi isso em subreddits norte-americanos mas queria saber histórias daqui tbm.
Segue a minha: Marquei de encontrar com um menino que eu conversava há um tempo na internet para passarmos a tarde na praia. Era meu aniversário então eu avisei a ele que alguns amigos meus também iriam pra se divertir com a gente. Ele topou então marcamos, tudo ok. Quando chegou o dia, eu e meus amigos nos encontramos e começamos a conversar, beber e ouvir música na praia. Enquanto isso, o menino não aparecia e nem respondia minhas mensagens.
Passadas umas duas horas ele apareceu e disse que tinha dormido sem querer durante a tarde e pediu desculpas. Eu falei que tava tudo bem afinal eu não tinha passado aquele tempo todo sozinho e estava era me divertindo. No entanto, ele insistiu de ir mesmo eu perguntando pra ele se tava tudo bem pegar ônibus quase anoitecendo e tal, não era o melhor horário. Ele insistiu e eu disse ''ok, nós estamos indo pro bar X agora então desce lá pq é mais próximo da sua parada de ônibus''.
O problema era que meus amigos e eu já estávamos bem bêbados pq isso já fazia umas 4 horas que a gente bebia. Acabou que no meio do caminho nós decidimos ir pra outro bar e o menino desceu do ônibus do OUTRO lado da praia. Ele então teve que vir a pé até onde estávamos. Quando ele avisou que tinha chegado eu fui buscá-lo na frente do bar já bem bêbado e quando fui voltar pra mesa eu acabei me perdendo pois não sabia mais onde era a minha mesa kkkk. Fiquei uns 10 minutos rodando com ele até que quando encontrei a mesa que eu tinha deixado todo mundo conversando normalmente a situação tava diferente.
Todo mundo na mesa tava cantando super alto uma música de pagode junto com uma BANDA. Sério, nesse meio tempo surgiu uma banda de pagode tocando junto com a minha mesa. Eu ri de nervoso pq o menino já tava com a cara toda amarrada mas insisti em tentar fazê-lo se divertir mesmo com os contra-tempos. Ofereci uma bebida e por mais que eu e o resto das pessoas tentassem interagir, ele continuou monossilábico e de cara amarrada com a situação.
Não deu 20 minutos no bar e nós decidimos ir pra outro canto. Todo mundo queria ir pra outro bar próximo dali mas só o bendito menino queria ir pra OUTRO canto. Acabou que eu disse que eu ia seguir com o pessoal e ele fez uma careta de que iria encontrar com outros amigos no lugar que ele queria ir. Fomos pro nosso lado e ele foi pro dele sozinho. Nunca mais nos falamos.
Sei que não foi um horror mas foi um dos maiores perrengues que já passei. Vocês tinham que ver a cara EMBURRADA dele mesmo que eu tenha insistido muuuuito pra remarcarmos pra outro dia. Hoje em dia eu dou risada. E vocês, já passaram por algo assim?
TLDR: Marquei um encontro com um menino que demorou a aparecer. Quando ele chegou todo mundo estava muito bêbado e ele de cara amarrada.
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2020.08.14 10:08 Gustahduarte the history of my life

Bom neste texto irei contar um pouco da minha historia, e gostaria que dissessem aí nos comentários o que vocês acharam e se querem uma continuação comentem aí ok, então... acomodados ? vamos lá. tudo começa quando eu nasci "obvio" logo quando nasci meu pai foi preso e minha mãe bom ela não tinha interesses em me criar e acabou me abandonando, literalmente no portão da minha vó, que a principio não queria me pegar porém por insistência do meu avó, acabaram ficando comigo. no inicio era só eu meu avô e minha avó, com meu pai preso e minha mãe tendo me abandonado foi meio complicado para mim entender a situação, conforme fui crescendo não entendia o por que de meus pais nunca irem no meu aniversario, ou nunca aparecerem para cuidar de mim, e basicamente fui me virando sozinho já que meu vó trabalhava na rua e minha vó ajudava. então não tinha ninguém para cuidar de mim, então desde de cedo tive que aprender a cozinhar, lavar, passar e aprender que ninguém ficaria feliz quando me visse. a minha família por parte de pai no inicio foi compreensiva, porém pelo fato de ele ter sido preso logo não quiseram mais saber de nada que me envolvia, meus tios e tias não me viam mais, minha biza avó não se importava comigo, eu era excluído das festas de família ou qualquer outro tipo de reunião. então como podem ver estava sozinho sem ninguém basicamente todos os dias me perguntava quando veria meu pai ou minha mãe, até que minha vó me disse que eu nunca veria minha mãe por que ela me deixou, fiquei super chateado pois eles diziam que ela estava longe viajando e que voltaria, quando ela disse isso não acreditei, simplesmente chorei, não tinha emocional para aquilo na época, então tive que aceitar que fui abandonado pela pessoa que deveria me amar, cuidar de mim, me proteger e me ensinar a viver. sobre o meu pai já sabia da sua situação, a partir dos meus seis anos de idade comecei a visitar ele na cadeia, e por um tempo isso foi bom, pelo menos ver ele e era incrível, até que quando fiz oito anos ele saiu da cadeia e fiquei super empolgado, pois ele dizia que quando saísse nós íamos ser muito felizes, porém ele estava diferente, frio e cruel e tentava me colocar contra meus avós, usava diversas drogas na minha frente, e até mesmo me deixava sozinho em casa tarde da noite "eu morria de medo" e quando ele chegava bêbado "descontava' em mim se é que vocês me entendem, e por um tempo foi assim. até que minha avó viu ele usando drogas na minha frente e expulsou ele daqui, ele foi embora. e depois fiquei sabendo que ele avia criado uma família, em outra cidade, com outra mulher e se tornou alguém melhor, e isso me fazia pensar "será que sou eu ?" eu cresci me culpando por minha mãe ter me largado, por meu pai não querer ficar perto de mim, por eu não ter nenhum amigo. pois nenhum pai deixava seus filhos brincarem comigo, por já saberem da vida do meu pai, e que ele já avia roubado até casas aqui na vizinhança e etc... e quando o problema não era os pais as crianças por si só me achavam estranho e faziam bulling comigo, meu único amigo era meu avô, isso quando eu conseguia ver ele, pois ele era muito ocupado. porém nunca me deixou faltar nada, sempre comprava tudo do bom e do melhor para mim, porém ele e minha avó não entendiam que o que eu mais queria dinheiro nenhum poderia me dar, o tempo foi se passando e meu vó conseguiu construir um bar que ele tanto sonhava, ao lado de nossa casa, assim ficando mais próximo de mim. nessa época ainda sofria bulling, e já avia me dado conta de que estava com depressão e ansiedade, fui levado a vários médicos para tentar me "ajudar" porém só receitavam remédios, que na maioria das vezes eu não tomava, pois tinha medo de ficar viciado e depender disso, então tentava me alegrar sozinho. e assim foi indo a minha vida sofrendo bulling, com problemas familiares, com depressão e ansiedade, e sem nenhum amigo. ainda me culpava muito pelo assunto dos meus pais, mesmo muitos dizendo que não era minha culpa, mais não importava o quanto gritassem isso para mim eu nunca entendia e sendo sincero até hoje não entendo, pois continuo com todos esses problemas que citei para vocês que aconteceram a anos atrás. Bom ainda tem muito para contar, porém isso fica para uma outra hora, se vocês quiserem, é claro, obrigado por tirarem esse tempinho para ler esse post gigante kkk e é isso tmj <3
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2020.07.14 16:30 galoccego Relato de um ex-barman

ESSE RELATO NÃO É MEU, ENCONTREI NO FACE E COMO ACHEI MUITO INTERESSANTE DECIDI TRAZER PARA O REDDIT.
Relato da internet: Parte 1 Já trabalhei como barman e observando bastante a vida dos que estavam do outro lado do balcão, tudo o que já falaram é verdade.
Entradas para as mulheres são sempre cortesias. Os homens pagam caro. E não se enganem achando que as mulheres não pagam a entrada, quem paga são os homens. Se a entrada na noite custa R$ 30,00 pra um homem, a verdade é que é R$ 15,00 masc(a dele). e R$ 15,00 femin(de alguma menina que entrou "free"). Os donos de bares jamais levam prejuízos e nada é de graça. No bar que eu trabalhava, o dono fazia "descontos" para os amigos, e usava esse argumento.
Nos bares sempre tem as bebidas originais bem guardadas, que são destinadas aos Vips. Geralmente, os alfa$. Os ricos chegam, as bebidas de qualidade vão todos para eles, e pegam mulher com o rodo. Já os pobres coitados que não são ricos, consomem bebidas falsificadas e não pegam ninguém.
Nesses lugares, o que mais vi mandar em tudo é o dinheiro. Quanto mais rico o cara for, mais mulher ele consegue. E nunca vi um alfa físico sair ganhando de um rico. A ordem de prevalências pelo que já constatei é:
  1. Ricos.
  2. Caras que tem o shape massa.
O resto nem entra, porque gordos, magrelos, baixos, pobres, etc, só levam prejuízo na balada. Prejuízo financeiro e EMOCIONAL. Quando conseguem alguma coisa, é no final da noite com alguma feínha que foi rejeitada pelos alfas. Quando a balada está terminando, e aquelas meninas que foram rejeitadas pelos alfas estão voltando para casa chateadas com a vida, é onde os zé ninguéns conseguem alguém. A única chance para o cara mediano na balada conseguir alguma coisa, é no fim dela. Pois mesmo uma vilena numa balada se sente uma rainha, e despreza todo mundo, com um ego gigantesco. Elas fazem isso porque se acham dignas apenas dos alfas. Mas quando os alfas as dispensam e a rejeitam porque acharam outra mulher mais atraente, é um tiro bem no meio do ego dela, pois ela passou a festa inteira dispensando os medianos porque se achava digna apenas do alfa, e agora no final ela vai embora sozinha sem ninguém? Aqui é onde o emocional está fragilizado e onde o homem mediano terá mais chances de conseguir alguma coisa com uma menina mediana ou feia. As bonitas, esqueçam. Não tem nem como se você não for alfa.
Se a intenção é pegar mulher, se for ao puteiro gastará bem menos financeiramente, não terá desgaste emocional, e o risco de pegar DST é o mesmo da mulher baladeira. Se brincar, é até menor. Se não for rico, beberá bebidas falsas, terá prejuízo, e saíra com o emocional destruído de lá, achando que o problema do mundo não te aceitar e te enxergar é seu.
Já vi muitos clientes homens medianos, indo pagar sua conta cabisbaixo, sem graças, com dois ou três amigos tudo desanimado porque vão embora sozinhos dentro um carro. E outros fingindo que só foram na balada pra curtir, que embora não tenham pegado ninguém, se divertiram e etc. O que é mito.
E tem um monte de mulher que paga de santinha falando que vai só pra curtir e ver o Dj, ou porque gosta de tal banda e etc, mas vai só pra dar toco. Não gostam de transar, não gostam de beber, não gostam de nada, só de se sentirem poderosas. Até os alfas penam nas mãos dessas mulheres em baladas.
Em baladas, o único que ganha realmente é o dono da boate. Pois ele ganhou um lucro exorbitante nas bebidas que vendeu(porque TODAS as bebidas são compradas a preço de banana, se você paga R$ 250,00 numa garrafa de whisky, pode ter certeza que ela foi comprada por R$60,00 no máximo, e se for falso, R$ 20,00 ou 30,00). Para constatar isso do preço, é bem simples, vá um supermercado e olhe o preço da garrafa. Depois divida ele por 2. E compare com o preço que você pagou na boate. No bar que trabalhei, compravam latinhas de Antartica por R$ 1,45 no próprio supermercado, e revendiam a R$ 5,50. Quando compravamos direto da Ambev, havia longneck que pagamos 0,90c a unidade, e revendiamos a R$ 6,00 ou R$ 7,00. O dono sempre tem mulher no pé dele, e mulher top. Ele nunca fica "desamparado sexualmente". O status do cara de ser dono de uma boate, desbanca todos os alfas.
Na minha opinião boate é um prejuízo de todas as formas possíveis, exceto para o dono. Mesmo para os alfas e ricos, é um prejuízo tanto financeiro como emocional. Pois você continua pagando pra comer a menina e se desgatando emocional fingindo interesse, competindo com outros machos e etc., mas eles não ligam, né?
Parte 2 Baladas é tanto o puteiro para mulheres, como disseram, como também é armadilha para bobos. É bom mostrar os outros aspectos que prejudica o homem, não sendo só as mulheres, para que possam ficar alertas. Todos os panfletos, as propagandas, as pulseiras de camarote, os copos e bonés e outros brindes... Tudo isso é friamente pensado pelos organizadores da festa para vender uma ilusão enorme, de tal forma que faça o nerd jogador de minecraft sentir vontade de sair de casa e ir lá e gastar seu dinheiro achando que vai se dar bem, de fazer a mais alta piranha sonhar que vai encontrar o Eike Batista dela lá dentro. Observem bem na cidade de vocês como são as propagandas, se você esquecer seu bom senso um pouquinho, você vai cair no conto de que balada é o melhor lugar para ir e ser feliz.
Por trás dos autofalantes, dos graves, do neon, daquelas pessoas fingindo ser felizes, está um máquina pronta pra sugar seu dinheiro. A intenção é sempre pegar o dinheiro do homem. É por isso que eles também lotam de mulheres, quanto mais cheio de mulher um lugar estiver, mais homem disposto a perder tudo o que tem. Mulheres são as iscas, a massa de manobra, para juntar homens fracos emocionalmente e sugarem seu dinheiro. Em uma análise bronca, pode-se dizer que boate é uma das coisas mais anti-homem já criadas. Porque ela nunca prejudica as mulheres de fato, somente homens. Pois mesmo as mulheres sendo apenas iscas, elas ganham emocionalmente e ganham a chance de encontrar um bobo para ser provedor (e acreditem, tem muito playboy que assume uma bomba dessa).
E depois que o camarada entra lá dentro, ele vai ser vampirizado financeiramente o quando puder. A vampirização emocional é só a consequência de ser bobo. Eu mesmo comprava maços de Carlton por R$ 6,50, e vendia cada cigarro picado por R$ 2,00. Eu ganhava em torno de R$ 30,00 por maço, pois na boate não era permitido vender e fumar, mas o cigarro é um símbolo de status que todo mundo lá dentro quer, até quem não fuma quer fumar pra poder ser notado, e quem se aproveitar disso... Será que é errado? Não sei. Eu fazia. Sei que quando meus maços acabavam, os caras ficavam tão fissurados que saíam da boate, iam até os postos de combustíveis, compram cigarro e voltavam. Só pra poder senta na mesa fumando. E a mesma lógica vale também as drogas ilicitas (que eu não vendia, mas quem vendia ganhava uma puta grana).
O ambiente geralmente é tão baixo, que as pessoas que estão no camarote, com pulserinha e copo estilizados por exemplo, esnobam as pessoas que estão na pista. Mulher então? Elas faziam questão de mostrar que são apenas para os vips lá de cima. As mulheres quando sobem para os andares superiores, elas se sentem como verdadeiras deusas. E falo isso porque, eu trabalhei no bar de camarote, e minha função era apenas preparar coqueteis e servir bebidas, nada mais e também não abria nenhuma exceção pra favorzinho. E ouvia muitos sapos de mulheres dizendo que estudam medicina ou direito, que estavam acompanhadas de fulano de tal, que eu tinha que fazer o que eles mandavam... E eu nunca fazia. Só me restringia ao bar. Já tive que chamar segurança pra me defender porque os ricões, além de bobos, ainda queriam pagar de machões e iam lá tirar satisfação do porque não levei algo para a mesa deles etc, sendo que tinha garçom pra isso. Alias, os garçons... Pobres coitados! Eram o que mais sofriam. Raramente eu trabalhei com o mesmo garçom por mais de dois meses, eles não aguentam. Eles chegam na mesa e são ridicularizados, pelos homens que querem bancar os machoes e pelas mulheres que sentem poderosas. É realmente um trabalho de cão. A maioria dos garçons(e barmans) eram estudantes, caras feios, magros, precisavam de um dinheiro extra, e faziam esses bicos. E quando topavam de servir uma mesa cheio de caras ricos, mulheres bonitas e etc... Puts. Dava dó. Eram motivo de piadas. Você via nitidamente o emocional dos caras destruídos. Tinha que ter um emocional muito forte pra aguentar aquilo sem esmorecer. As mulheres sentiam um prazer enorme em ver outros caras pisando no pobre coitado que estava servindo elas, elas se sentiam, de verdade, deusas. Eu aposto que elas gozavam quando debochavam dos outros.
E, também, boate é um ambiente muito inseguro. Além das brigas constantes que sempre acontecem, quase dono nenhum gasta dinheiro investindo na segurança da infraestrutura, porque eles pensam que nunca vai acontecer nada na boate deles.
Parte3
Sobre DSTs, era prache eu ouvir comentários de fulanas e ciclanas que tinham herpes na xota. Com tempo você vai pegando amizade com alguns caras, seguranças, e as fofocas correm. Mulheres bonitas, que só frequentam camarote e só andam com os ricões e esnobavam todo mundo, tinham histórias muito cabulosas. Tinha menina que eles falavam pra não deixar ela nem fazer boquete porque senão o pau pegava carie. Meninas que todo matrixiano JAMAIS pensaria que fosse tão nojenta. E são essas meninas que vão se casar aos 30 anos com um bobo matrixiano que jamais vai saber do passado negro dela. Já vi alguns casais por aqui, um cara gente fina, que mal saia de casa, junto com uma menina que era verdadeiro carrapato de boate. E quando elas reconhecem a gente na rua, abaixam os olhos, ficam com medo da gente ser amigo do namorado dela e contar as coisas que viamos.
Mals o textão. Mas pra quem teve saco e quis ler, fica o relato. Se eu contar todas as histórias escabrosas que já vi e ouvi, do que a gente faz nas boates com as bebidas, enfim, é de doer os olhos. Mas tem gente que apanha e apanha e continua indo. Tenho amigos que diz que exagero muito, que eu sou revoltado e etc. Mas, as pessoas são como animais criados pro abate, são influenciados pela propaganda, sempre vão, se dão mal, passam mal, mas acordam no outro dia crente que o próximo final de semana será diferente. Enquanto isso vão só perdendo dinheiro e tempo.
Eu não recomendo o cara nem ir a um pub bem light. Embora não sejam um ambiente tão fútil e banal como é a boate, acontecem as mesmas coisas, mas apenas em menor escala e mais discretamente. Se a intenção é beber com os amigos, descontrair e relaxar, é melhor queimar uma carne em casa e comprar bebidas por conta, por exemplo. Pelo menos é minha opinião. Para conhecer mulheres: não faça isso, meu amigo. É tiro no pé.
Talvez alguém pense que essas coisas são exageros, mas é a minha conclusão da minha experiência pessoal enquanto fiz bicos de barman. E quando falo barman, esqueçam aquele esteriotipo de cara fortão, bonito que usa uma gravata borboleta no pescoço, na maioria dos casos é só gente normal fazendo bico. Esses "showmans" são outra parte da história que tem bastante privilégios por serem alfas. Eu não fazia parte dessa categoria. Pra eles as boates devem ser boas. Não era para mim porque eu sou um cara normal, e talvez por isso até pareça um butthurt. Mas é só um relato que espero que sirva de alerta. Hehe
Parte 4 Obrigado pelas boas vindas, pessoal!
Então... Sobre as histórias cabulosas, vou começar contando as profissionais. Claro que existe boates exceções assim como mulheres (será? ), mas... Enfim. Eu também não trabalhei em clubes de tão alto padrão assim, quando eu falo que era clubes pra quem tinha dinheiro, é porque as coisas eram muito caras. Mas, não é nada comparado a uma boate grande e famosa. hehe
Começando pelas bebidas, coisas que barmans geralmente são obrigados a fazer:
- A maioria das pessoas não bebem as cervejas completamente, pois elas esquentam rápido na mão, e sempre volta pro bar ou fica espalhado pelo lugar longnecks pela metade. No final da festa, alguns barmans despejam toda essa sobra de cerveja num balde, enfileira as longnecks e coloca funis nos gargalos, e sai enchendo elas tudo novamente. Depois colocam a tampinha e botam pra gelar. As cervejas, lógicamente, vão ficar chocas. Por isso só devem começar a servidas após 2h da manhã, por exemplo. Onde a maioria já se encontra bêbada e qualquer coisa que consumir está gostoso. Como os barmans, por cortesia, sempre abrem as longnecks para os clientes, eles nunca desconfiam das tampas frouxas. Não fiz muito isso, mas já trabalhei em um local e uma festa ao ar livre que fez. Não era prática diária comigo.
- Os sucos naturais, não são naturais. Muita gente pagava o preço por um coquetel feito com o suco da laranja exprimida na hora, mas tudo era somente suco de saquinho(tang ou o mais barato que tiver) batido no liquidificador. Ele fica consistente e espumoso como um suco da fruta. Restaurantes também fazem essa jogada. Um copo de suco "natural" de 200ml era R$ 4,50, por exemplo. O saquinho tang que fazia 1l no liquidificador era 1 e pouco.
- As tequilas sempre saíam em dose, e as garrafas sempre ficam com o barman. Reaproveitamos sempre a mesma garrafa, enchíamos ela um pouco menos da metade de whisky vagabundo ou falsificado, e completávamos com pinga vagabunda. Sacudiamos e vu a la! Tinhamos uma tequila ouro José Cuervo. Como a maioria das pessoas não conhece gosto de nada, pagam R$ 15,00 numa dose de 50ml que custou apenas, no máximo, R$ 5,00 pra fazer. E pior: muitos ainda elogiavam. xD
- Tinhamos um tónel, que se dizia vender cachaça artesanal. Cada dose de 50ml era R$ 6,00. Mas sabe o que tinha lá dentro? Pinga barata de R$ 3,00 o litro. Aquelas 51, 21, 31...
- Os whiskys que servíamos no bar, sempre eram tretas. Muitas vezes a gente fazia aquele lance de encher a garrafa de coca-cola com whisky barato e acoplar ela na boca de uma garrafa de Red Label e mandar o o whisky vagabundo pra lá. Essas geralmente são as que ficam penduradas no dosador de garrafa invertido. Numa festa com umas 3 ou 4 caixas de whisky, tinha no máximo 3 ou 4 garrafas realmente originais, guardadas para os magnatas.
- Quase sempre a gente recebia ordens pra marcar coisa a mais na comada do cliente, se ele parecesse que estivesse muito bêbado. Quando eles iam pagar, sempre ficavam muito putos com as meninas que trabalhavam no caixa, mas, então o gerente jogava aquela onda de que ele emprestou a comanda pra alguma mulher, que ele não lembra, se a coisa aperta muito já vinhas os seguranças intimidar, no final o cara sempre pagava. Não tinha jeito.
- As porções nunca jogavam fora. Já vi cozinheira tirando cinzas de cigarro de um resto de porção de batata e guardando as batatas pra usar com outra pessoa que comprava porção.
Tomem bastante cuidado, porque vocês nunca vão saber o que realmente estão consumindo. Isso não vale só pra boate, vale pra restaurante, lanchonete, casa da vó etc.
Também existia alguns esquemas de lavagem de dinheiro, eu não sabia muito sobre isso, só ouvia a respeito. Mas alguns eventos em fazendas particulares, reunia bastante magnata e alguns amigos afirmavam que rolava um esquema de lavar dinheiro tenebroso. E que muitas boates são usadas pra isso. Sobre isso não posso afirmar com certeza, isso foi só um boato que eu ouvia e acreditava, por tudo o que eu já presenciei lá.
Para atrair homens para festa, o promoter dava brindes, cortesias e até dinheiro pra algum grupo de meninas fazer volume na porta da boate. Já dava as instruções para elas irem super maquiadas, roupas curtas e ficarem bem visíveis. A panfletagem nas ruas e nas faculdades, era sempre feito por meninas bonitas e com roupas curtas. O próprio promoter que cuidava da casa, fazia uma propaganda ferrenha no Facebook. Pra cada 5 mulheres que ele marcava no post, ele marcava 1 homem, por exemplo. E pedia pras meninas confirmarem presença no evento divulgado no Facebook. Tudo isso pra dar a impressão que naquela festa tem mais mulher do que homem.
Parte 5 Então, o homem escravogina, solitário e carente, via aquele harém pela baguetala de R$ 30,00 o ingresso... Era casa cheia na certa. Uma vez lá dentro, o cara até parcela a consumação no cartão de crédito. A maior dificuldade é sempre fazer o homem entrar na boate, porque depois que está lá dentro, já era.
Um pouco do lado obscuro:
As mulheres nunca me cantaram no balcão com um real interesse em mim. Geralmente, aparecia uma mediana que estava de favor na festa, jogar um charme pra tentar descolar um drink de graça. Como eu não dava, saíam nervosas e davam chiliques. Mas alguns colegas davam, e só ganhavam um sorrisinho de volta e a menina nem voltava mais no bar, senão pra tentar pegar outro drink na faixa. Mas para meus colegas, aquele sorrisinho era sinônimo de um casamento. kkkkk
Elas sempre pediam para o acompanhante delas levantar e buscar bebida no bar, jamais ela ia sozinha ou ia junto com ele. E nesses momentos, esses prazos de 5 e 10 min, é onde ela flertava com muitos outros homens. O cara saia da mesa para buscar mais bebida para ela, e ela levava aquelas bulinadas do cafa de leve, pra elas era como se estivessem numa sauna greco-romana.
Banheiro de deficiente físico sempre foi usado como quarto de sexo. Isso era unânime em todas casas que trabalhei e eventos que fiz, era só jogar um "café" na mão do segurança, que o próprio segurança vigiava a porta pra não deixar ninguém interromper a trepada. Aqui era onde muito cara com físico bom e pouca grana, algumas vezes ganhava a noite. Ele não precisava de carro, nem de levar no motel, nem nada, torava a menina na lá no banheiro e só dava uma gorjeta pro segurança. Havia vezes que garotas de programas trabalhavam discretamente nos eventos, em parceria com os seguranças. Elas davam uma grana pra eles, e ela fazia o trabalho. A mesma menina, que nem parecia puta, ás vezes transava com 3 ou 4 cara na mesma noite, sem ninguém nem desconfiar que rolava uma fita dessa lá dentro. Mas como nada fica discreto pra sempre, começou querer haver CONCORRÊNCIA, outras meninas também queriam, e aí começou virar bagunça até que o dono deu um jeito de cortar ameaçando os seguranças de demissão.
Muita gente FINGIA ficar bêbada pra ter desculpas para fazer merda. Isso eu via muito, e a maioria sempre era mulheres. Elas subiam na mesa, faziam danças sensuais, ligavam para ex, pegava no pinto do caras, traiam os namorados, enfim, fingindo completamente que estavam bêbadas. Eu sabia que era fingimento, porque eu tinha um certo controle de quem bebia no bar, dava pra saber o quanto a pessoa consumiu e tinha menina que tomava duas cervejas e começava a fazer merdas, só pra ter um monte de cara endeusando elas e poder fazer uma putaria "sem culpa". E quem fica bêbado com duas cervejas? Mas tinha muito idiota que caía.
Certa vez, trabalhei em um evento que veio uma Dj que era da Espanha, senão me engano. Não lembro o nome, mas era uma menina baixinha com trejeitos de sapatão, cabelos raspados do lado e tranças onde tinha cabelo. Quem é mais ligado em música eletrônica deve saber o nome, eu não lembro. (Ela é aquele tipo de dj desconhecido no país onde mora, mas quando vem pro Brasil, faz sucesso, porque brasileiro é lambe-saco de gringo.) Eu sei que foi um evento que todo mundo quis ir, mas o lugar estava lotado, ingressos caros e etc. Havia uma menina que estava lá dentro, mas queria passar mais cinco amigas pra dentro da festa na faixa. O segurança não deixava. Até que uma delas ofereceu um boquete pra ele. Não foi nem o cara que pediu. A própria menina ofereceu. Obviamente, ele não recusou. Deram um jeito de ir pro estacionamento da fazenda e mandou ver. Entrou as cincos. Depois vi essa mesma menina beijando um playboy na mesma festa, o que me embrulhou o estômago. E com o tempo, ela foi ganhando fama de boqueteira entre os seguranças, então toda festa grande, os caras quase saiam no tapa pra decidir quem ia ficar na portaria, porque já sabiam que ela ia aparecer por ali. Afinal, ela não tinha grana e não tinha jeito de entrar, mas queria estar no meio dos playboys. E ela virou figurinha marcada mas depois sumiu. Um belo dia, num pubzinho, eu tava na porta conversando com os seguranças, ela me desce do carro de mãos dadas com um playboy. O segurança cumprimentou ela, e ela fingiu que não conhecia(sendo que ela tinha um passado negro com ele). Cumprimentou apenas o dono do pub e falou que agora estava noiva do fulano de tal. O cara tinha grana, a julgar pelo carro que ele tinha na época. E depois nunca mais víamos ela nas festa, e quando ia, ia acompanhada dele.
Que fique claro que não estou querendo criar ódio por boates, é só um relato do que vivenciei. O cara que quiser ir, não se prenda no que eu falo não, só fique atento. Hehe
Parte 6 Fico feliz em saber que tem alguma utilidade minhas observações. É impressionante o que você enxerga por trás das coisas somente observando. Nem precisa ser clarividente. hehe
Com o decorrer do tempo vou dando um up aqui com as histórias banais.
Mas acho que o mais importante que eu queria ter compartilhado com vocês a respeito das boates, era a questão de como fraudávamos bebidas. Porque isso é algo que prejudica a saúde dos consumidores a longo prazo, e além de pagar caro por algo que você nem sabe o que é. É algo que me arrependo de ter feito, embora fosse meu trabalho, então eu sempre tento alertar as pessoas que vão em boates para ficar espertas nesse sentido.
As histórias das perícias femininas são coisas bem baixas, praticamente histórias de filmes pornôs. Mas nada diferente do que acontece fora da boate, também.
Eu achava mais interessante o comportamento masculino do que o feminino, e aprendi muito observando caras que estavam caídos, usando a tal lógica reversa. Por exemplo, nas festas acontecem muitas frustrações, e na minha condição de barman, muitas vezes acabávamos fazendo um papel de ouvinte e psicólogo. Muitos homens bebem para amenizar as dores, e quando encontram alguém para ouvir os problemas deles, os caras desabam. Geralmente, esse alguém é o barman, o garçom... Ninguém do outro lado do balcão, nem os próprios amigos do cara, o acolhem nesse momento. E aqui vivenciei muitas situações constrangedoras, de caras enormes de tamanho, chorando feitos beberrões na minha frente. Era engraçado, porque eu sou um cara pequeno e mais duro emocionalmente do que eles(que em teoria, pareciam ser os caras mais frios do mundo) . hehe
Eu não podia fazer muita coisa a não ser ouvir e guardar aquelas histórias como experiências. Eu praticamente nunca consegui ajudar nenhum cliente. Todos eles queriam ouvir que a esposa era exceção, que mesmo traídos deveriam dar segunda chance, que ele era o errado da história, etc. Nenhum aceitava qualquer ponto de vista diferente em que a sua companheira fosse uma pessoa ruim. E ás vezes, discutiam comigo defendendo a esposa após eu aplicar pequenas injeções de real. Mas com tempo percebi que era inútil tentar salvar alguém, porque existe homens que se acomodaram a viver numa lama emocional que tem até medo de sair dali. Eu no máximo consegui algumas amizades, que me ajudaram depois a arranjar outro emprego melhor, mas, os caras infelizmente vivem a mesma vida que levavam, com migalhas emocionais, dores profundas e um depressão que eles tentam abafar com bebida, gerando lucro pra alguém que se aproveita da fraqueza emocional desses mesmo caras.
Acho que se o cara assimilou bem a real, é esperto, tem uma grana pra gastar que não vai fazer falta, tem problema nenhuma ir em boate. O único problema que vi mesmo é o cara pobre que se endivida achando que vai ter sexo fácil ou o ingenuo que vai achando que vai encontrara mulher da vida dele lá.
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2020.07.12 00:12 britojp ODEIO MEU PAI E NÃO VEJO A HORA DE ME SEPARAR DELE

ESSA HISTÓRIA É BEM LONGA, SALVE E SE NÃO PUDER TERMINAR, TERMINA DPS, TALVEZ VOCÊ SE INTERESSE. (OU NÃO)
Meu pai é um desgraçado, mexe com meu psicológico desde que eu nasci, queria ter nascido sem pai. Atenção: Tenho 14 anos.
Meu pai desde que eu era pequeno me bate, me maltrata e faz eu me sentir um lixo, além de já ter tentado bater na minha mãe, traiu minha mãe com 11 BISCATES, e quando ela vai sair ele segue ela. Todo dia ele me xinga, quando eu era pequeno ele me bateu na cara com fio de extensão elétrica, infelizmente as fotos ficaram no celular antigo da minha mãe que estava velho e eu não tenho mais as fotos. Uma vez eu estava vendo a Branca de Neve, porque quando eu tinha uns 5 ou 6 anos, minha tia tinha uma amiga que vendia dvd's, e minha tia me comprou vários. Aí quando eu estava vendo um, depois de já ter assistido vários, minha mãe perguntou se ela podia ver a novela dela (com educação lógico), e eu não me importei já que eu tinha visto um monte e precisava de uma pausa, mas antes de eu responder, ele disse pra ela: "Deixa o menino ver." Meio grosso, minha mãe só respondeu pra ele (não lembro o que ela disse, mas ela não foi grossa ou mal educada em nenhum momento) e ele começou a brigar com ela, e a briga foi até a porta da cozinha, na frente do meu quarto, e lá, ele empurrou ela e ela escorregou e caiu, e meu pai não fez nada, ficou lá parado, e eu chorando, queria muito ir ajudar ela a se levantar mas o medo não deixou. Depois, com 9 anos, eu lembrei ela disso e meu pai escutou, falou que me mandaria pro hospital se eu falasse naquilo de novo. Antes disso quando eu tinha 7 anos, ele traiu minha mãe, e eu fui testemunha, meu pai estava no quarto deitado e minha mãe estava colocando as roupas no varal, e eu estava ajudando ela, quando a gente vê uma mulher chamando: "Fontini, Fontini!" No portão. (Fontini é meu sobrenome e do meu pai, e todos chamam ele assim) Minha mãe foi atender a mulher comigo também, depois minha mãe tirou satisfação com meu pai e depois descobrimos que ela estava traindo minha mãe com ela, e vários anos depois (agora) ele já traiu minha mãe com a dona do bar que ele vai, com umas mulheres que ele já fez móveis, e minha mãe achou uma foto com ele agarrado com a mãe da minha melhor amiga no celular dele, na véspera do natal que ele tava na casa dela, depois eu mandei pra minha melhor amiga e ela também ficou chocada. Meus pais não são casados no papel, só decidiram que iam se casar, mas não foram no cartório assinar o casamento, e nem fizeram uma festa, só decidiram se casar, e um ano depois deles terem se conhecido, tiveram eu. Em Janeiro se separaram, e no celular dele na verdade minha mãe pediu (sem me obrigar) pra mim tentar conseguir provas com traições dele, achei conversas com a Dona do bar, e outras que eu nunca achei que ele escreveria aquilo. Isso esse ano, porque com 9 anos meu pai começou a pegar o celular da minha mãe pra ver se né, sendo que ela nunca fez isso. Agora minha mãe tá com o namorado dela, mas só começou a namorar com ele quando ela falou pra ele que queria um divórcio, o que prova que ela nunca traiu ele, e eu sou testemunha de tudo. Agora mudando de assunto, tudo ele joga na minha cara, que ele paga meu curso, que comprou celular, computador e tv. Tô de saco cheio disso até hj, tanto que não quero mais nada que venha dele, celular minha mãe comprou outro, e claro sou grato a ela, o computador, não aguentei e vendi, pra não escutar merda dele, e vou pegar o dinheiro e comprar um notebook. Só não vendo a TV pq eu uso. Já minha mãe nunca falou nada e nunca jogou na minha cara, prefiro mil vezes ela do que ele. E ele vai receber o auxílio emergencial, e ele pediu meu cpf pra fazer, e minha mãe perguntou se ele ia receber e ele disse que não, se ele disse que não é pq ele tem certeza, sendo que eu vi aprovado no app, ou seja, ele vai receber 1200 já que ele colocou pai solteiro, com as 5 parcelas dá 6000 reais, fez o cadastro pedindo o meu CPF, e não quer me dar nem 100 reais, já que tenho que ficar fazendo favores pra ele quase todo dia, minha tia disse pra minha mãe que eu tava triste por causa disso, e sem eu saber minha mãe falou com o meu pai, que me acordou dizendo que ia me dar sim, e pediu pra mim acessar pra ele, sendo que ele tá me enrolando faz dois dias só pra não dar um centavo pra alguém que ele maltratou por 13 anos, e usou o meu CPF pra pegar. OUTRAS COISAS: Minha mãe já saiu e ele seguiu ela e xingou ela como se tivesse obrigação de seguir ela, xinga ela e eu, fica no bar até de madrugada comendo as biscate e não deixa minha mãe sair um minuto. Ele já chamou minha vó de puta, e disse que minha tia e minha vó, que moram na casa do lado da nossa, deveriam morar na rua ou na cadeia. Tô cansado dele, e só não saiu daqui ainda depois que eles separaram porque ainda não tem dinheiro pra alugar um lugar, mas eu não aguento maia ele e minha mãe também não, quando eles discutem nem eu nem minha cachorrinha gostamos de ficar perto, minha cachorra que é também é minha irmã, odeia ouvir eles brigando e sai chorando pra casa da minha tia, ou pro guarda roupa do meu quarto, e quando ela não pode ir pra essas lugares eu coloco ela na minha cama e abraço ela, e uma vez eu tava indo pra lá e ele me obrigou a ficar lá onde eu tava, minha mãe reclamou com ele e eu fui, além dele ser insuportável e ter me deixado com depressão dois anos atrás. Ah, e em maio, eu acordei, e fui desbloquear meu celular, quando eu digito a senha errada sem querer, o celular faz eu esperar 30 segundos, sendo que isso só acontece quando erra 5 vezes, então achei que alguém poderia ter mexido, Depois, a noite, eu instalei um app que tira fotos da pessoa assim que ela erra sua senha (o app chama Intruder Selfie Alert), e no dia seguinte, quando eu acordei e peguei meu telefone vi duas fotos do meu pai mexendo no meu telefone, querendo ver e talvez apagar as provas já que minha mãe falou que tinha tudo guardado num pen drive. Mas ele deve ter tentado ver se tinha no meu telefone. Mas de tudo, o que eu mais fiquei mal foi ele me chamar de hacker, uma vez minha mãe chegou dps de 2 horas que ela saiu, e eu fui lá atrás dela, só tava com meu telefone e carregador na mão normal, indo lá, aí eu dou UMA MÍSERA OLHADA PRA TRÁS, que não foi de propósito, tipo coisa do cérebro de olhar prós lugares, e ele logo achou que eu tava olhando pra ele, uma olhada de 0,1 segundos, e disse: "VEM AQUI PEDRO!! DEIXA EU VER ESSE TELEFONE!" (Meu nome é João Pedro, mas pro meu amigo e minha família é só Pedro) e eu falei que eu não fiz nada e ele falou que eu tava mexendo nas coisas dele, ficou falando que eu hackeei senha dele pq minha mãe pegou as conversas, sim, eu ajudei minha mãe pra pegar as conversas de traições, mas isso colocando a senha que ele fez na minha frente, nunca fiz e nem sei fazer essas coisas, e ficou falando que eu era hacker, só por causa de uma olhada, e outra vez também, ficou falando que eu fazia essas coisas. E eu odiei, porque mesmo eu me interessando MUITO, D+ por tecnologia desde que eu tinha 9 anos, eu não sei programação, e mesmo se soubesse eu nunca faria essas coisas, se eu quiser dinheiro vou ganhar do meu suor, e se Deus quiser não quero viver com nada que venha dele, e já me planejo agora pro futuro, porque quando eu atingir maioridade, não quero mais ver ele, vou trabalhar, pagar minha faculdade (ou uma parte, mas só se minha mãe se oferecer pra isso), e talvez alugar uma casa e dividir com a minha melhor amiga, e já falei pra ela que aí cada um paga metade do aluguel, até lá já vou arrumando meu dinheiro, ainda não posso trabalhar né, mas eu dou um jeito. FOI GRANDE, MAS É ASSIM MESMO. ESPERO QUE TENHAM GOSTADO.
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2020.04.22 04:32 ihattori nerd zé droguinha fodase k k k

OBS: fiz esse texto com o objetivo de recapitular esses últimos meses conturbados na qual minha vida mudou completamente e acabou ficando um texto gigante, então não espero que alguém leia (até eu to com preguiça de ler isso).

Desde os meus 12 anos fui um clássico adolescente fracassado. Ficava praticamente o dia inteiro no computador e só saia para comer ou fazer algo que era obrigado, na escola só falava com uns três amigos mesmo que tenha ficado na mesma turma desde o primeiro ano do fundamental e no Whatsapp não falava com praticamente ninguém. Porém antes eu não era assim, dava pra se dizer que eu era uma pessoa até que normal, mesmo que desde pequeno não tinha muitas habilidades sociais e sempre fui introvertido. Até que conversava com algumas pessoas na escola, saia para dar rolê pelo bairro, praticava esportes e essas coisas. Tudo começou a mudar quando meu tio morreu e isso desestabilizou toda a minha família, comecei a sofrer bullying na escola e coincidentemente conheci a pornografia.
Então minha rotina se tornou acordar praticamente na hora do almoço, ir para a escola esperando a hora de voltar para casa e quando chegava em casa ficava no computador jogando algo, vendo vídeos fúteis no youtube ou consumindo pornografia, que acabou se tornando um vício diário. Depois eu ia dormir umas duas horas da manhã e este ciclo se repetia sempre, raramente mudava. Isso foi até meus 15 anos, quando entrei pro ensino médio e comecei a estudar de manhã, então eu pelo menos acordava cedo e não ia dormir extremamente tarde. Porém os vícios somente mudaram de hora, pois eu chegava do colégio e ficava praticamente o resto do dia inteiro no computador. Na nova turma demorei praticamente dois meses para começar a socializar de fato, eu só ficava calado no meu mundinho esperando a hora de voltar para casa.
Minha relação com as mulheres também não era muito boa, eu tinha fucking 15 anos e ainda não tinha nem beijado. Não foi por falta de oportunidades, pois minha aparência até que é boa e eu não era um beta completo que não consegue nem falar com mulheres. Tinha perdido todas as oportunidades quando criança e quanto mais o tempo passava menos elas surgiam, até que chegou a um ponto que elas nem apareciam mais e eu tava tão imerso na minha zona de conforto que nem tinha vontade de criar as oportunidades e ir atrás de mulheres. Acho que não dava nem pra se dizer que eu era um beta, creio que cheguei abaixo desse nível pois eu nem chegava a tentar.
Até que aconteceu algo que mudou tudo. Uma colega minha tinha criado um grupo de umas pessoas que sentavam próximas na sala de aula e como eu falava um pouco com ela me colocou também. Nesse grupo ela também tinha colocado uma guria que tinha me chamado a atenção desde o inicio das aulas, pois ela tinha tanto uma aparência quanto um estilo diferenciados e ao mesmo minimalista, nada muito vulgar. Por esse grupo a galera falava mais sobre algumas coisas da aula mesmo, pois a maioria ainda tava se conhecendo. Eu até que interagia um pouco nesse grupo, pois tinha percebido que não interagia com praticamente ninguém da turma em mais ou menos 2 meses de aula. Até que um dia por causa de um trabalho que uma professora tinha dado entramos no assunto de pirâmide e eu sempre me interessei por tal assunto, e é aí que tudo começa.
A conversa foi rolando e chegou uma hora que só ficou eu e aquela moça que eu tinha me interessado conversando. E, namoral, fazia tempo que eu não tinha uma conversa tão boa, fluía muito bem tanto que começou no assunto de pirâmides e quando vê estávamos falando sobre brócolis (???). Mas o que chamou minha atenção foi que ela tinha umas ideias meio diferentes, curtia falar sobre coisas alternativas (tanto que a conversa começou com pirâmides e ETs) e isso também chamou a atenção dela, pois ela mesmo disse que se interessava muito sobre essas coisas e que nunca tinha ninguém para falar sobre. (exemplos de "coisas alternativas": ETs, filosofia, sociedades secretas, teorias, leis universais, espiritualidade, arte, geometria sagrada, etc.)
As ideias fechavam tão bem que em praticamente dois dias eu já tava apaixonado (modo beta ativado KKKK). Antes disso eu achava que já tinha me apaixonado, mas nenhum sentimento que eu já tinha tido por alguém chegava perto daquilo. Com isso, comecei a refletir sobre a minha vida e cada vez mais eu me ligava que eu era um lixo, não merecia ela e nem conseguiria a conquistar. Então comecei a usar a motivação que a paixão me proporcionava para meu auto-desenvolver.
Aí comecei a pesquisar no youtube diversos canais sobre desenvolvimento pessoal e ficava grande parte do tempo vendo eles, comecei a praticar no-fap (mesmo sem saber o que era, fui descobrir depois de começar a praticar) logo depois comecei a ler livros, me exercitar, cheguei até a tomar banho gelado e ficava muito menos tempo no computador. Também via muitas coisas sobre conquista e sedução, porque eu não tinha muita experiência com mulheres e queria usar de todas as ferramentas para conseguir ficar com ela.
Até ai tudo bem, estava me sentindo vivo depois de tanto tempo vivendo com um sentimento de vazio, estava com motivação para melhor como pessoa, tinha encontrado alguém que se interessava pelas mesmas coisas que eu, etc. Maas tudo têm dois polos e isso não é diferente. Como conversava com ela praticamente todo dia, acabei me viciando nela e isso virou meio que uma droga, pois quando eu tava falando com ela ficava num estado eufórico e estava extremamente motivado, porém quando via que ela demorava pra responder ficava num estado muito depressivo. Ela também diariamente ficava em call com um colega nosso (pior que ele era um zé droguinha k k) e isso me deixava muito fudido emocionalmente.
Com o tempo começamos a nos falar menos (normal, pois conversávamos todo dia) e descobri que ela gostava de um outro mlk de outra turma (zé droguinha repetente também KKK) e mesmo sabendo que ela já gostava dele antes de me conhecer isso me deixou mais mal ainda. Mesmo com tudo isso, continuava com essas variações de humor quando falava com ela e quando não falava, porém de um modo mais extremo, muitas vezes até pensando em suicídio. E era justamente isso que me impedia de criar intimidade com ela, era por isso que ela preferia os "zé droguinhas". Eles não estavam ligando pra ela, e para mim ela era única, eu sabia que não iria achar outra moça como ela tão facilmente. Isso me impedia de ser natural e de não tratar ela como a última pessoa do mundo, mesmo que eu tentasse isso é sútil e faz toda a diferença.
O tempo foi passando e eu estava perdido, sem saber o que fazer. Cheio de informação e sem saber como aplicar, e ai entra outro erro meu. Fiquei vendo diversos vídeos sobre conquista chegou um ponto que não sabia o que por na prática, se me declarava pra ela ou deixava rolar, se dava atenção para ela ou vivia minha vida normalmente pra mostrar para ela que ela não era prioridade arriscando perder contato com ela, etc. E eu acabei ficando nessa inércia, continuava falando direto com ela mas não conseguia evoluir na relação, pois sempre que tentava algo como iniciar um flerte ela meio que se esquivava. Assim foi até que um dia descobri que ela não estava mais apaixonada, e achei muito estranho pois nem sabia que ela estava. Fiquei feliz pois melhor para mim, porém o cenário mudou completamente quando descobri que na verdade ela estava apaixonada por mim.
Isso me deixou pior do que eu já tava, pois eu fiquei me sentindo um lixo por ter perdido a oportunidade. Tipo, não importava o que eu fizesse tinha grandes chances de dar certo porque ela tava fucking apaixonada por mim, porém eu não fiz simplesmente nada. Isso explica também o motivo dela se esquivar quando eu tentava algo, porém avaliei a situação e era muito óbvio o interesse dela em mim, só que eu estava com tanto medo de agir que ignorava os sinais. Mas mesmo assim em todo esse tempo nunca paramos de nos falar, somente tinha algumas pausas temporárias e agora tinha percebido que ela estava diferente, parecia não ligar tanto pra mim.
Não bastasse isso, nesse mesmo período descobri que iria me mudar no fim do ano. Isso conseguiu me deixar pior ainda, mas ao mesmo tempo feliz pois seria para Florianópolis. Aos poucos fui perdendo o sentimento por ela e consequente a motivação para manter meus hábitos. Voltei a ficar mais tempo no computador, a consumir pornografia (bem menos que antes), no fim o único hábito que consegui manter foi o da leitura. Pior que nesse tempo eu estava estudando a obra de Nietzsche e acabei me tornando niilista, nenhuma crença fazia sentido para mim, nem a vida. Para completar, estava tendo muitos atritos com minha família.
Então formou um combo: eu tinha perdido a oportunidade de ficar com ela, descobri que iria me mudar e perder o contato com todos meus poucos amigos e que iria possivelmente nunca mais ver ela, não via sentido na vida (mesmo com bastante conhecimento sobre religião, espiritualidade, etc.), e ainda estava com problemas em casa. Pelo menos como eu já tinha conseguido melhorar no quesito social por causa desse tempo em que busquei me aprimorar, pelo menos na escola eu ficava até que bem e socializava com geral.
Como eu sabia que iria me mudar, resolvi meter o fodase. Passei a não ligar pra opinião dos outros, falava com bastante gente e não estava me importando muito com desenvolvimento pessoal. Até que um dia eu estava chegando em casa e meu vizinho que era meu melhor amigo de infância me chamou pra casa dele. A gente não se fala muito pois eu tinha virado mais "nerd" e ele tinha se tornado mais "zé droguinha", mas nos dávamos bem até. Cheguei lá e tava ele e mais dois amigos, logo ele me ofereceu uma garrafa de Coca-Cola com um líquido estranho dentro e disse pra eu beber. Logo me liguei no que poderia ser, e como não estava lingando bebi tudo e ai eles me disseram que era MDMA dissolvido e que em alguns minutos o efeito iria começar. O máximo que eu já havia usado foi maconha em bong, mas isso era outro nível. Foi a melhor sensação que eu havia sentido na minha vida. Fritamos muito, os amigos dele que já eram meus conhecidos gostaram de mim e assim eu voltei a falar com esse meu amigo.
No outro dia fui pra escola sentindo um forte vazio existencial que é normal sentir depois de usar uma droga como essa, porém isso não era problema pois as 8 horas em que o efeito da droga geralmente dura valem a pena. Então, como voltei a falar com esse meu amigo conheci outros amigos dele e sem querer querendo eu estava me tornando um "zé droguinha". Não um zé droguinha no estilo favelado brasileiro, mas num estilo mais Lil Peep (que é um artista que eu ouvia pra krl na época e ainda escuto um pouco). Começou com eu indo na praça e fumando maconha e com o tempo foi piorando..
Antes disso tudo eu havia entrado numa "escola de autoconhecimento" na qual eu continuava indo mesmo depois de tudo isso ter acontecido eu ainda tinha um pouco de motivação para me auto-desenvolver. Então chegou a um ponto em que uma hora eu estava fumando em um bong e logo depois lendo um livro sobre desenvolvimento pessoal, uma hora eu estava meditando nesse curso de autoconhecimento e no outro dia estava bebendo e jogando sinuca em um bar. Eu estava completamente dividido.
Até que teve uma vez em que meu vizinho estava fazendo uma social com uns amigos e eu decidi ir ali, isso já era mais ou menos meia noite. Logo que cheguei já vi uma movimentação estranha e chegou um cara que eu não conhecia lá e tirou um pino de cocaína do bolso e foi fazendo as linhas. Todos começaram a cheirar e chegou na minha vez. Fiquei muito na dúvida, mas sempre que ficava na dúvida entre fazer algo ou não me lembrava dos anos em que perdi na frente de um computador e ia lá e inconsequentemente fazia (isso só não funcionava com a moça que eu estava apaixonado k k). Depois decidimos ir na praça e no caminho o meu amigo foi me falando da situação, disse que era a movimentação tava meio agitada pois era a terceira vez que tinha ido pegar pó e estavam sem dinheiro e o traficante disse pros caras que tinha ido pegar deixarem o relógio e o moletom com ele de garantia e que se eles não pagassem ele no outro dia ele iria matar eles. Nisso eles já estavam com uma dívida de uns 100 reais e todos estavam sem dinheiro, então decidi ajudar com os 20 reais que eu tinha sobrando e alguns deles iriam vender fones de ouvidos e carregador na estação de trem para conseguir juntar uma grana e pagar o plug.
Se você se pergunta o que os usuários ficam fazendo de madrugada drogados, é decepcionante. Ficavam falando sobre futebol, fazendo batalhas de rimas, falando sobre mina e essas coisas. Depois nós fomos dar uma volta pelo bairro, fumamos maconha e voltamos para casa e isso já era umas cinco horas da manhã. Cheguei, fui dormir e acordei as 06:30 para ir para o colégio, possivelmente ainda no efeito da maconha. As pessoas do colégio já tinham notado que eu estava diferente e algumas suspeitavam que eu estava usando drogas (de fato, eu estava), porém eu nunca tinha chegado a comprar droga, sempre usava se estava com alguém que tinha e não tinha criado nenhuma dependência. Algo que ajudou a acharem isso foi eu ter mandado uns áudios bêbado para aquele grupo em que conheci aquela moça e uma guria mandou no grupo da turma alguns desses áudios no grupo da turma (nunca mandem áudio bêbados, sério).
As pessoas da minha turma diziam me achar estranho pois no início do ano acreditavam que eu era um nerd que não falava com ninguém e agora eu conversava com todo mundo e que era um possível zé droga. E foi realmente isso que aconteceu, eu tinha parado de desperdiçar minha vida na frente de um computador e passei a desperdiçar queimando meu neurônios. Minha mãe sempre foi protetora e com razão suspeitava de mim, porém não achava que iria me envolver com essas coisas pois sempre fui tranquilo quanto a isso e também por que isso não é muito coisa de alguém que fica a maior parte do tempo no computador.
Um dia uns me chamaram para ir na praça e depois no bar jogar sinuca. Cheguei lá e eles estavam com um pino de pó, e como eu não tinha sentido bem os efeitos na primeira vez não liguei e usei de novo. Logo depois fomos para o bar e como eu estava com dinheiro decidimos comprar uma garrafa de vinho e jogar sinuca. Tomei dois copos e meio e lá estava eu, o nerd beta gamer cheirado e bêbado de vinho num bar kk. Foi uma sensação ainda melhor do que no MDMA, eu estava me sentindo um semideus, não ligava pra nada e falava coisas sem sentido. Porém, eu tinha que ir pra casa cedo e eu estava tão alterado que nem medo de chegar em casa naquele estado eu conseguia sentir, mas sabia que tinha que evitar ao máximo o contato (algo que eu já estava acostumado). Cheguei lá e vi que minha mãe já estava meio desconfiada então tentei evitar o contato mais ainda, depois fui pro computador e fiquei ouvindo música, as músicas pareciam 300% melhores enquanto eu estava naquele estado.
Fiquei um tempinho sem usar nada além de maconha as vezes e um dia fui na casa do meu amigo e notei que eles não estavam usando nada, mas tinha uma lata com um furo e já me liguei no que era, o famoso lança de baixo custo, vulgo loló/sucesso. Eu não tinha muito conhecimento sobre essa droga, só sabia que o efeito durava pouco e forte. Por isso, imaginei que fosse relativamente leve comparado a outras que já tinha experimentado. Experimentei e logo senti o famoso "tuin", meus pés e mãos começaram a formigar, meu batimento cardíaco aumentou e fiquei extremamente eufórico. Porém, depois de uns minutos o efeito passou e fiquei com uma certa dor no peito.
Vi que essa droga era muito mais forte do que eu pensava e decidi ir pesquisar sobre os efeitos colaterais dela e descobri que na verdade o que eu usei foi spray anti-respingo de solda, considerado um "crack dos inalantes" e que eu poderia até ter morrido se tivesse inalado mais. Então depois disso decidi não usar mais drogas (demorei kk), até por que eu iria me mudar em mais ou menos um mês.
E assim foi, com o tempo fui melhorando meu emocional e aprendendo a conviver com meus arrependimentos. Já faz uns 3 meses que estou morando em floripa e uns 7 em que me apaixonei por aquela moça, é bizarro pensar que tudo que aconteceu depois disso enquanto eu ainda morava no RS aconteceu em mais ou menos 4 meses. Estou tentando repor os hábitos e por alguns outros na minha rotina para meu desenvolvimento pessoal e pôr em prática o que aprendi depois de tantos livros lidos e tantos vídeos de auto-desenvolvimento assistidos. Por mais que tenha sido um período bem difícil, foi o período na qual mais aprendi e agora consigo equilibrar meu lado "nerd" e meu lado "zé droguinha", chegando a um equilíbrio. (OBS: perdi o bvl e a virgindade, finalmente).
Escrevi isso só para organizar toda essa série de acontecimento na minha cabeça, pois até hoje eu nem tinha entendido direito o que aconteceu, as coisas ficam muito vagas somente no plano mental. Se tu leu esse texto mau escrito até aqui tu é um guerreiro, pois nem eu to com vontade de ler tudo isso.
Algumas dicas que vou usar para mim mesmo, baseado no que extrai desse período da minha vida:
-Se quiser conquistar alguém, seja você mesmo e não torne a outra pessoa o centro da tua vida.
-A mentalidade de pensar "eu vou morrer mesmo" pra alguma decisão é boa, se usada conscientemente. Memento mori, carpe diem.
-Quanto maior o extremo de algo pior seus efeitos colaterais, e isso é uma lei. As drogas demonstram isso bem, pois quanto melhor o efeito e maior a acessibilidade da droga pior são seus efeitos colaterais. Ser um "nerd" é ruim mas tem seu lado bom, com ser "zé droguinha" não é diferente. A chave é o equilíbrio.
-São nas piores situações que mais evoluímos.
-Mais vale um livro compreendido e praticado do que 30 simplesmente lidos.
-Cuidado com as influência que recebe. Certamente se eu não ouvisse Lil Peep e não andasse com quem estava andando não teria sequer tocado numa droga KKK.
-Uma conversa aleatória com uma pessoa desconhecida pode mudar toda tua vida.
-Hábitos bons vão te ajudar muito, mas não vão fazer nada por ti.
-Não espere pelo momento perfeito para agir.
-Não fique devendo pro traficante
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2020.04.12 11:07 c4r0la Sou trouxa

Eu fiz tudo oq me falaram pra não fazer. Fazia uma semana que tinha terminado o namoro. Tinha prometido pra mim mesma que não ia dar moral. Na quinta-feira o ex mandou uma mensagem no Instagram, pediu perdão e bla bla ...respondi friamente ok, qualquer dia desses a gente conversa.Doeu, mas eu sabia que era necessário. Pois a otária aqui não se aguentou, caguei pra aquilo que os mais próximos me aconselharam. Combinei com um amigo nosso em comum de tomar uma de leve, tem um bar que ainda abre pra gente no meio dessa quarentena. Meu ex estaria lá, seria a chance de resolver essa merda, pensei. Cheguei lá, cumprimentei e tal, conversamos. Fui pra dentro do bar, conversamos um pouco a sós. Foi complicado, tem sentimentos, mas blz, não resolvemos nada, mas estávamos de boa. A carência falou mais alto. De volta pra nossa mesa, começamos a nós encostar e na hora de ir embora ficou combinado que eu iria pra casa dele depois de dar carona pro nosso colega. Deixei o colega e quando liguei, celular do ex estava desligado. Deveria ter ido pra casa, mas a otária pensou que jamais ele faria uma palhaçada dessas de pegar na minha bunda no bar, falar pra eu ir pra casa dele e depois cagar pra mim. É sério, a gente não conhece as pessoas.Bem, cheguei lá e uma das vizinhas me reconheceu e acabou abrindo o portão, ele mora em condomínio. Bati na casa dele, falei que a gente tinha combinado e eu estava lá, caramba. Ele deve ter falado qualquer abobrinha sobre estar sem internet e ter feito portabilidade, e eu acreditei. Transamos, foi bom. Passou um tempo, ele me manda embora. Me senti uma merda, não esperava juras de amor, mas ao menos respeito. E daí a ficha caiu... Então, todos os conselhos que eu ouvi, pra ficar na minha, ignorar o infeliz fizeram sentido, mas eu resolvi fazer a cagada. Ele finalmente se mostrou, e eu deixei ele fazer isso comigo.Me senti péssima, logo eu, cheia de amor próprio deixei isso acontecer. A gente só conhece a verdadeira face das pessoas em situações como essa. Eu quero esquecer que fui namorada desse indivíduo. Estou decepcionada comigo mesma e agora morrendo de vergonha de desabafar até com minhas amigas. Não é fácil ser trouxa, mas vai passar...
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2020.02.19 17:05 Lava_Jato Tive uma conversa com minha namorada ontem que me deixou... estranho.

Eu e ela estamos juntos há mais de 8 anos. Começamos a morar juntos no último.
Ontem, na terça-feira, ela saiu com o grupo de amigos dela. Eu não tenho problema com isso. Acho que é saudável no relacionamento você ter seu espaço, seus amigos, sua privacidade. Ela chegou tarde e alcoolizada. Tudo bem, eu não faria diferente. Mas eu resolvi perguntar o porquê de quando saímos juntos para o mesmo programa semana passada ela fez questão de ir embora mais cedo porque tinha que trabalhar no dia seguinte. E também porque toda vez que ela sai sem mim, ela costuma voltar bem mais tarde.
Ela me disse que quando eu não estou por perto ela é mais natural. Mais autêntica, Mais "expansiva". Que ela gosta de conversar mais, de conversar com gente diferente. Que sabe que eu não curto ficar puxando papo com desconhecidos atoa.
Eu expliquei que eu tenho ciúme dela. Que entendo ela se sentir mais a vontade sozinha só com os amigos, mas que como homem eu sei que se uma menina bonita num bar começasse a me dar conversa eu imediatamente acreditaria que ela está afim de mim, que tem alguma chance de ficarmos ou coisa assim.
Ela me assegurou que entende, mas que nunca me trairia, que não ficaria com outras pessoas. Que me ama, quer casar comigo e nunca faria nada que pudesse ameaçar o nosso futuro juntos. Porém ela admitiu que gosta da atenção. Que gosta do flerte. Gosta de estar num bar e conversar, ser expansiva, ver pessoas interessadas nela, dando em cima dela.
Eu entendo ela. Eu entendo o hedonismo, o narcisismo moderno, e as pressões que a sociedade faz. O culto a vida de solteiro, as aventuras. Acima de tudo eu entendo a busca por validação. Eu admiti pra ela que sentiria o mesmo, me sentiria "lisonjeado", atrativo, se eu saísse e uma mulher bonita ficasse dando em cima de mim. Não precisa rolar nada. Mas só de saber que você não está "fora de jogo", "castrado" ou é desinteressante. Que você não está num relacionamento porque não sobreviveria a vida de solteiro, mas sim porque escolheu, encontrou alguém que ama e quer ficar junto. É uma massagem no ego. É uma validação moderna. E pra quem está num relacionamento há quase uma década, é legal se sentir desejado.
Ela concordou comigo e eu disse que o problema é que as pessoas muitas vezes não vão querer parar por aí. E ela me assegurou que ela pararia as pessoas uma vez que nosso combinado é não ficar com outras pessoas. Que não achamos que somos o tipo de casal que seria liberal ao ponto de ter um relacionamento aberto ou coisa do tipo e ficaríamos bem com isso. Ela então me disse que concordava comigo e não queria isso, mas que não via problema em dar um beijo em um desconhecido(a) que nunca mais fosse ver. Um ato meramente momentâneo e descartável. Que não faria nem nunca fez isso, porque sabe que eu vejo muito mais significado num beijo do que ela. Que eu não ficaria bem com isso, logo ela não faria.
Eu expliquei que para homens isso tem muito haver com a conquista, a territorialidade. E que isso também afeta mulheres sim. E que não achava legal a ideia de pegando outra pessoa. Ela me parou para dizer que não seria "pegar" de dar uns amassos e coisas assim. Mas só um beijo, e que não via problema se eu nunca fosse saber ou isso voltar pro nosso relacionamento. Mas que ela entendia meu ponto e nunca faria nada disso sem que nós concordássemos. Que a prioridade era nosso relacionamento. Depois disso acabamos fazendo sexo e dormindo de cansaço.
O problema é que hoje de manhã eu acordei e fiquei com esse sentimento estranho. Essa insegurança. O que impediria um beijo de se tornar um amasso ou algo mais? Toda vez que eu falei que não gostava dessa ideia, ela concordava e dizia que nunca fez, mas que não via problema num beijo. Eu comecei a me questionar e questionar os relacionamentos de forma geral. Será que ela já fez e não me contou? Será que é melhor que fique assim do que ser incentivado? Incentivar isso poderia levar a uma escalada na abertura do nosso relacionamento? Eu odiaria beijar ela de manhã imaginando com quem e o que ela estava fazendo na noite anterior. Eu odiaria me sentir "corno" ou ser reconhecido na rua assim. Eu não quero isso. Mas é isso que é um relacionamento? Uma territorialidade? Um compromisso de abstinência dessa exploração sexual, dos impulsos, em prol do casal? Porque a maioria dos relacionamentos abertos acaba? O relacionamento perde o sentido? O que é o casal afinal? É alguém com quem você se junta pra formar uma família e ter uma vida junto? E o casal moderno seria isso mas com cada um virando pra um lado de vez em quando pra procurar o afeto em outros? Devoção não faz mais parte do relacionamento? É antiquado abdicar? A instituição "casal"pouco evoluiu nos últimos séculos, será esse o futuro? Porque eu me sinto inseguro? Ela diz que me ama, que nós acima de tudo, e que nem quer algo tão aberto. Mas não seria um beijo uma porta de entrada? Pra um(a) outro(a) amante te tentar seduzir? Basta um ter alguma fixação e se tornar um stalker? Insistir em querer mais? Ter algum tipo de tesão ou fetiche em roubar o que é de outro? Será que o problema sou eu que não me faço respeitar? Eu sou muito calmo, muito dócil, como outros homens evitam esses problemas? Será que eu preciso ser mais "bravo"? Ameaçar que posso ir embora? Que posso ser perdido? Será qu eo problema é que dou muita confiança? Muita segurança? Quantos homens você teria a liberdade de dizer que gosta de flertar e eles seriam compreensivos? Será que eu deveria ter respondido de forma grosseira e raivosa para de alguma forma reafirmar os limites do nosso relacionamento?
Enfim.. eu não fiquei bem. Mas não fiquei mal. Só fiquei meio "estranho". Precisava desabafar. Aceito opiniões e conselhos.
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2019.12.13 01:57 SunTzuManyPuppies História: Como fui pra Alemanha aos 17 anos, algumas histórias da minha vida lá, e como me infiltrei no backstage de um festival de metal.

Esses dias fiz uma thread contando de quando comi pizza com o Motorhead. O post teve uma boa recepção, então resolvi escrever a história de quando me infiltrei no backstage de um festival na Alemanha. Só que detalhei demais, e acabou ficando mais um relato geral da minha experiência na Alemanha e uns contos que ocorreram por lá, e MUITO mais longo que o esperado! Se quiserem pular, a parte do festival está mais ou menos na metade.

Eu sempre tive dificuldade com os estudos. Reprovei a sexta série, e cada série seguinte foi uma tortura, passando de ano em ano sempre no limiar da esperança. Não é que eu era burro (não muito, pelo menos), inclusive sempre li muito, e tinha um conhecimento geral relativamente bom. Estudei meus primeiros anos em escola bilingue, e aos 3 anos eu lia fluentemente em português e inglês. Minha mãe achava que eu seria um prodígio, coitada... A questão é que eu não prestava atenção. Não suportava ficar parado numa sala de aula, me distraía com qualquer coisa. Eu simplesmente não escutava. Somando o fato de eu ser naturalmente preguiçoso, isso me rendeu muitos problemas durante o tempo de escola. Ironicamente, com 27 anos fui diagnosticado com déficit de atenção e hiperatividade, o que explicou muita coisa.
Quando terminei o segundo ano do ensino médio, falei pra minha mãe que não iria fazer o terceirão. “Ok”, ela disse. Ela sempre foi uma pessoa não convencial, e considerava todo o sistema escolar “bullshit”, nas palavras dela. Então decidimos juntos que eu iria passar um tempo na Alemanha, na casa de amigos da nossa família que estavam dispostos a me receber e me sustentar por lá. Tipo um intercâmbio mesmo. Eles tinham um filho da minha idade chamado Danny.
Meu pai, que Deus o tenha, fez um empréstimo e comprou minha passagem com volta pra Dezembro, e lá vou eu, em Fevereiro, sem falar um cu de alemão pra uma cidade de 100.000 habitantes chamada Cottbus, a 30km da Polônia – onde quase ninguém fala inglês, nem a maioria dos jovens. Suponho que seja algo cultural, por ter sido parte da Alemanha Oriental? Não sei. Sei que isso atrapalhou muito minha adaptação. Cheguei lá com 17 anos recém-completados.
Me matriculei numa escola pública, a mesma que o Danny estudava, o que não sei se fez muito sentido já que eu não falava a língua, mas parecia ser a coisa certa a fazer. Eu não pretendia passar o ano coçando o saco.
O ensino médio alemão é parecido com o americano, onde os alunos escolhem as matérias que vão cursar. Não lembro se haviam matérias obrigatórias, talvez educação física? Mas das que eram escolhidas, duas delas tinham que ser nível avançado, que tinham mais aulas por semana. Eu lembro de ter pego geografia, biologia, música, inglês, informática... e não lembro o resto, sei que ignorei matemática, física e química completamente. E pra matéria avançada escolhi inglês, já que era a aula que eu passaria mais tempo dentro da escola, pelo menos poderia me comunicar. E nas outras matérias não havia chance de treinar o alemão. Eles me liberaram da outra avançada devido à barreira idiomática.
Já ouviu aquela história de alemão ser frio? Pois é. E eu achava que curitibanos eram frios. Sempre fui meio extrovertido, tentava conversar com os outros estudantes, mas todos eram absolutamente indiferentes em relação a mim.
Isso contrastava muito com as escolas no Brasil, que quando eventualmente vinha um aluno de outro país, ele era assediado por todos. Por sorte o Danny me apresentou aos amigos dele e, se não fosse por isso, imagino que teria dificuldade em fazer amizades.
Inclusive uma vez, o único “metaleiro” da escola colocou um anúncio no quadro procurando um guitarrista pra banda dele, com um número de telefone. Nessa época eu já havia abandonado o “estilo” metal, mas comecei na guitarra aos 11 anos e, modéstia à parte, tocava bem pra caralho, e até então já tinha tido várias bandas. Pedi pro Danny ligar pra mim e o cara marcou um ensaio, mas quando ele descobriu que era comigo, ele cancelou. Sem nunca ter trocado uma palavra comigo. #xateado. Eventualmente montei uma bandinha lá, e tocamos em algumas festas.
Educação física era futebol o ano inteiro. Na minha primeira aula eu já havia sido apresentado como brasileiro. Os capitães que escolhiam os times chegaram a discutir pra ver qual time teria o brasileiro. Fui o primeiro a ser escolhido, e cara ficou felizaço que eu ia jogar no time dele. Se fudeu, sempre fui um pereba de marca maior, e a frustração na cara do capitão era visível. A partir desse dia, sempre fui escolhido por último.
Falando em amizades, na minha primeira semana lá, o Danny me chamou pra escalar. Eu topei, claro, e ele disse que o tio dele iria nos buscar. Maravilha. Daqui a pouco chega um jovem com cabelo espetado e cara de bebê, entra na casa direto, me cumprimenta e começa a fazer café da manhã pra ele. Imaginei que fosse um amigo do Danny, e perguntei que horas o tio dele chegaria. “Esse é meu tio”. O cara tinha 19 anos, um ano a mais que o sobrinho. Ele se chamava Sascha, e era um dos poucos (além do Danny) que falava inglês fluente. E ali foi o começo da maior amizade que já tive até hoje. O Sascha se tornou um irmão pra mim, e depois que voltei pro Brasil, ele veio me visitar praticamente todo ano, ficando sempre pelo menos um mês na minha casa. Anos mais tarde chegamos a morar juntos em Berlim por um tempo.
Então, o Danny e o Sascha decidiram fazer uma festa de boas vindas pra mim. A filha do Sascha havia nascido no dia que cheguei, e a então namorada e filha dele ainda estavam no hospital. A festa seria no apartamento do Sascha. Eu tinha 17 anos, já tinha bebido, já tinha ficado bêbado... mas nunca havia bebido como um alemão. Os caras são selvagens no que diz respeito a álcool. Só lembro de poucos flashs dessa noite, mas me recordo de ter acordado vomitado dentro do berço da filha recém-nascida do cara. O início de uma bela amizade.
O Danny estava fazendo auto escola. Alguns dias antes do teste dele, um amigo nosso, Martin, passou lá na casa com o carro do pai dele, um Civic, e nos levou pra um estacionamento vazio pro Danny praticar. Isso devia ser umas 10 e meia da noite. Ficamos uns quinze minutos ali rodando o estacionamento, quando o Martin perguntou se eu queria dar umas voltas também. Meu pai me ensinou a dirigir aos 14 anos, então falei que sim! Sentei no banco do motorista, apertei o cinto e acelerei por não mais que 5 metros, quando surgem dois carros de polícia. Nos param e mandam sair do carro. Menor de idade e sem carteira... fazem teste do bafômetro em mim, e nos deixam um tempão esperando enquanto falam no rádio. Meus amigos tentaram argumentar, mas os caras só ficavam mais putos. Eventualmente nos levaram pra casa na viatura, e pegaram os dados do meu passaporte.
Alguns dias depois chega uma carta do juiz falando que o que fiz foi gravíssimo e absolutamente inaceitável, e que eu corria risco de ser deportado. Na carta, ele pediu pra eu enviar a minha versão dos fatos, então foi o que eu fiz. Contei exatamente o que aconteceu, embelezando um pouco os fatos (“no Brasil não temos carros como na Alemanha, e meu sonho era dirigir um carro alemão”). Duas tensas semanas depois, recebo a resposta do juiz. “O susto foi punição suficiente. Não dirija novamente sem carteira”. Já o Martin levou uma multa nervosa.
Depois de alguns meses lá, recebo uma ligação da minha mãe. Meu pai sofreu um ataque cardíaco (o terceiro dele), e provavelmente não sobreviveria. Foda. O seguro pagou minha passagem de volta, e dois dias depois de eu voltar ele faleceu. Infelizmente não cheguei nem a falar com ele, pois estava sob sedativo. Depois disso fiquei mais três semanas com minha família, mas decidimos que era melhor eu voltar pra Alemanha enquanto eles se reerguiam aqui, além de ser um gasto a menos pra eles. Voltar pra Europa não foi fácil, cheguei a ter algumas crises de depressão e atravessar esse período de luto longe da família foi bem difícil. Pelo menos já havia feito algumas boas amizades por lá que me ajudaram durante esse momento.
Estava chegando o verão e a temporada de festivais. Não tinha companhia pra ir comigo, então decidi ir sozinho pra um festival no sul da Alemanha, quase na fronteira com a Áustria, chamado Earthshaker Fest. Iriam tocar, entre outras bandas, Motorhead, Sepultura, Kreator, UDO, Sabaton, Testament... Vi onde iria ser o festival e comprei um bilhete de trem pra cidade mais perto, que se não me engano era Kreuth. Comprei barraca, saco de dormir, e fui completamente na louca, falando mal e porcamente alemão, sem Google Maps e sem planejar nada.
Desembarquei em Kreuth (que ainda era longe do local do evento) e comecei a mostrar o panfleto do festival pra pessoas aleatórias na rua, e ninguém sabia nada. Chegou a bater um mini desespero, mas daí perguntei pra um senhor de bicicleta; ele deu um sorrisão e exclamou “JA, JA! Komm mit, komm mit! Follow! Follow!” e saiu pedalando, e tive que ir correndo atrás da bicicleta dele enquanto ele gritava “Follow! Follow!”. Depois de uns 10 minutos correndo, chegamos numa estação de ônibus. Ele me apontou um ônibus “This! Last stop!”. Eu agradeci, e embarquei no ônibus.
Depois de uma hora e meia de viagem mais ou menos, o ônibus já estava vazio. O motorista para num cruzamento no meio do nada com lugar nenhum e manda eu descer. “Letzter Halt!”, última parada. Obedeci, e o ônibus foi embora. Era uma encruzilhada, e não tinha uma alma viva ali perto. “Fodeu”, eu pensei, mas daí vi um carro estacionado bem longe, e fui até ele. Quando cheguei perto, vi que o banco de trás estava cheio de material de acampamento, e os caras estavam claramente indo pro festival. Ufa, pelo menos estou no caminho certo. Pedi uma carona, mas já sabia que não ia dar porque o carro estava cheio. Pelo menos eles me apontaram pra onde ir. “12km praquela direção”. Bom, é melhor eu começar a andar então...
Fui andando na beira da estradinha, que estava vazia. Quando eventualmente passava um carro eu levantava o dedão pedindo carona, mas não tive sucesso. Depois de uns 10 minutos caminhando, já tinha me conformado que teria que andar os 12km, quando ouço uma música vindo de longe. Olho pra trás, e é uma van vermelha tocando metal no último volume vindo na minha direção. Pensei “é agora ou nunca” e estendi o dedão. Os caras passam por mim e param uns 30 metros adiante.
Da van pula um alemão gritando, vestindo só um chapéu de bombeiro, colete de couro e um kilt, além de um copo de cerveja em cada mão. O som tava rolando alto, nem perguntei pra onde eles estavam indo, só entrei na van onde tinha mais 3 caras além do motorista, e TRÊS BARRIS DE CERVEJA. DOS GRANDES. Eles estavam eufóricos, rindo, berrando, falando comigo em alemão, e eu falei “WAIT, WAIT! Please, english only! I’m from Brazil”. Daí que os caras surtaram de vez “YEAAAH BRAZILLL, SEPULTURAA, FUCK YEAAAH” e fui alegremente bebendo na van até o festival.
Chegando lá, armei minha barraca do lado do acampamento deles e passamos boa parte do tempo juntos. O clima da área do camping era animal, muita gente se divertindo, bebendo, curtindo... aquela frieza típica dos alemães não existia lá. Chegamos um dia antes do festival começar, então os shows começariam só no dia seguinte.
O clima de camaradagem entre completos desconhecidos era algo que eu nunca havia visto. Uma hora eu estava andando pelo camping e tinha um cara sentado numa mesa do lado de um trailer. Ele me chama pra tomar uma cerveja ali com ele. Peguei uma garrafa que estava num cooler na mesa e disse “muito legal tua estrutura aqui”, e ele respondeu “não é meu!” Perguntei de quem é. “Não faço idéia!” Na mesma hora chega com um sorrisão no rosto o dono do trailer, um gordo barbudo cabeludo de 1,9m de altura. Ele se senta na mesa e distribui mais cerveja pra todo mundo, e ficamos um tempão ali enchendo a cara.
Inclusive não gosto muito desse negócio de síndrome de vira-lata, mas a diferença entre festivais do Brasil e de lá é brutal. Não é nem questão de estrutura, mas de energia mesmo. O último que fui aqui no Brazil, o Zoombie Ritual em 2013, porra, tinha uma galera escrota pra caralho, um cara chegou a puxar briga comigo por causa de barraca, me estressei bastante. Totalmente diferente. Enfim...
No festival encontrei dois brasileiros, um era representante da Roadie Crew e o outro acho que era do Whiplash, os dois estavam cobrindo o festival. Minha primeira noite de acampamento foi uma merda, dormi mal pra caralho, muito barulho e muita zona. Então combinei com o cara da Roadie Crew de pagar uma quantia pra ele e dormir no chão do quarto de hotel que ele tava, que era bem pertinho. Então a barraca ficou só de QG durante o dia no festival, e à noite tomava banho e dormia no hotel.
O legal desses festivais é que várias bandas fazem sessão de autógrafos, então aproveitei pra pegar autógrafos das bandas que curtia. E com absolutamente todas, eu chegava pra alguém “ei, vamo ali no bar tomar uma cerveja?”, e todas recusavam. Até que fui pegar o autógrafo de uma banda inglesa de prog metal relativamente desconhecida (que eu curtia pra caralho) chamada Threshold. O vocalista original tinha acabado de sair da banda, e quem estava cobrindo pra ele era um cara chamado Damian Wilson. Eu já conhecia o trabalho do Damian, ele fazia o vocal das músicas do Rick Wakeman (tecladista do Yes), Alan Wakeman, e fez também um personagem no que considero um dos melhores discos já gravados, “Into The Electric Castle”, do Ayreon.
Falei pra ele “bora tomar uma cerveja ali no bar?” e ele topou na hora, pulou por cima da mesa e fomos. Tomamos um chopp e ficamos batendo papo, mas chegava muita gente falar com ele. Ele disse “vamos no restaurante das bandas lá atrás que é mais tranquilo”, e eu respondi que não tinha acesso àquela área. O cara imediatamente tira a credencial de banda dele e coloca no meu pescoço. “Pode deixar que eu dou um jeito de pular ali por trás”.
CA-RA-LHO. Bom, tomara que essa merda dê certo. Passei tranquilo pela segurança, que viu a credencial. ACESSO TOTAL. Encontrei de novo o Damian ali atrás, e era mais ou menos hora do almoço do último dia do festival. Ele me pergunta se eu estou com fome. Tava morrendo de fome, e comendo mal pra caralho desde que cheguei. “Só um pouquinho”. Entramos no restaurante das bandas, e vários músicos estavam lá. Muitos eu não conhecia, mas que eu reconheci era o Paulo Junior do Sepultura, e o Mike Terrana do Masterplan.
Fui levado até a mesa da banda do Damian, onde ele me apresentou pra cada um da banda e me fez sentar ali. Peguntou “você come carne?” eu disse que sim, e lá foi ele fazer um prato de pedreiro pra mim no buffet. Enquanto almoçava fiquei conversando com os músicos, todos absurdamente simpáticos, e tirando a barriga da miséria. As mesas eram todas muito juntas, e daqui a pouco chega o Dani Filth pra almoçar, e senta exatamente do meu lado. Ele estava com “meia” fantasia pro show que ainda iria fazer, sem a maquiagem, mas com as calças do capeta. Eu até curto um pouco de Cradle of Filth, mas não conheço quase nada. Virei pra ele e falei “parabéns pelo álbum novo” (nem tinha ouvido na verdade). O cara foi um lorde gentleman, extremamente simpático, agradeceu e ficou um tempão falando sobre como o álbum foi escrito.
Dali a pouco o Damian diz “você gosta de Within Tempation? Vem aqui, deixa eu te apresentar eles”, e me levou até o camarim dos caras. Infelizmente só estava o guitarrista lá, e os dois ficaram conversando e eu fiquei boiando.
Não lembro exatamente como, mas acabamos nos separando. E eu fiquei com a credencial dele. “Bom, vou aproveitar né”. Andei por tudo lá atrás, cruzava com o pessoal das bandas, mas tentava não chamar muito a atenção. Encontrei meu amigo da Roadie Crew lá atrás “como que vc entrou aqui???” Contatos, meu amigo... na hora do Motorhead, entrei pelo backstage e assisti sentado no palco, de trás, quase do lado da bateria. No meio do show, resolvi ir ali no chiqueirinho dos fotógrafos, na frente do palco, tirar umas fotos. Vários fotógrafos profissionais com câmeras gigantes, e eu com a minha camerazinha mais barata do mundo. Nesse momento quase deu merda: eu ainda estava com a pulseira de “plebeu”, de público normal. Um segurança agarrou meu braço, e eu imediatamente mostrei a credencial! O cara largou, mas ficou cabreiro, e eu saí logo dali.
O Motorhead foi a última banda a tocar. infelizmente só consegui a credencial no último dia, mas deu pra aproveitar o festival bem pra caralho do início ao fim e fechando com chave de ouro. Só com muita sorte pra ter outra oportunidade dessas.
No fim, adiei minha volta pro Brasil pra algumas semanas depois desse evento por conta da minha família. Mas olha, esse final de semana me abençoou num dos períodos mais difíceis que já passei.
Alguns anos depois, num show do Iron Maiden em Curitiba, encontrei o cara do Whiplash que conheci lá no festival. A primeira coisa que ele me disse: “CARA, o Damian Wilson tava louco atrás de vc!!! Ele se ferrou porque não conseguia ir em lugar nenhum sem a credencial!” Ops...
Um tempo depois contatei o Damian pelo Facebook, com a foto da tal credencial e pedindo desculpas. Ele nem se lembrava mais, achou engraçado, e me chamou pra tomar um pint quando eu estiver em Londres.
Na foto, a credencial e alguns dos autógrafos que peguei durante o evento. Desculpem se enrolei demais e fugi do tema, mas acabei me empolgando.
Qualquer hora conto a história de como enchi a cara com o Edguy, mas daí sem incluir a minha história de vida.

https://imgur.com/a/19VyNWP
https://i.imgur.com/kMHIDEq.jpg
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2019.10.14 00:42 SuperApathy Sub-vida.

Eu morri. O André normal e feliz morreu há uns dois meses. Hoje eu sou só a casca quebrada e vazia de algo que já era todo torto. Fui diagnosticado com atrofia no cerebelo, uma doença degenerativa sem cura, e ela comprometeu 70% da minha fala. Além de me dar vertigens toda vez que me movo. Minha visão tá zoada, às vezes trêmula, às vezes dupla, quase sempre péssima. Nunca mais vou poder sentar numa mesa de bar, tomar uma gelada e trocar ideia. Não consigo mais conversar, fisicamente. Consigo falar algumas frases, devagar, mas demanda muito esforço. Também não posso mais beber. Talvez seja um tipo que degenere ainda mais meu cérebro e meu corpo. Há uma chance pequena de reverter alguma perda no cerebelo, mas é pequena. A verdade é que minha vida normal acabou e só me resta uma sub-vida, dessas que eu via notícia e pensava "deus me livre, imagina o pesadelo de viver assim". Tô tomando antidepressivo há umas semanas mas não mudou nada. Não quero e nem posso me matar por causa da família. Iriam morrer de tristeza. Então o que me resta é viver um tormento de vida por não sei mais quantas décadas. Tentar falar e não conseguir é terrível. É como estar preso dentro do corpo e testemunhar ele se envergonhando, falando tudo errado, sem poder fazer nada. Descobri isso no último encontro que tive com uma mina linda e super legal. Eu queria falar mas não dava e ela olhava com cara de decepção e, tadinha, nem posso culpá-la. Vida amorosa já era, pra sempre. Quem vai ficar com um cara que não fala? Voltei a morar com a família, não consigo trabalhar (tontura o tempo todo), não sou bonitão. Nenhum talento. O pior dos partidos. O que me resta é só sofrimento. E sofrer sozinho. A depressão fez eu afastar amigos há alguns anos e fiquei isolado e definhando (literalmente, sem saber) num apartamento saindo só pra comprar cigarro e comida. Até o prazer da comida, que era minha última alegria, agora me é indiferente. Meus dias são basicamente um esperar pra dormir. Não escuto literalmente mais nenhuma música que ouvia porque, naturalmente, elas me fazem lembrar de coisas e de fases da vida, só que todas lembranças minimamente boas agora me causam uma dor imensa, agoniante. Me lembram do que eu era e do que eu podia e do que nunca mais vou poder novamente. Fui pegar uma camiseta limpa há uns dias, um presente de uma ex. Lembrei da ocasião que saímos, de mãos dadas num sol de sábado a tarde, felizes e apaixonados, conversando com ternura. A lembrança era boa, agora é um lembrete de daquilo que eu nunca mais vou ter. Chorei violentamente. Como se não bastasse, também sou agora responsável pela saúde psicológica dos meus pais, que tão ficando deprimidos com a situação. Meu deus, eu não tenho força nem pra mim e agora tenho que guardar os outros? Pior que tenho. Não quero eles mal. Mais um fardo pra carregar tonto e mudo: manter a família bem.
Meu celular queimou e eu pensei "porra, que fase". Mas não é uma fase. É a minha vida, daqui pra frente. Pra sempre.
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2019.10.04 23:50 zelao9696 sete palmos - argumento

oi, galera. tempo atrás postei aqui o argumento de um curta metragem que estou escrevendo, e, agora, volto com mais uma versão. adoraria ler alguns feedbacks. valeu!
SETE PALMOS
ARGUMENTO
FELIPE é atendente em um "bar e lanches" decadente na rua da Consolação, no centro de São Paulo. O comércio se localiza bem em frente ao cemitério de mesmo nome, conhecido por ter enterrado os mortos das mais importantes e influentes famílias da cidade.
Certo dia, chegando de manhã para trabalhar, TRETA, colega de Felipe o informa que há uma pessoa o procurando, o que leva o protagonista a estranhar, uma vez que é muito cedo para qualquer cliente ter chego ao estabelecimento. Ele descobre que quem o aguarda é SEU IRMÃO. Em um diálogo, ele é informado que seus pais tem passado dificuldades financeiras para manter o imóvel que moram em São Bernardo, onde os irmãos cresceram. Assim, após um diálogo que mostra uma frágil relação entre os irmãos, eles se abraçam e Lipe se compromete a ajudar.
A primeira ideia de Lipe é pedir ajuda para SORAIA, dona do bar que trabalha. Uma manhã em que ela chega para descarregar as compras para o mês, Felipe a pede ajuda, ela, carinhosamente, nega, afirmando que o estabelecimento está passando por dificuldades financeiras, e o lembra se um liquidificador que a muito tempo está fazendo um barulho indevidamente alto.
Felipe segue, desolado, trabalhando. Ao fim de um turno de almoço, quando o último cliente, deixa o estabelecimento, Lipe e Treta, vão para a frente do bar para fumar um cigarro. Lá, numa conversa despretensiosa, Treta informa Lipe da origem das pessoas enterradas no cemitério da frente, e informa, também, que há um brechó que compra e vende objetos de luxo no mesmo quarteirão. Lipe fica pensativo.
No final do expediente, quando já é noite, Treta se despede de Felipe e sai. Então, Lipe se apressa para logo terminar o fechamento do estabelecimento, mas não sem antes ir até a cozinha e pegar um martelo de bater carne. Ele abaixa o portão de ferro e atravessa a rua. Lipe está tenso, olha para todos os lados para ver se alguém o observa. O local está vazio. Lipe pula o muro do cemitério e, camufladamente, anda até encontrar um túmulo, nele, há presa um crucifixo de prata como adorno. Lipe, nervoso, vai até ele, tira o martelo de sua mochila e dá uma batida. Ele percebe que não fora forte o suficiente e dá outra martelada, arrancado o adorno. Ele o pega e põe na mala
No dia seguinte, Felipe recusa uma pausa para fumar com Treta para buscar um lugar para vender o item que roubará, algo comum no centro da cidade. Alguns quarteirões distante do bar, ele encontra uma placa que indica um local que compra metais preciosos. Lá o vendedor, observando suas vestimentas, o pergunta de onde viera uma peça tão valiosa, o que Lipe responde ser um "Presente da família".
Dias depois, no fim do expediente, após acabar de sair de uma ligação com sua mãe, em que ela agradecia o dinheiro por ele enviado, Treta vem avisar Felipe que alguém o espera em uma mesa do lado de fora. Felipe vai feliz até a saía, acreditando que se tratasse, novamente, de seu irmão. Porém, sentado em uma mesa tomando cerveja, está SERGIÃO, um homem alto e gordo de cabelos brancos, usando óculos escuro e jaqueta de couro. Ele se revela um ex-policial e, atualmente, detetive, sendo que fora contratado pela família que Felipe roubara para encontrar o ladrão. Porém, ao se dizer impressionado pela coragem e pelo sigilo de Lipe, ele oferece uma proposta: Ajuda-lo a realizar um roubo parecido em troca de não entrega-lo à família.
No dia seguinte, no fim do expediente, Treta se despede de Lipe e fala com o amigo que, em uma conversa, Dona Soraia o contou as dificuldades pela qual o colega está passando, assim, Treta oferece "qualquer tipo de ajuda", o que Felipe rapidamente nega, falando que já pensou em uma solução, mas mesmo assim agradece o amigo. Os dois se abraçam. Momentos depois da saída de Treta, Sergião chega ao bar e pergunta se Lipe está preparado, ele confirma.
O ex-policial revela para Felipe que, agora, ele vai entrar junto no cemitério, uma vez que, desde o último roubo do atendente, a segurança está mais pesada, contando, inclusive, um ronda noturno. Assim, Sergião mostra dois revólveres a Lipe, perguntando se ele sabe atirar, o que ele rapidamente nega, o detetive diz que ele não vai precisar, mas ficaria com ele para uma urgência.
Os dois vão juntos até o local em que Lipe adentrou o Cemitério da última vez. Quando pulam o muro, Lipe deixa cair o martelo de carne que usara para realizar o roubo, chamando atenção do guarda. Sergião briga com o atendente e corre para o lado oposto do cemitério para distrai o vigia, trocando tiros com o mesmo, enquanto Felipe comete o rouubo. Ele vai rapidamente até um túmulo e dá uma forte martelada em um portão, depois, o coloca, rapidamente, em sua mochila.
Lipe corre até onde Sergião está, o velho grita para irem embora, se levantando e dando tiros onde o policial está escondido, errando todos. Após ele disparar os tiros, Lipe atira contra ele, acertando seu pé e fazendo ele soltar a arma. Depois, Felipe, desesperadamente sai correndo do cemitério, o policial vê Felipe indo embora, mas vai em direção a Sergião e o prende.
Na sequência seguinte, vemos o bar em que a estória ocorreu, agora, há apenas Treta, ele está batendo filés de carne com um martelo. Um cliente chega, eles se comprimentam, e ele pergunta sobre Lipe. Treta responde que não sabe bem, mas que Dona Soraia disse que ele veio, de mala nas costas, deixar umas coisas no bar e, depois, foi pediu demissão. O cliente pede um suco. Treta corta rapidamente as frutas para realizar o preparo, pega o liquidificador e põe os ingredientes para bater. O som do liquidificador bate com um som muito baixo.
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2019.09.30 18:32 readyfortheplague Pouco caso !

E depois de alguns dias de solidão que lhe compuseram a idéia de sair no meio do dia e procurar o primeiro bar que visse e entrasse pra sair somente depois da meia noite
ele devia ter tido bebido 40 cervejas ou mais ! mas não fazia diferença
não fez !
assim como a bruxa havia lhe dito !
que tudo aquilo que lhe dava prazer não faria mais efeito !
nem sentiria mais paixão
não!
quanto tempo havia passado desde que sua namorada havia morrido ?
dois ...três anos ?
vai lá se saber !
o que ele devia fazer então !
já não sentia fome nem sede a esta altura
e sempre sonhava com o mesmo encantamento !
uma caveira de gato e fumaça
então acordava
sempre pior do que no dia anterior
suas costas doíam toda vez que acordava
mas ele não queria aceitar a maldição
nem acreditava nessas coisas ! era só um homem genérico em um mundo trivial !
isso fazia parte !
e haviam outros ao redor ! mas apenas um observava !
viu todas aquelas garrafas de cerveja em cima da mesa e reparou bem quando ele saiu !
não ! não estava bêbado ! e sua mente relutava pensando em se tratar de uma trauma com alguma consequência no fígado !
até que ouviu um assobio !
"é só defecar na porta da casa dela "
ele olhou pra trás !
"é só defecar na porta da casa dela que isso tudo passa"
e então o emissário fecal foi embora sem parecer se preocupar muito !
ele foi pra casa dormir ! fedendo a suor e bebida ! mas nada de consecutividade !
fazer o quê ?
então ele finalmente percebeu !
e se lembrou do que o homem falou !
sorriu por um momento ! ligou os pontos
mas não sabia onde a bruxa morava !
antes de pegar no sono dedicou o próximo dia a procurar a casa dessa tal feiticeira !
e quando abriu a porta pra sair em sua procura tropeçou numa pedra e quebrou o tornozelo !
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2019.09.29 00:18 Mutzarella Alistamento Militar

Pois então, completei 18 anos esse ano e fiz o que todo brasileiro do sexo masculino deve fazer: Se alistar ao nosso bendito exército.
Devido aos avanços tecnológicos, me alistei online e o site me pediu para comparecer às 13hrs do dia 23/09/2019 num quartel aqui. E o que eu fiz? ESQUECI POR 2 DIAS, pois estou em semana de provas na minha faculdade.
Ao chegar em casa, meu pai pergunta: Como foi o alistamento? Eu gelo, falo que esqueci, meu pai fica 200% pistola dizendo que se eu não me alistar irei preso
Acordo dia 25, mal tomo o café e vou pro mesmo quartel, me desculpando pelo atraso. E o que acontece? ELES ME MANDAM VOLTAR NO DIA SEGUINTE POIS O SISTEMA CAIU. Vou num bar, bebo uma Stella e vou pra faculdade.
Acordo dia 26, vou de tarde e consigo ser dispensado (amém) por usar óculos, me entregam um papel e mandam eu voltar no dia seguinte ÀS 7HRS para jurar a bandeira e pegar meu certificado de dispensa. Vou pro mesmo bar, pego 2 Coronitas e vou pra faculdade comemorar a dispensa.
O problema, meus caros redditores, é que falta camisa branca pra mim. Andei o centro da cidade 2 vezes pra achar uma, e comprei uma na Renner por 30 reais (Ai meu bolso)
Chega dia 27, Chego no quartel ÀS 7HRS, e o que acontece?
Me mandam voltar pra casa?
Pq?
PQ ROUBARAM A BANDEIRA E OS CABOS DO POSTE!
É SÉRIO QUEM É QUE ROUBA UMA BANDEIRA.
Só não fui pro mesmo bar porquê é muito vacilo se embebedar antes do almoço.
Agora irei dia 30 pra jurar essa caralha dessa bandeira de uma vez por todas. E pegar uma Heineken se possível.
Tenham um bom dia, bebam água e durmam bem.
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2019.08.26 02:10 Lannart Presepada de domingo!

Já começo avisando que não vou anunciar a era das máquinas e nem comer o cu de quem tá lendo. É história verídica e fresquinha! Vou colocar um TL;DR no final pois não sei se o texto vai ficar grande.
Tava com um pouco de preguiça de fazer um caminho andando e resolvi pegar o ônibus que veio até rápido. Fiz sinal e o micro-ônibus parou. Quando fui entrar uma senhora que estava sentada em uma das cadeiras reservadas trocou para o outro lado ao mesmo tempo que o motorista, num pulo, saiu do banco dele indo em direção a uma tampa próximo do para-brisa. Logo que foi levantada a tampa (dava acesso ao compartimento do radiador) começou a sair vapor de água do motor que estava fervendo! Continuei ali na frente esperando pra ver se poderia ser útil e também pra não desperdiçar a minha passagem. O motorista conseguiu retirar a tampa do radiador e já foi pegando umas garrafas pet estratégicas que estavam cheias de água pra completar o nível.
Acabou a água das garrafas. Me ofereci para ir ao bar logo ao lado para encher as garrafas. Os bebuns pé inchado clientes do bar eram a nossa plateia e sabiam do que estava acontecendo. Logo que me viram com as garrafas um deles falou pra eu entrar no bar que dava pra encher as garrafas no banheiro. Não perdi tempo.
Enquanto eu enchia a primeira garrafa eu vi "de rabo de olho" alguém chegar na porta. Ignorei. A porta, que era sanfonada, fechou, abriu, fechou e abriu. Pensei: "Deve ser um bêbo querendo dar uma mijada". Segui ignorando. A porta fechou com mais força e abriu com mais força. Pensei: "Além de bêbo deve ser mudo, ou bicho, pois não sabe falar". Olhei em direção a porta e esperei uma reação. Pra minha surpresa, era gente e até começou a falar:
Eu: "Quê?".
QUÊ? É para o ônibus que ferveu. Me falaram ali pra entrar e pegar a água no banheiro! Achei que podia, que era o dono do bar me autorizando!
Desliguei a água, desisti de encher outra garrafa e fui saindo do banheiro.
Me voltei puto pro bosta dono do bar e repeti com mais veemência: "Me falaram pra entrar e pegar a água. Achei que podia. Que era o dono do bar me autorizando". Sou um cara da paz mas a minha vontade era de enfiar a garrafa pet cheia de água em algum orifício do desgraçado. Me contive e sai do bar.
De volta ao ônibus contei pro motorista o que tinha acontecido no bar e ele ficou perplexo. Completei: "Deixa assim. Alguns litros de água talvez façam ele ficar muito pobre". Mas como a água não foi suficiente para completar o nível ele foi na lanchonete logo a frente e pegou mais água. Terminou de completar o radiador, passei a roleta e o motorista saiu com o ônibus.
Não chegou a rodar 30 metros. Dessa vez subiu fumaça ao invés de vapor de água! Descemos do ônibus e eu fui de novo na parte da frente pra ver se ainda poderia ajudar. O motorista estava meio deslocado. Olhei para o lugar de onde saia a fumaça e vi chama. Gritei pro motorista pegar o extintor pois nem sei onde ficam em um ônibus. Ele, ainda sem saber o que fazer, me entregou o extintor e pediu pra eu ajudá-lo. Arranquei o lacre e fui em direção a chama gritando pro motorista tirar os pertences dele de dentro do ônibus. Nesse instante ele pegou o telefone e deve ter ligado para o supervisor ou alguém parecido que lembrou de algo importante: desligar todo o ônibus para cortar a eletricidade. Eu, mesmo sentindo o cheiro de parte elétrica queimada, não me atentei para isso. O que foi essencial pois mesmo após gastar todo o extintor ainda sobrou um pouco de chama que só apagou de vez depois que o motorista jogou um pouco de água.
Saí do micro-ônibus coberto de pó químico de extintor e fedendo a fumaça. Vi que não tinha mais perigo aparente. Eu só queria ir pra casa. Desejei boa sorte ao motorista e fui embora, sacudindo o pó. Ainda estou tossindo e com gosto de fumaça na boca. O cheiro tá impregnado, não saiu nem com um banho demorado. Eu não sabia qual era o gosto de pó químico pra extintor até então mas acho que agora consigo identificar se uma merda assim acontecer de novo.
Esse foi o fechamento do meu domingo.
TL;DR: peguei um ônibus que ferveu o motor; pra ajudar o motorista fui no bar pegar água e tomei esporro do dono; quando o ônibus voltou a andar pegou fogo de verdade e eu apaguei o fogo.
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2019.06.23 23:56 d3rr1c53xpl0r3r Como tudo aconteceu (Na minha Cabeça)

Depois de ter ouvido todos os 24 episódios do Caso Evandro é impossível não formar uma narrativa própria na sua cabeça. Ao longo desses 24 episódios você transita entre a culpabilidade e inocência dos sete acusados. Impossível não, já que num caso tão conturbado quanto esse e com tantas variáveis fica difícil acreditar 100% em qualquer depoimento ou confissão. Pensei em esperar que todos os episódios saíssem antes de fazer esse post, mas aí lembrei que o Ivan mencionou que dará o seu parecer pessoal de como acha que as coisas aconteceram. Então para que não haja “Depois de ter ouvido fica fácil falar”, eu vou postar agora. Até para que eu não me influencie pela versão dele. Caso nos próximos episódios alguma coisa bombástica venha à tona e mude a minha opinião, eu irei colocar edits na minha postagem.
Só para que vocês entendam um pouco sobre mim venho de uma família umbandista e cresci entremeio sessões espiritas em casa, centros de umbanda e candomblé e “presenciei” sacrifícios de animais (Por ser pequeno na época, nunca me deixaram ver o ato, mas via o resultado nos dias seguintes. Como já ficou claro, as vísceras têm que ficar no alguidar por 3 dias antes de serem descartadas em água corrente, ou levadas a uma encruzilhada). Meu avô (Já falecido) era pai de santo e minha tia filha de santo e atendíamos apenas família e vizinhos próximos. Nunca tivemos um centro propriamente dito. E como isso já faz bastante tempo, obviamente algumas coisas me somem à memoria então fui pesquisar mais sobre o assunto.
Antes que eu comece, até para que vocês entendam um pouco melhor sobre as religiões Afro-Brasileiras, existem VÁRIAS vertentes. Sabe aquela coisa de brasileiro “gourmetizar” as coisas? (isso será importante na minha versão da história) Pois bem, com essas religiões não é diferente. Primariamente vieram da África com seus escravos TRÊS religiões, a Umbanda, a Quimbanda (ou Kimbanda) e o Candomblé. Sendo a umbanda e a quimbanda cultos semelhantes. Na “Umbanda Branca” temos o trivial de sessões espiritas, atendimento aos consulentes e o famoso passe (Algo apenas para dar uma paz de espirito a quem precisa, limpeza de aura e etc.) e oferendas à Yemanjá, Oxalá, Xangô, Ogum, Oxossi, Iori, Iorimá, que são as 7 linhas da umbanda. Na “Umbanda Negra” ou Quimbanda também há 7 linhas, todas chefiadas (encabeçadas) por diferentes Exus, que esses por sua vez em troca de sua sabedoria e conhecimento de outros Exus da gira (networking) pedem oferendas mais “caras”, oferendas de sacrifício de sangue. Dependendo do que lhes é pedido os tipos de oferenda variam desde uma simples galinha até humanos. Na África até hoje esses sacrifícios acontecem segundo o que pude encontrar (Não sei se é verdade). Eu poderia fazer um post apenas sobre isso, pois é uma assunto MUITO extenso e complexo. Pois bem, abaixo vocês podem conferir a minha versão do acontecido. Algumas coisas apenas os envolvidos sabem e ninguém NUNCA saberá a verdade.
Chega em Guaratuba no começo de Janeiro de 1992, o “Pai-de-Santo” e jogador de Búzios Osvaldo Marceneiro com sua então namorada Andrea Barros e os mesmos tentam estabelecer negócio na feira de artesanato no centro da cidade. Antes que os outros integrantes da feira se opusessem a permanecia de Osvaldo na feira, o mesmo conhece Beatriz Abagge que como declarou varias vezes gostava de misticismo e coisas do gênero. Após algumas leituras de Búzios os dois se tornaram próximos e assim começaram um relacionamento de amizade. Beatriz por sua vez leva seus pais a uma consulta em 29 de Janeiro de 1992.
Osvaldo por morar no imóvel de Carmelita Cristofolini, ficou sabendo do terreiro da Mae Hortência o qual Beatriz Abbage também frequentava. Carona vai e carona vem, já que Osvaldo não tinha carro (como declarou), os dois vão ficando cada vez mais próximos. Beatriz Abagge recém separada de seu noivo, estava obviamente em busca de respostas e um direcionamento em sua vida e recorreu a ajuda de Osvaldo nos búzios (Aquela coisa de mulher, “será que ele vai voltar”, “será que ele ainda gosta de mim” e etc.). Contundo Osvaldo oferece não apenas o consolo espiritual, mas também um consolo emocional e o que era amizade acaba se tornando um affair. Aí pronto, isso é o suficiente para que Beatriz comece mover montanhas por Osvaldo. Logo após isso os outros integrantes da feira de artesanato começam uma movimentação para que Osvaldo e Andrea sejam removidos da feira e com o apoio de Beatriz, Osvaldo vai à prefeitura de Guaratuba para pedir ao Prefeito Aldo Abagge que o conceda um alvará de funcionamento na Feira. Com isso Osvaldo conhece Davi Dos Santos Soares que era o Vice-Presidente do conselho dos artesãos e esses se tornam amigos. (Não sei ao certo, ou não me lembro de onde Vicente de Paula e Osvaldo se conhecem ou quando se conhecem). Pois bem, Osvaldo consegue a permissão para permanecer na feira lendo os seus Búzios.
Osvaldo, um jovem que na verdade era FILHO-de-Santo precisa se “firmar” para conseguir se tornar um Pai-de-santo propriamente dito e abrir o próprio Terreiro em Guaratuba com a ajuda de Beatriz Abagge. Osvaldo foi vulgarmente chamado de “pai-de-santo” por todos por ignorância dos que não conhecem como a religião de fato funciona. Só é considerado “Pai-de-Santo” quem tem um terreiro e passa por uma iniciação feita por um outro Pai-de-Santo que tem um terreiro em funcionamento. No caso da região de Guaratuba já existia um terreiro, o da Mãe Hortência, e por motivos não sabidos talvez a Mae Hortência não quis iniciar Osvaldo (O que já é um red flag). Pois bem, Osvaldo ambicioso e com sede de se estabelecer de vez em Guaratuba pois agora estava apaixonado por Beatriz vai atrás de informações para fazer a sua própria iniciação como Pai-de-Santo na umbanda. Entendam, para que alguém se torne Pai-de-Santo, o mesmo deve possuir amplo conhecimento sobre a religião, linhas de trabalhos, tipos de espirito, como proceder no caso de algo dar errado numa sessão, e principalmente, o quão forte o “cavalo” é, se aguenta a pressão imposta pelos espíritos. (Algo que não mencionei no texto acima sobre as religiões, é que Umbanda e Quimbanda se entrelaçam de uma maneira homogenia. Quem segue uma acaba seguindo a outra indiretamente, já que as duas juntas são o ponto de equilíbrio. Sendo uma sempre contraria à outra.).
Já envolvido com Vicente de Paula e Davi dos Santos Soares, Osvaldo começa a busca de sua primeira oferenda. Oferenda essa para se auto iniciar como Pai-de-Santo. Com isto, o menino Leandro Bossi desaparece em 15 de Fevereiro de 1992. Não temos detalhes sobre esse acontecido pois como tudo consta o menino Leandro continua “desaparecido”. Há “informações” de que o corpo havia sido descartado no mesmo rio onde o saco com partes de Evandro seriam encontrados mais adiante, porem nada de concreto foi constatado. Vale ressaltar que não acredito que Beatriz e Celina estejam envolvidas nesse desaparecimento, inclusive acho que Beatriz na época do ocorrido em Fevereiro não ficou sabendo que havia sido Osvaldo o responsável por isso, pois ate então os dois não eram tão próximos assim e obviamente Osvaldo não queria assustá-la. Pois entendam, somente quem segue a religião e a estuda, entende a razão do sacrifício e não encara isso como um crime, pois o está fazendo por suas crenças e o vê como necessário para obter o que almeja. (Não estou de maneira nenhuma defendendo a prática, e de fato apesar da religião requerer tais sacrifícios os mesmos não deverão ser praticados pois envolve o assassinato cruel de um semelhante. Aqui sem dúvida entra a linha tênue entre a crença e a moral do ser humano)
O menino Leandro continua desaparecido e ninguém tem pistas, apenas o relato de Diógenes de ter visto Leandro na garupa da moto com Osvaldo (?). Portanto esse acontecido segue em paralelo enquanto as vidas dos 7 acusados continuam e tudo está maravilhoso. Osvaldo, De Paula e Davi estava certos que nunca ninguém descobriria o que aconteceu, como de fato não descobriram, pois, o retrato do Menino Leandro Bossi continua na pagina do SECRIDE na seção de crianças desaparecidas, ou seja, não falecidas. Portanto não há materialidade para se constatar que um homicídio ocorreu.
Passam-se então quase dois meses até que cheguemos ao desaparecimento do menino Evandro Ramos Caetano. Nesses dois meses, na minha cabeça entendo que muitas coisas aconteceram, principalmente entre Beatriz Abagge e Osvaldo Marceneiro. Os dois com certeza se tornaram ainda mais próximos, porem Osvaldo tinha Andrea, a qual já suspeitava do affair entre os dois. Daí vem os relatos de ciúmes excessivo de Osvaldo e de possíveis agressões. Só quem trairia (ou trai), acha que está sendo traído. Pensem, o affair de Osvaldo e Beatriz jamais poderia vir à tona, por várias razões. Primeiro, Osvaldo era juntado com Andrea que veio com ele pra Guaratuba, ela talvez não tivesse pra onde ir caso os dois se separassem e por esse motivo Osvaldo talvez se sentisse responsável por ela, já que a mesma o acompanhou ate Guaratuba. Segundo, Beatriz era filha do prefeito e da poderosa Família Abagge, e não poderia ser vista com tendo um caso com um “Pai-de-Santo”. Isso iria colocar em xeque a credibilidade da família perante a política local e até mesmo estadual. Sem mencionar que na cidade o mesmo já era visto com maus olhos pelos artesãos e obviamente pelo eleitorado católico, predominante em cidades do interior brasileiro, incluindo Celina Abbage.
Porém, sabem como é não é verdade? Basta apenas que uma dádiva seja concedida para que o descrente se torne crente. Nesses dois meses Osvaldo dever ter feito alguma previsão que se tornou realidade, ou fez algum trabalho (Oferenda) para Beatriz que se provou frutífero e a mesma juntada de seus sentimentos por Osvaldo mergulhou de cabeça na idéia. Nesse interim Beatriz começou um trabalho de convencimento com seus pais com prováveis “Tá vendo, não disse que ele é serio” ou “Desde que o Osvaldo começou a fazer trabalhos nossa vida tem melhorado, estamos abrindo o Centro pra cuidar das crianças, você esta trazendo o partido pra cidade, vai Lançar a Denise como candidata e etc.” ou coisas do tipo. O que não sabíamos no começo do podcast mas ficou claro nos últimos episódios é que Celina era extremamente arrogante, ambiciosa e sedenta por poder. Logo, ao ver que as coisas estavam andando na vida da família atribuiu tudo (por influencia de Beatriz) à Osvaldo, esquecendo assim o seu catolicismo e se convertendo ao “Osvaldicismo”.
Osvaldo, sabendo que sua influência na família Abagge havia aumentado consideravelmente em poucos meses propõe à beatriz que abrissem um centro de Umbanda junto com De Paula e Davi que já estavam próximos ao “casal” nesta época. O único problema é em que cidades pequenas, notícias envolvendo a família do prefeito correm rápido. Logo ficou sabido que Beatriz estava envolvida na abertura de um centro de umbanda com Osvaldo. O que fez com que a mesma, até por pedido de seu próprio pai deixasse a idéia de lado pois não seria bom por motivos políticos. Enfim, com algumas coisas indo bem pra família Abagge atribuídas à Osvaldo faltavam as coisas principais serem “consertadas”. A serraria que não andava muito bem das pernas (e da onde provavelmente vinha o sustento de toda a família, já que pelo que dá a entender Beatriz, suas irmãs e sua mãe não tinham renda alguma ainda que estavam envolvidas em projetos aqui e acolá) e a força política que Aldo e Celina tanto queriam e que estava sendo ameaçada por Diógenes (com seus panfletos) e pelo outro candidato da oposição (o qual não me recordo o nome).
A família Abagge convencida de que Osvaldo tinha o poder de interceder por eles e ajudar a família a sair dos problemas políticos e financeiros que os afligiam pedem ajuda à Osvaldo. Agora lembrem-se de que Osvaldo não tinha nenhuma outra ocupação a não ser jogar búzios e ser “Pai-de-Santo”. Depois de meses de consultas com a população de Guaratuba e seu envolvimento com Beatriz, Osvaldo vê neste apelo a chance de fazer um pé de meia. Neste momento Osvaldo descreve à Beatriz o que deveria ser feito, quanto custaria e quem participaria. Acredito que Beatriz ao ouvir o que deveria ser feito deve ter se assustado e não deve ter concordado de primeira, porem Osvaldo lhe diz que é a única maneira de conseguir tais benefícios. Depois de conversa com sua família Beatriz e Celina decidem proceder com as orientações de Osvaldo. Começa então a segunda caçada ao próximo menino que teria de ser sacrificado. Entra aqui agora a parte da “Gourmetização” da religião. Osvaldo por conveniência ou não, não posso afirmar, envolveu o número 7 neste trabalho. Pois lembrem-se, há de fato 7 linhas de trabalho nas religiões afro-brasileiras. Coincidência ou não, neste caso acredito que não. Osvaldo, além de ter 7 letras, é um nome o qual a soma de suas letras pela numerologia também é 7. Evandro, além de ter 7 letras, também soma o número 7 quando usamos a numerologia. E o suposto ritual acontece no dia 7 de Abril 1992. Neste caso, não acredito que sejam apenas coincidências, pois são muitas. É aquele velho ditado, onde há fumaça há fogo. São muitas coincidências juntas, porém vamos chegar nessa parte quando falarmos sobre as torturas.
Após a aceitação da proposta de Osvaldo, a família Abagge, começa a premeditação do ritual. Se o que falei sobre o número 7 no parágrafo acima confere, então Evandro se torna um alvo. Pois lembrem-se, para que o menino escolhido se encaixasse nos parâmetros, eles deveriam saber o nome do garoto, não poderia ser qualquer garoto. Então assim, as Abagge começam a pensar nos meninos os quais elas sabiam o nome e que poderiam se encaixar no pedido de Osvaldo. Os pais de Evandro estavam diretamente ligados à prefeitura, sendo sua mãe Maria trabalhando na Escola onde Evandro frequentava e o seu Pai Ademir na prefeitura. Logo, a família Abagge conhecia a família Ramos Caetano muito bem, e sabia o nome de seus filhos. Por um infortúnio Evandro se encaixava perfeitamente. Agora, colocando de lado o simbolismo do número 7, Evandro só estava na hora errada no lugar errado e fui abduzido pois era um menino. Pensem, proveniente de uma família humilde, os Ramos Caetano jamais pensariam que a família Abagge, a mais poderosa de Guaratuba faria uma coisa dessas. Mas sabe aquele negócio de é tão óbvio que ninguém nunca suspeitará? Pois então, mas o que eles não esperavam é que Diógenes estaria à espreita aguardando um passo em falso para que ele atacasse.
Eis que no dia 6 de Abril de 1992 por volta de 9:30 da manhã por um acaso (ou não, pois acredito que o menino Evandro não fazia aquele trajeto todos os dias naquele mesmo horário. Naquele dia ele não havia tomado café (ou esquecido o mini-game) e foi até em casa buscar na hora do recreio) enquanto passando pelas redondezas da casa dos Ramos Caetano, as Abagge avistam o menino Evandro indo pra casa e o seduzem com balas para dentro do carro. Voltando à simbologia do numero 7, lembrem-se de que o ritual seria feito no dia 7, logo elas deveriam ter o menino um ou dois dias antes apenas, pois o mesmo deveria estar vivo no momento do sacrifício e não teriam onde deixar o menino por um longo período de tempo caso o tivessem raptado por muito tempo antes de poder fazer o ritual.
Vale voltar um pouco no tempo para mencionar o relato de Diógenes dizendo que Osvaldo havia espalhado pela cidade que uma grande tragédia iria acontecer e iria virar a cidade de pernas pro ar. Aqui é a parte onde ele mesmo começa a entregar a corda pra que fosse enforcado mais adiante. Sabendo do ritual que aconteceria, já que as Abagge haviam concordado, Osvaldo viu aí a oportunidade de se tornar “famoso” pois ele haveria previsto um acontecimento antes que o mesmo houvesse ocorrido, OU, o mesmo de fato viu nos búzios que algo viraria a cidade de pernas pro ar, mas não sabia que ele estaria envolvido. Afinal, ninguém comete um crime esperando ser pego, certo?
Depois do rapto do menino Evandro no dia 6 começam os preparativos para o ritual no dia seguinte, dia 7. Airton Bardelli, já envolvido com Osvaldo por intermédio de Beatriz recebe a ordem de que no dia seguinte todos da serraria deveriam ser dispensados mais cedo às 6 horas da tarde, para que o trabalho pudesse acontecer às 7 (?). Aqui fica a minha duvida, e eu não sei responder essa questão de como Bardelli e Cristofolini entram no ritual. Será que apenas para composição de quórum, já que Osvaldo disse que precisariam de 7 pessoas? Osvaldo pediu à Cristofollini, seu então vizinho para que apenas os ajudasse compondo o grupo, e a mesma coisa à Bardelli por parte de Beatriz já que Bardelli estaria na Serraria e seria responsável pelos funcionários não estarem lá? Isso é uma das coisas que jamais saberemos. Porém, não acredito na parte que a serraria ficou fechada uma semana para que eles pudessem limpar o local e etc., qualquer idiota colocaria um pedaço grande de lona ou plástico para forrar o chão e não ter que lavar ou limpar o sangue depois. Se eles não o fizeram assim, foram burros – fica a dica pra próxima rs.
O Ritual acontece de acordo como relatado, onde o menino Evandro é oferecido em forma de sacrifício para um Exu (Não para o Diabo, não para Satã, não para nada disso). Acreditem ou não, mas Exus em sua grande maioria não são espíritos maus, são apenas mensageiros entre o mundo dos vivos e dos mortos os quais cobram pelos seus serviços (em forma de oferendas). Contudo, há também Exus de má índole, que são espíritos não evoluídos e que agem pelo lado errado da gira. Qual o Exu ao qual o menino Evandro foi oferecido, nunca saberemos. Após o ritual ser terminado os 7 deixam a serraria e Beatriz e Celina voltam pra casa, e Celina vai à tal festa com Aldo. Osvaldo, De Paula, Davi, Bardelli e Cristofolini se dirigem às suas casas. Aqui fica aquela confusão sobre o dia 6 ou dia 7, bar da dobradinha, jantar na casa de Antonio Costa. E também onde Andrea desmente o álibi de todos, pois diz ter visto Osvaldo e De Paula saindo com roupa de trabalho e sendo buscado por Beatriz. Mais um indício de que Osvaldo e Beatriz estavam tendo um affair o qual Andrea já sabia e por vingança não encobriu o seu namorado.
Voltando ao dia 6, após o desaparecimento de Evandro, sua família obviamente estava recorrendo a qualquer tipo de ajuda. Nisso chega a notícia no terreiro da mãe Hortência por meio de Davina de que o menino havia sumido e a família estava pedindo que pessoas se dirigissem à casa da família para orações. Não obstante, Vicente de Paula vai à casa dos Ramos Caetano e recebe a entidade que se propõe a ajudar porem não quer fazer naquele momento pois o “cavalo” não está com a roupa adequada. A entidade pede que o mesmo coloque sua roupa enquanto vai na “gira” ver se consegue achar o menino e que depois voltaria. Acho que é aqui que o resto está na casa de Antonio costa jantando após a sessão no terreiro. Depois do jantar quem vai ajudar na busca é Osvaldo com Davi dos Santos (que não é o “Cheiro” rs) junto com Davina e seu marido Mario. Quando a entidade pede que seja levada a uma rua que tenha palmeiras Osvaldo sinaliza que sentiu uma presença forte no final da rua perto do mato. Aqui na minha opinião, Osvaldo entrega mais um pouquinho de corda para ser enforcado na tentativa de fazer o seu nome como Pai-de-Santo. Depois da profecia de que haveria uma tragédia na cidade ele deve ter achado por bem profetizar a presença do menino naquela região pois já havia planos de desová-lo lá após o ritual. Porém isso foi mais uma bala na arma de Diógenes.
Cinco dias depois quando o corpo é encontrado no Sábado dia 11 de Abril a 30 metros do local onde Osvaldo havia sentido uma “presença forte”, as coisas começam a ficar suspeitas. Infelizmente o corpo encontrado está além do reconhecimento e fica difícil a confirmação porem como já sabemos o corpo encontrado está sem as mãos, sem alguns dedos dos pés, sem orelhas e olhos e sem órgãos internos incluído coração. E tudo isso é explicado nas doutrinas, a falta das mãos é para fortuna, do pênis para impotência, e assim vai. Não me recordo de todos. E é aqui que as coisas começam a ficar esquisitas e se esclarecer ao mesmo tempo. Mesmo que o corpo encontrado não seja de Evandro, seja de Leandro Bossi por exemplo. Os cortes citados, as partes faltantes do corpo são por coincidência de acordo com a doutrina de sacrifícios?! Não acredito, e tem mais, aqui cai por terra também a teoria de que Diógenes teria conspirado contra as Abagge. Pelos depoimentos de Diógenes ele se mostrou TOTALMENTE ignorante às religiões aqui envolvidas. Portanto, ele não saberia o que fazer com o corpo para que parecesse que um ritual de sacrifício tivesse sido realizado no corpo em questão. E mais, se hoje nem na internet se encontra tais instruções podemos imaginar em 1992. Só quem de fato é praticante há MUITOS anos tem acesso a como praticar tais rituais. Pois não é apenas pegar um corpo X cortar e tchau, como o nome diz é um ritual, portanto existem musicas, palavras a serem faladas dentre outras coisas e só quem estuda há um bom tempo sabe o que fazer.
Portanto quando Diógenes faz a sua denuncia no dia 29 de Maio de 1992 quase DOIS meses depois do ocorrido, ele se baseia em “fofocas” porém também em outros fatos, como sobre a do “Grupo Tigre” estar próximo à família Abagge durante as investigações. Se depois de dois meses ninguém sabe absolutamente nada, é porque alguma coisa tem, concordam? Depois da sua denuncia ao ministério público, o mesmo acha por bem colocar o “Grupo Águia” da PM em uma investigação paralela à da Polícia Civil que nada fez por dois meses. Aqui na minha opinião entra a parte onde Diógenes tinha sim uma agenda contra a Família Abagge. Por N motivos ele não gostava deles em especial à Celina que causou o divórcio de seus pais. Após ficar sabendo de tudo que ficou por intermédio de conhecidos, Davina, Edézio, Jorge Banana e cia, ele foi mais do que correndo colocar a sua denuncia pois então ainda que não tivesse provas concretas pra ele tudo aquilo fez sentido e ele tinha nas mãos o que sempre quis.
Não acredito que as testemunhas tenham mentido a pedido de Diógenes. E entendo o fato delas não terem se pronunciado no dia, ou dias depois. Morando numa cidade pequena onde todos se conhecem, a família mais poderosa e talvez mais rica da cidade se envolve num crime hediondo desses, você se pronunciaria? Eu não me pronunciaria, e é a verdade. No caso de Edézio, ele ficou sem saída porque seu amigo Hamilton ao qual ele havia confidenciado ter visto as Abagge raptando o menino Evandro contou ao Diógenes que por sua vez deve ter obrigado ele a prestar depoimento do que havia visto. Não há nada de estranho nisso. A mesma coisa com o Jorge Banana, se eu estou pescando e vejo um saco cheio de restos mortais do que poderia ser um feto, meu barco viraria uma lancha de tão rápido que eu sairia de lá. E com peixe ou sem peixe no meu barco eu JAMAIS puxaria o saco pra dentro do barco. E é isso que talvez destrua a credibilidade das testemunhas, o MEDO. Ninguém quer admitir que tem medo, mas a grande maioria das pessoas tem, e por não querer admitir isso em juízo ou em depoimento acaba passando por mentiroso. Pois é muito fácil falar, “Ah, mas você viu que tinha mãos dentro do saco, cabelo e não pegou o saco?!”. Não, eu também não pegaria. Agora, se eu soubesse do que tinha acontecido (Coisa que Jorge Banana não sabia à época do ocorrido), e visto um saco com as coisas eu chamaria a policia sem dúvida alguma, porém se não soubesse, aquele saco de cal iria ficar lá pra sempre.
Finalmente chegamos às prisões dos dias 1,2 e 3 de Julho de 1992, onde os 7 acusados são presos. Aqui eu vou ser bem sucinto e explicito nas minhas opiniões. Eu acredito que todos tenham sofrido tortura sim, sem sombra de dúvidas. Porém pra confessar aquilo que de fato haviam cometido porque jamais confessariam de uma outra forma. Não defendo tortura e não acho que esse deveria ter sido o caminho a ser seguido. E acho que a maneira com a qual a PM conduziu as prisões e os interrogatórios foi o que estragou o caso. Se eles não tivessem torturado os réus a argumentação da promotoria teria sido muito mais forte e o único argumento da defesa seria o de que o corpo encontrado não era o de Evandro.
Agora as perguntas que ficam e talvez a chave de todo esse mistério é, se o corpo encontrado não é o de Evandro como afirma piamente até hoje o Delegado Luis Carlos de Oliveira, porque os acusados colocaram as roupas de Evandro no cadáver? O que eles tentaram fazer aqui? Encobrir uma morte com outra? Desovar o cadáver de Leandro Bossi que estava na geladeira que a Celina tirou da serraria como relatou Teresinha e por isso tinha marcas roxas e já estava em estado de putrefação como se fosse Evandro? O que vocês acham? Isso vai ficar no imaginário de cada um, pois nunca saberemos.
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2019.04.22 21:57 St_Potatoes Pai alcoólatra e situação ruim em casa

Boa tarde. Já postei aqui antes falando da minha situação, 29 anos, formado, desempregado e voltei pra casa dos meus pais por cansar de pagar aluguel e trabalhar num emprego bosta e com uma relação degradante com a gerente. Mas em casa parece que só tenho desgostos.

Entra meu pai, conhecido por minha irmã e por mim como "dr Jekyll mr Hyde da garrafa". Sem beber, ele é uma pessoa relativamente civilizada, mas bebendo, ele vira um imbecil completo, a ponto de já se prejudicar várias vezes por conta da própria grosseria. Nesses últimos dias, ele perdeu a carteira de motorista por ter se envolvido em um acidente de carro e estar alcoolizado, se recusando a soprar o bafômetro. Esse tempo todo ele passou completamente revoltado, sendo que "em 40 anos dirigindo isso nunca me tinha acontecido!", "ela é que bateu em mim, mas eu me ferrei só porque tinha bebido um pouco, não existe justiça!" e remoendo e resmungando contra a outra pessoa envolvida no acidente, com um humor completamente ácido. Detalhe é que o alcoolismo dele já foi mais grave, de beber uma garrafa de cachaça todo santo dia, depois de algum tempo ele "abrandou" e agora só bebe duas garrafas de cerveja por dia (fora uma hora de bar). Não tem nada que ninguém consiga fazer para ele parar de beber.

Enfim, como filho que mora em casa, eu tenho resolvido vários problemas e situações da casa, além de fazer concursos e procurar emprego. A nossa relação é mais ou menos tranquila, mas tem um ou outro dia em que nos estranhamos, porque passei a minha vida inteira sendo capacho (e sou ainda em certa medida), mas às vezes eu estouro por causa de alguma injustiça, e ele é o tipo de pessoa que nunca consegue admitir culpa de alguma coisa de forma sincera, quando se pressiona demais ele, ele parte pro "ah, tá todo mundo contra mim agora, então sou errado de tudo, tá certo". Parece impossível ter uma discussão adulta.

Hoje de manhã, ele saiu de casa às 7:30 e pediu pra que eu passasse no bar umas 8:30 pra pegar o carro e irmos fazer compras para a casa. Essa geralmente é nossa rotina, ele sai de manhã com o carro e eu vou buscar ele no bar. Hoje eu cheguei e ele disse que ainda iria demorar um tempo, que eu poderia ir sozinho no mercado. Eu até achei melhor, eu faço compras muito mais rápido sozinho, então comprei o que precisava e voltei no bar pra seguir o próximo passo do itinerário, irmos num outro bar que vende litrão barato e cigarro do paraguai e voltarmos pra casa (geralmente levando algum amigo bêbado dele de carona pra esse outro bar).

Cheguei e ele "ah, ainda vai demorar, vai lá no bar sozinho e compra as coisas". Fui, sem nenhum problema, comprei rapidinho e voltei. Era 9:05 quando voltei e fiz sinais pra ele entrar no carro, e ele fez outros sinais pra eu esperar um pouco. Fiquei 25 minutos jogando no celular e esperando, e nada, então perdi a paciência e entrei no bar, dei a chave na mão dele calmamente e disse "olha, leva o carro pra casa, eu vou a pé" (detalhe é que ele já recuperou a carteira de trânsito). Eu fui andando embora e ele gritou "ô filho!" e acenou com a mão pra eu voltar, mas eu só disse da rua "não, vou indo embora". Cheguei em casa e não deu cinco minutos e ele chegou também, espumando de raiva pelo "desrespeito na frente dos amigos", sendo que se ele esperou 2 dias inteiros na frente do hospital quando eu tinha 3 anos e fiquei em coma por engolir remédios, por que eu não poderia esperar 10 minutos até ele terminar de beber? Eu retruquei dizendo que ele me desrespeitou muito, que estou em casa ajudando meus pais com um monte de coisas que eles não conseguem fazer sozinhos e que o jeito que ele me chamou pra ir ali falar com ele na frente dos amigos foi da mesma forma como se chama um cachorro, e que eu sou filho dele, não um cachorro pra ficar à disposição.

A gente se exaltou e gritou um com o outro um pouco e depois passou, mas estamos sem falar um com o outro. Eu me sinto enojado de morar aqui, e o que piora é que essa é a minha última opção de moradia, sendo que não tenho renda nenhuma, mas o que eu mais quero é conseguir um trabalho melhor do que o meu antigo, guardar um trocado e cair fora, pra nunca mais dar um "oi" pra essa casa. Nós já tivemos discussões ruins antes, mas acho que poucas nesse teor, e esse tipo de coisa destrói a minha paz. Melhor ficar sozinho sem remorso nenhum.
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